por José do Vale Pinheiro Feitosa




Viva junto à alma mais próxima e compreenda que a proximidade é a medida da distância. Que a distância que os separa é este movimento maravilhoso da matéria e da energia. A maravilha é apenas esta surpresa porque esta proximidade é tão diminuta entre os dois e é a inesperada distância.

José do Vale P Feitosa



quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Lettres D´Amour - José do Vale Pinheiro Feitosa


Quando ao cego se deu a luz, bilhões de coisas visíveis se apresentaram aos outros sentidos que já as sentiam, de outro modo e nem sempre das longas distâncias em que a vista alcança e outros sentidos não. Mas é desta liberdade de ir cada vez mais longe que a luz se perde, sai do foco, se torna uma mancha sem significado.

E o fabuloso reino de Portugal, das epopeias dos Lusíadas, tão de vanguarda e livre para ir cada vez mais longe e tantas terras conquistar que terminou sendo conquistado. A aventura de Dom Sebastião e seu tropeço de Alcácer-Quibir encantou os sonhos de liberdade dos portugueses e a coroa espanhola fez de Portugal quase uma província.

Mais de quarenta anos após, em 1640, houve a restauração do reino com a dinastia bragantina. As guerras da restauração duraram mais de vinte anos e esta história acontece no clima. Neste mesmo período Richelieu controlava o reino francês, os reinos europeus viviam a guerra dos trinta anos e a Inglaterra passou pela revolução puritana que foi a primeira grande revolução da burguesia no mundo.
No tal ano de 1640 nasceu na cidade de Beja em Portugal uma jovem de família abastada, sujeita a lei dos vínculos em que os filhos mais velhos recebiam a integridade do patrimônio familiar para que esse não se dividisse, restando aos irmãos mais jovens a dependência, a aventura, o serviço militar ou os conventos. Aos onze anos a menina é entregue num convento na cidade de Beja onde nascera e aí se torna madre. Com o tempo se torna escrivã do convento.

A restauração portuguesa, como dito, foi no clima geral das guerras europeias de modo que até oficiais holandeses e franceses foram parte dela em pleno território lusitano. Entre os comandantes de guerra esteve o Conde Noel de Chamilly. A freira tinha vinte e poucos anos e ambos se encontram através dos membros da família dela.

Três anos após ter estado em Portugal, Chamilly retorna à França e dois anos passados sai publicado em Paris as “Lettres Portugaises traduite em François” por Claude Barbin. Eram cinco cartas sobre um grande amor envolvendo Chamilly e uma freira portuguesa. As cartas foram escritas por ela.

E aí se montou uma narrativa semelhante à veracidade sobre a existência ou não de Shakespeare. Estamos falando de Mariana Alcoforado. A freira suposta autora das cartas traduzidas para o francês se tornou um grande e contraditório diálogo literário e biográfico.

Adotando os dois temas falaram dela Camilo Castelo Branco, Rousseau, Saint Simon, Stendhal, Rilke entre muitos. Mas o que se tem é uma grande escrita literária em cinco cartas apenas. Reflexo de uma época de grandes paixões, de profunda lealdade ao ser em si, mas também da ambiguidade entre duas profundidades de se perder: a dubiedade do amor de um ser humano por outro e ao mesmo tempo do amor universal representado pela divindade.

Ambas as profundidades apontam o indestrutível, o eterno e contraditório ao desgaste, a metafísica do amor, o amor como a extração da essência e a semente permanente da lealdade a um só.

E nisso as cartas da Madre Mariana Alcoforado são uma grande luta de contrários já com as sínteses extraídas: entre o amor por Chamilly e o seu dever a Deus como freira. Como se trata do dramático advindo do confronto do particular do amor entre os humanos e o geral do amor a Deus, ambos com o mesmo sentido das características da profundidade como dito no parágrafo anterior, o drama serve para expressar de forma inigualável a natureza desta dita profundidade.   

Eis que passados mais de trezentos anos as Cartas de Mariana Alcoforado continuam sendo o que são: a paciente capacidade de entendermos a nós mesmos através das palavras. E das palavras escritas em textos com estilo que aos pouco afeitos à leitura incomoda ou que acham tudo que não mensagem no twitter algo chato. Vindo daí o raso em que viver se tornou um mero reduzir-se a drops de muitos sabores. Fugazes e propícios a cáries mentais.

Acho que se você leu até aqui, já estamos no excesso que não se espera dos leitores inabituais. Mas se chegou me anima a trazer alguns trechos da primeira carta:

“E contudo – parece-me que até aos infortúnios de que és o causador, eu tenho apego! Ofertei-te a minha vida desse a primeira hora em que te vi e é ainda um prazer para mim fazer-te o sacrifício dela.”
“Só me queixo do rigor do meu destino. Apartando-nos, fez-nos ele o maior mal que poderíamos recear. Não conseguirá, porém, apartar os nossos corações. O amor, que é mais poderoso do que ele, reuniu-os para toda a vida”

“Adeus, não me atrevo a deixar este papel que vai estar nas tuas mãos e quereria ter a mesma dita. Ai, que desvairada ando! Como se não soubesse que tal não me é dado. Adeus, falta-me o ânimo. Adeus, ama-me sempre e faz-me padecer ainda mais.”

Ficamos por aqui com a canção portuguesa a seguir. O livrinho com as cartas é da coleção Nossos Clássicos da editora AGIR e tem o título Mariana Alcoforado.

Não venhas tarde - Carlos Ramos - por excesso coloquei esta música para que estranhes mas ao final atenta-te aos versos finais:  "sem alegria eu confesso tenho medo, que tu me digas um dia, meu amor não  venha cedo. Por ironia pois nunca sei onde vais que eu chegue cedo algum dia e seja tarde demais."
  
  
As meninas de Rogério e Selma sob o céu do Cariri


Simone e Raquel: Belas!

A "fatal omissão" de um líder - José Nilton Mariano Saraiva



Nas eleições recém-findas (em Fortaleza), juntos os candidatos Heitor Ferrer/PDT (262365 votos), Moroni Torgan/DEM (172002 votos) e Renato Roseno/PSOL (148128 votos), totalizaram no primeiro turno o expressivo montante de 582495 votos. Como não foram ao segundo turno, tal espólio foi disputado pelos candidatos Elmano de Freitas/PT (318262 votos) e Roberto Cláudio/PSDB (291740 votos), que totalizaram 610002 votos.
Evidentemente, largaria com respeitável vantagem no segundo turno quem conseguisse o apoio ou a simples indicação (individual), dos candidatos acima citados (mesmo sem contar com os representantes dos partidos “nanicos”), daí a gravidade extrema da “neutralidade” ou “omissão” manifestada pelo Deputado Heitor Ferrer, que durante mais de sete anos foi o mais cáustico, coerente, costumaz e consistente crítico do Governador do Estado; e, no entanto, na “hora H”, na hora da “onça beber água”, na hora de dá o troco ao Governador, Heitor Ferrer estranhamente “bateu-catolé” (ou pipocou feio), sob a pífia justificativa de que caberia ao partido, e não a ele, pronunciar-se. No entanto, no entender até dos seus próprios eleitores, moralmente Heitor Ferrer tinha a obrigação de, para manter sua postura e coerência do discurso, declinar seu apoio ou indicação ao candidato-rival do governo. 
Fato é que, com a abertura das urnas emergiu com toda crueza e pujança o profundo “estrago” provocado pela fatal omissão de um líder na condução do seu rebanho: o candidato do governo acresceu à sua votação estupendos 358867 votos (ou mais 123,00%) enquanto o seu opositor recebeu 258083 votos (ou mais 81,09%); na totalização final, a diferença foi de 74172 votos (650607-576435 votos).  
Se nos bairros considerados “elitizados” e “classe-média alta” (cujos insensíveis moradores não estão nem aí para a questão “social” e seus desdobramentos) o candidato governista manteve a supremacia do primeiro turno (Aldeota – 21348 x 9164, Edson Queiroz - 14842 x 8900, Centro - 14821 x 11541, Meireles - 10049 x 4835, Mucuripe - 8109 x 6829, Luciano Cavalcante - 3438 x 2592, Cidade dos Funcionários - 6636 x 3931, Dionísio Torres - 9777 x 4690, Praia de Iracema -  4931 x 2778, Papicu - 5212 x 3386 e Varjota - 6898 x 3839, dentre outros), certamente que nos bairros periféricos os eleitores do Heitor Ferrer ficaram “à deriva” ou “boiando feito merda n’agua” e expostos ao assédio implacável de propostas não tão republicanas assim (houve denúncias de generoso derramamento de dinheiro na periferia, na noite anterior à realização do pleito, por parte da turma do governo), findando por decidirem a eleição de modo que nem eles imaginavam.
Lembram daquela velha história de que “por falta de um grito se perde uma boiada” ???). Pois é.

 

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

O “ser digno” – José Nilton Mariano Saraiva



Se o senhor Moroni Bing Torgan já entrou na corrida pra eleição da prefeitura de Fortaleza pela porta dos fundos, já que com um (reprovável) objetivo pré-definido – provocar o “racha” dos votos da periferia, objetivando claramente ajudar o candidato governista (o que de fato findou acontecendo), além de apoiá-lo e recomendá-lo no segundo turno – temos o contraponto a tão desonesta manobra corporificado no candidato Renato Roseno, do raquítico PSOL que, sozinho, sem qualquer aliado ou tempo na TV, conseguiu estratosféricos 150.000 votos, E, como antes e no decorrer da campanha bateu forte e incisivamente tanto no candidato da Prefeitura como no do Governo do Estado, ao tempo em que conclamava a população a ajudá-lo na implementação de “um novo jeito de fazer política”, nada mais coerente que, não conseguindo o almejado passaporte para o segundo turno, anunciasse que não apoiaria nenhum dos dois e, portanto, liberados estavam seus eleitores pra escolher em quem votar.
Aliás, sua coerência é tamanha e seu eleitorado tão fiel, que, na eleição passada, quando se candidatou a Deputado Federal, obteve votação muito parecida, só que “não levou” (não foi eleito), em razão da esdrúxula lei eleitoral brasileira vigente, que privilegia a tal da legenda, possibilitando que candidatos com votação inexpressiva sejam “coroados” com os votos que “sobram” de integrantes do mesmo partido (assim, alguém que consegue míseros 10.000 votos entra, em detrimento daquele que consegue 15 vezes mais).
Mas, voltando ao mote inicial ou retomando o fio da meada, ao contrário de Moroni, que fez da eleição pra prefeitura de Fortaleza um rentável “balcão de negócios” (deve ganhar uma secretaria de governo) e de Heitor Ferrer, que pisou feio na bola ao “omitir-se” na hora de dá o troco ao Governador do Estado, Renato Roseno sai pela porta da frente e de cabeça erguida, mercê da altivez e dignidade demonstradas.
Isso, sim, é “ser digno” (e na política, por incrível que pareça); isso, sim, é “um novo jeito de fazer política”; isso, sim, é ter respeito ao seu eleitorado.  

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Reclamações ??? Direto com o "Papa" - José Nilton Mariano Saraiva



Em vésperas de qualquer eleição todo cuidado sempre será pouco visando não contrariar o ator e alvo principal: sua excelência, o eleitor. Assim, caciques da situação e da oposição, usando de todo o contorcionismo possível e imaginável, tratam de se equilibrar sobre o fio de navalha, objetivando não contrariá-los, não aborrecê-los, sob pena de colocarem tudo a perder.
Fato é que, como Fortaleza se prepara pra sediar uma das chaves do Campeonato Mundial de Futebol, em 2014, diversas intervenções urbanas estão previstas, com prazo definido pra começar e terminar. E uma das mais importantes, a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos-VLT (também conhecido como “metrô dos pobres”) foi alvo de intenso tiroteio verbal entre integrantes do poder municipal e do poder estadual, antes da recém-finda eleição pra prefeito.
Por um motivo simples: no projeto original, firmado por ambas as partes, lá atrás, explicitadas se encontravam as tarefas de cada um: ao Governo do Estado, cuidar da “remoção” de centenas de famílias das áreas onde serão implantados os dormentes e trilhos respectivos, com a consequente "relocalização" em um bairro periférico da cidade: à Prefeitura, a tarefa de construir a obra física, propriamente dita.
Só que “esqueceram” de lembrar aos técnicos do governo que no meio do caminho tinha uma eleição a ser definida. E quando finalmente “acordaram”, viram a mancada que tinham dado. E foi aí que a porca torceu o rabo: pressentindo que eleitoralmente seria um desastre (praticamente entregaria ao adversário, de mão-beijada, a eleição, dada a antipatia da medida), o Governador chegou ao absurdo e desfaçatez de afirmar que tinha “assinado o documento sem ler”; mas que não concordava com a “remoção” de tanta gente, já que tal tarefa (no seu novo entendimento) seria da alçada da prefeitura (se dispôs, inclusive, a entregar à prefeitura um vultoso valor para esse fim), só que sob a condição de jamais assinar embaixo. Com a “arenga” criada, a situação foi posta em banho-maria e com isso a eleição passou e ninguém sofreu o corrosivo desgaste previsto.
Agora, ganha a eleição pelo candidato governamental, este já anunciou em alto e bom som que ao ser empossado na  prefeitura assumirá, sim, o ônus da tal “remoção”, e não está nem um pouco preocupado se  A ou B goste ou não de tal ato. E os que votaram nele, agora insatisfeitos, que vão reclamar ao “Papa”. 
E aí, alguém tem dúvida sobre quem vai mandar na Prefeitura de Fortaleza nos próximos quatro anos ???

Tornarás - José do Vale Pinheiro Feitosa


Uma melancolia assim como o adeus ao dia, a impossível visão após a curva da estrada, queimar o presente enquanto chora o borralho de ontem. Assim me sinto quando alguém com mais anos de vida recusa-se a entender uma canção atual, a expressão profundamente artística de uma geração e sua era.

Melancolia igual a um jovem com a arrogância de descobridor que desliga sua atenção de alguma canção antiga. Não se pode querer a mesma linguagem, os mesmos sentimentos e nem valores sustentados. O que se pressente é a natureza do tempo através das canções e quem não o faz cessa em algum ponto estacionário. É perder a canção, não saber ouvi-la para compreender o tempo desta canção. E quem não compreender tal tempo nunca o entenderá em qualquer ponto da continuidade de sua evolução.

Na ópera madame Butterfly existe um dos coros mais belos que se conhece: coro a bocca chiusa. De Giacomo Puccini um dos mais pródigos compositores de ópera e com as mais belas melodias entre todas. Só para lembrar: O mio babbino caro de Gianni Schicchi; Che gelida manina da La Bohéme; E lucevan la stella da Tosca ou o Nessum dorma de Turandot sua última ópera.

Retornando ao coro à boca fechada de Madame Butterfly. Inspirado nesta canção o compositor Dino Olivieri, com letra de Nino Rastelli compôs em 1936 a canção Tornerai lançada em disco pelo Trio Lescano e Quarteto Funaro. Dino era maestro, viveu da música e compôs sucessos como C´è un uomo im mezzo al mare.

Tornerai é uma das canções mais belas dos fortes tempos do início da segunda guerra mundial. Já em 1938 se tornou uma canção francesa com o nome de J´Attendrai na voz de Rina Ketty. Daí em diante a canção estourou e foi gravada por Jean Sablon, Tino Rossi, Django Reinardt, Bing Crosby e muitos outros, inclusive uma versão recentíssima com Antonella Ruggiero.

Vamos começar pela versão italiana com Carlo Buti.



Tornarás para o único sonho
Do meu coração
Tornarás
Tu, porque sem o teu
Beijo lânguido não vivo.

Passa o tempo e tu,
Onde estás com quem será
Tu não pensa em nós
Mas eu só sei de mim,
Tornarás.
  
De mim porque é o único sonho,
Do meu coração
Tornarás
Tu porque sem os teus
Beijos lânguidos não vivo.

Passa o tempo e tu
Onde sei como sei
Tu não pensa em nós,
Mas eu sei que a mim tornarás.

E era uma canção dos tempos de separação. Nada do que era continuou a ser. Mas a esperança, o desejo de naquele mundo de destruição e separação tudo retornar à essência de nós. Nós, vós, eles. E certo que o caos humano ainda continua sendo a via para se respirar.

Em 1938 Rina Ketty foi encontrar o mesmo sentido na versão com o título de J´Attendrai.


Eu vou esperar,
O dia e a noite
Eu esperarei todos eles,
O teu retorno.

Eu esperarei,
O pássaro que se foi
Veio a esquecer-se
Do seu ninho.

Os tempos passam e breves
Batendo tristemente
No meu pesado coração
O teu retorno.

O vento aporta
Os ruídos longínquos.
Balançando minha porta
Eu escuto em vão,
De lá, nada vem
Jamais algo vem


E as línguas da velha Europa ecoaram seus desejos de retorno por todos os lados.
Como esse Komm Zurück da versão alemã:


Além desse Věřím Vám da versão checa


E até essa suave chopiniana Czekam CI da versão polonesa




Ou esse Blott för dig da versão sueca


quase despedida- Domingos Barroso

Não duvide - os meus ouvidos ouvem bem
e a minha alma, essa coisa que não se beija,
alegra-se em dormir tarde ouvindo Neruda.

Agora, licença, tenho de me levantar
da cadeira giratória encostar a porta
pela última vez explicar ao vento sua
falta de polidez por tanta insistência.

Enquanto caminho perdoe os meus passos
lentos que enlouquecem os meus chinelos.

Antigamente carregava bolas de ferro
e uma cruz de mármore pesada, baby.

Os meus chinelos viviam debaixo da cama
onde conheciam o medo infantil e o sonho.

Se passar um tempo sem ir à sua casa
não demore sem vir à minha pois vivo
do perfume que você deixa pelo quarto.

29 de Outubro de 2012 20:55
Caros amigos Cratenses.

Estamos organizando um grande evento que pretende reunir os estimados amigos, profissionais de diversas áreas
do conhecimento e saberes, para juntos, em equipes temáticas, discutirmos e apontarmos caminhos e estratégias para
o desenvolvimento de nossa terra. Um evento extrapartidário cujo único interesse é o coletivo social e suas demandas
por um desenvolvimento sustentável e delinear qual a verdadeira vocação de nossa amada terra.

Pretendemos ampliar essa participação com a adesão de diversos segmentos da sociedade e instituições sediadas na Crato.
Cada grupo que reunirá profissionais, cientistas , pesquisadores, técnicos, elaborará um documento base com metas e as estratégias
para alcança-las dentro de cada núcleo. Por exemplo: Engenharia,Saúde, Turismo, Educação, Trânsito, Patrimônio Histórico e Cultural,
Infraestrutura, Urbanismo, etc.

No final dos trabalhos cada grupo apresentará suas conclusões contando com a presença do Prefeito eleito e discussões abertas.

A princípio a data do evento se dará de 30 de novembro a 04 de dezembro de 2012.

Gostaríamos de contar com sua adesão para juntos, nesta oportunidade que se apresenta alvissareira, dar nossa coatribuição para
elevar nossa cidade ao patamar sócio-político-cultural e econômico que perdeu.

Atenciosamente,

Nilo Sérgio Duarte Monteiro
Alfredo Mendes
Elisabeth Medeiros
Elisa de Alencar