por José do Vale Pinheiro Feitosa




Viva junto à alma mais próxima e compreenda que a proximidade é a medida da distância. Que a distância que os separa é este movimento maravilhoso da matéria e da energia. A maravilha é apenas esta surpresa porque esta proximidade é tão diminuta entre os dois e é a inesperada distância.

José do Vale P Feitosa



terça-feira, 7 de junho de 2011

Olhem aí a nova atriz na casa civil - José do Vale Pinheiro

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Olhem como a nova ministra lembra estas imagens de Alice Faye uma grande atriz americana dos seus musicais nos anos 30 e 40. Aqui ela canta Youll Never Know que se tornou brega na voz de Waldick e Antonio Marcos nas amplificadoras da periferia

SIDERAL - por Stela Siebra


Finalizando a série Lua nos Signos:

LUA EM PEIXES

Criatividade, espiritualidade, sensibilidade, imaginação criativa, psiquismo e compaixão são alguns atributos de Lua em Peixes.
Se você tem uma Lua pisciana, caracteriza-se como uma pessoa hipersensível, que capta e absorve os sentimentos dos que estão ao seu redor. É como se você fosse uma esponja psíquica e absorvesse tudo que é sentimento vindo dos outros. Você chora e sofre a sua dor e a dor dos outros. Tem fortes sentimentos de piedade, inclusive por si mesmo. Ajudar os que sofrem é uma forma de contatar mais profundamente com seu sentimento de compaixão, deixando que ele flua através da sua atuação no amparo aos necessitados.

Mas tem algo a aprender, por mais custoso que lhe seja: estabelecer limites para as pessoas. Ajudar é uma coisa e criar dependências é outra. Sabemos que alimentar dependências não é saudável e nem é a forma correta de “salvar” alguém. Muitas vezes um NÃO é o melhor remédio, é a melhor ajuda para fortalecer o outro e a você mesmo. Encontre a medida certa para a prática da doação, ajudando as pessoas a serem, sobretudo, responsáveis por elas mesmas.
E absorva também este ensinamento para você. Não tente disfarçar as suas inseguranças, admita suas dependências, mas não se deixe dominar por elas. Não adoeça. Reaja dizendo “Não” ou “Sim” conforme seja esta ou aquela a melhor e mais sensata resposta para o momento.

Para quem tem Lua em Peixes, as emoções são confusas. A pessoa vê tudo muito nebuloso e deseja escapar da realidade, tentando evitar sentimentos dolorosos. Há fortes tendências às fantasias e aos vícios. É preciso reeducar-se emocionalmente e espiritualmente. E arte é um caminho assim como a espiritualidade também o é. Canalize sua sensibilidade criativa para as artes: canto, dança ou artes plásticas. Não alimente crises de hipocondria e de auto-piedade. Aprenda a reagir a estes sentimentos, procurando trabalhar a seu favor também. E você trabalha a seu favor quando convive e desenvolve da melhor forma sua intuição criativa, artística e espiritual, seja dando expressão à arte, seja buscando desenvolver a espiritualidade.
Sua essência lunar necessita devotar-se a uma causa, manter a Fé e conectar-se com algo maior. Sua alma quer a emoção da união com o Todo, para assim expressar melhor sua própria natureza divina.

Fotos dos autores do livro "No Azul Sonhado"

João Marni
Manoel Severo
PACHELLY JAMACARU


PEDRO ESMERALDO
ISABELA PINHEIRO

EMERSON MONTEIRO
MARCOS LEONEL
LUPEU LACERDA
ABIDORAL JAMACARU

Fotos dos autores do livro "No Azul Sonhado"

REJANE GONÇALVES
JOSÉ FLÁVIO


SOCORRO MOREIRA

ZÉ NILTON MARIANO

JOAQUIM PINHEIRO

NILO SÉRGIO

NICODEMOS

MAGALI F.ESMERALDO


ROBERTO JAMACARU

MARCOS BARRETO

Fotos dos autores do livro "No Azul Sonhado"

TELMA BRILHANTE

TIAGO ARARIPE


ROSA GUERRERA

WILTON DEDÊ


TETÊ BARRETO
LIDUÍNA BELCHIOR

EDMAR CORDEIRO

STELA SIEBRA


MARA THIERS
ULISSES GERMANO


(0)
 
lhe 
dão 
solidão
(0)


Fotos dos autores do livro "No Azul Sonhado"

Corujinha baiana
Carlos Esmeraldo

JOSÉ DO VALE
GERALDO ANANIAS
ASSIS LIMA
BERNARDO MELGAÇO
CHAGAS
LUIZ PEREIRA
EVERARDO NORÕES
ALOÍSIO

DOMINGOS BARROSO
CRISTINA DIOGO
BRANDÃO



HOMENS - segundo Fernanda Montenegro- Colaboração de Nacélio Oliveira


HOMENS
- Por Fernanda Montenegro

O modo de vida, os novos costumes e o desrespeito à natureza têm afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está o macho da espécie humana.
Tive apenas 1 exemplar em casa, que mantive com muito zelo e dedicação, num casamento que durou 56 anos de muito amor e companheirismo, (1952-2008); mas, na verdade acredito que era ele quem também me mantinha firme no relacionamento.
Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem os Homens!'
Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da masculinidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:

1. Habitat

Homem não pode ser mantido em cativeiro.
Se for engaiolado, fugirá ou morrerá por dentro.
Não há corrente que os prenda e os que se submetem à jaula perdem o seu DNA.
Você jamais terá a posse ou a propriedade de um homem, o que vai prendê-lo a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente, com dedicação, atenção, carinho e amor.

2. Alimentação correta

Ninguém vive de vento. Homem vive de carinho, comida e bebida. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ele não receber de você vai pegar de outra.
Beijos matinais e um 'eu te amo’ no café da manhã os mantêm viçosos, felizes e realizados durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não o deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial. Portanto não se faça de dondoca preguiçosa e fresca.. Homem não gosta disso. Ele precisa de companheira autêntica, forte e resolutiva.

3. Carinho

Também faz parte de seu cardápio – homem mal tratado fica vulnerável a rapidamente interessar-se na rua por quem o trata melhor.
Se você quer ter a dedicação de um companheiro completo, trate-o muito bem, caso contrário outra o fará e você só saberá quando não houver mais volta.

4. Respeite a natureza

Você não suporta trabalho em casa? Cerveja? Futebol? Jogos? Pescaria? Amigos? Liberdade? Carros?
Case-se com uma Mulher.
Homens são folgados. Desarrumam tudo. São durões. Não gostam de telefones. Odeiam discutir a relação. Odeiam shoppings. Enfim, se quiser viver com um homem, prepare-se para isso.

5. Não anule sua origem

O homem sempre foi o macho provedor da família, portanto é típico valorizar negócios, trabalho, dinheiro, finanças, competição, riscos, investimentos, empreendimentos. Entenda tudo isso e apóie.

6. Cérebro masculino não é um mito

Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino, mas não gostam de mulheres burras.
Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente não possuem! Também, 7 bilhões de neurônios a menos!).
Então, agüente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração.
Se você se cansou de colecionar amigos gays e homossexuais delicados, tente se relacionar com um homem de verdade.
Alguns vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você.
Não fuja desses, aprenda com eles e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com as mulheres, a inteligência não funciona como repelente para os homens.
Não faça sombra sobre ele...Demonstre que qualquer objetivo seu é objetivo do casal.
Se você quiser ser uma grande mulher tenha um grande homem ao seu lado, nunca atrás.
Assim, quando ele brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ele estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.
Aceite: homens também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar.
A mulher sábia alimenta os potenciais do parceiro e os utiliza para motivar os próprios.
Ela sabe que, preservando e cultivando o seu homem, ela estará salvando a si mesma.
E Minha Amiga, se Você acha que Homem dá muito trabalho, case-se com uma Mulher e aí Você vai ver o que é Mau Humor!
Só tem homem bom quem sabe fazê-lo ser bom!
Eu fiz a minha parte, por isso meu casamento foi muito bom e consegui fazer o Fernando muito feliz até o último momento de um enfisema que o levou de mim. Eu fui uma grande mulher ao lado dele, sempre.

Com carinho,

Fernanda Montenegro



Amor ou Amizade? Por Martha Medeiros


OS DOIS....


Martha Medeiros




No finalzinho da entrevista que Pedro Bial deu à Marília Gabriela, quando foi questionado sobre relacionamentos, ele deu uma lição que serve para todo mundo: trate seu amor como você trata seu melhor amigo. Sei que isso parece falta de romantismo, mas é o conselho mais certeiro.

Não era você que estava a fim de uma relação serena e plenamente satisfatória? Taí o caminho. Vamos tentar elucidar como isso se dá na prática. Comecemos pelo exemplo que o próprio Bial deu: você foi convidado para o casamento de uma prima distante que mora onde Judas perdeu as botas, você tem que ir porque ela chamou você pra padrinho. Como é que os casais costumam combinar isso?

"Não tem como escapar, você vai comigo e pronto". Ou seja, um põe o outro no programa de índio e nem quer saber de conversa. É assim que você convidaria seu melhor amigo? Não. Você diria: "Putz, tenho uma roubada pela frente que você não imagina. Me dá uma força, vem comigo, ao menos a gente dá umas risadas...".

Ficou bem mais simpático, não ficou? Como esta, tem milhões de situações chatas que você pode aliviar, apenas moderando o tom das palavras.

Pro seu marido: "Você nunca repara em mim, não deu pra notar que cortei o cabelo? Será que sou invisível?" Mas pra sua melhor amiga: "Ai, pelo visto meu cabelo ficou medonho e você está me poupando, né? Pode dizer a verdade, eu agüento".

Pra sua mulher: "Você já se deu conta da podridão que está este sofá? Não dá pra ver que está na hora de trocar o tecido?" Mas pra sua melhor amiga: "Deixa a pizza por minha conta, eu pago, assim você economiza pra lavar o sofá. A não ser que este seja um novo estilo de decoração..."

Risos + risos+ risos.

Maneire. Trate seu amor como todas as pessoas que você adora e que não são seus parentes. Trate com o mesmo humor que você trata seu melhor amigo, sua melhor amiga. Até porque, caso você não tenha percebido, é exatamente isso que eles são.

"Grandes Realizações são possíveis quando se dá importância aos pequenos começos"


Acredito no amor que se basta
sem o estardalhaço das conveniências
É claro, sutil, e não se esconde
Imenso, não cabe nos espaços desse mundo

Existe o amor que será
Sem um pingo de saudades?

(socorro moreira)

O velho tema : SAUDADE - Por Rosa Guerrera





"As vezes a saudade é tão grande que a gente não sente mais. A gente é saudade.”


Li essa frase não lembro onde , e lamento não saber também o autor , mas na verdade é de tamanha profundidade que tentar analisa-la me parece difícil.
Quando a gente se transforma , se reveste na própria saudade , como sermos julgados ?
Incapacitados de fugirmos ao passado ? Conhecedores realmente da verdadeira felicidade ? masoquistas ? ou eternos sentimentais deitados na esperança ?
A impressão que eu tenho é de que por mais que tentemos nos esforçar , vivemos sempre acompanhados desse sentimento. Temos saudades da nossa infância , das cantigas de roda, da escola onde aprendemos o ABC, da pureza do nosso primeiro beijo, de músicas que marcaram momentos alegres, de palavras que ficaram nos nossos ouvidos , de preococes despedidas, enfim : de todas as folhas caídas da árvore da nossa existência .
Muitas vezes sentimos até saudades de coisas que nunca fizemos !
Lembro agora uma velha marchinha de carnaval que diz : “ Saudade , palavra imensa/tristeza intensa /que me faz penar / Saudade só tu bem sabes /o bem que fazes ao meu penar .....’ E deve ser exatamente nesses momentos que a gente não consegue ver a saudade como aquela faca cujo gume estraçalha o nosso coração , mas como algo que foi participante do nosso encontro com a felicidade , e é exatamente como escreveu um dia o grande Fernando Pessoa : "O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem”.
E se hoje , já não possuímos nem podemos mais apalpar o que foi vivido , que fiquem as lembranças, mas sobremodo que fique dentro de nós a certeza de que conhecemos um dia bem de pertinho a felicidade.,


rosa guerrera

por socorro moreira


Sentir saudades é viver o impossível


O que se foi para sempre.



Saudade minha?


Brincar com os meus filhos pequenos


Tomar um chope com um amigo ausente


Brincar com meu pai uma partida de buraco...


Saudade da minha mãe, avós, e de mim mesma


Quando usava uma lancheira,


e perguntava ao bicheiro:


Vai dar carneiro?


- "Vou pro Rio de Janeiro!"

Beatriz Portinari


"Beata Beatriz" de Dante Gabriel Rossetti, 1864

Beatriz Portinari, em italiano Beatrice (Bice) Portinari, (1266 — 8 de junho de 1290) foi, segundo alguns críticos literários, a figura histórica que inspirou o personagem Beatriz, de Dante.

Embora não unânime, a tradição que identifica a filha do banqueiro Folco Portinari com a Beatriz amada por Dante é muito enraizada. O próprio Giovanni Boccaccio, no comentário à Divina Comédia, faz explicitamente referência à jovem.

A documentação sobre sua vida sempre foi muito escassa, a ponto de se duvidar da sua real existência. Até pouco tempo atrás, a única prova era o testamento de Folco Portinari, datado de 1287. Ali se lê: ...item d. Bici filie sue et uxoris d. Simonis del Bardis reliquite [...]. Trata-se de uma soma em dinheiro, deixada à filha Bice, esposa de Simone de' Bardi. Folco Portinari fora um banqueiro muito rico e conhecido na sua cidade, Portico di Romagna.

Transferindo-se para Florença, vivia em uma casa vizinha à de Dante e tinha seis filhas. Fundou aquele que é até hoje o principal hospital do centro de Florença, o Ospedale di Santa Maria Nuova.

A data de nascimento de Beatrice foi obtida por analogia com a data presumida do nascimento de Dante (1265), já que ela era da mesma idade ou um ano mais nova que o poeta. A data de sua morte foi obtida na Vita Nuova, obra do próprio Dante, e talvez não passe de uma data simbólica. Muitas outras informações biográficas provêm unicamente da Vita Nuova, tais como o único encontro com Dante, a saudação, o fato de os dois nunca terem trocado palavras, etc.

Muito jovem, Dante conheceu Beatriz, e, crendo no próprio Dante, fixou-a na memória quando a viu pela primeira vez, aos nove anos (teria Beatriz, nessa altura, 8 anos). Não há, entretanto, elementos biográficos que comprovem o quer que seja.

wikipédia

Sobre a "aposentadoria" - José Nilton Mariano Saraiva

Preparar-se antecipadamente, focando principalmente os aspectos psicológico (ocupação do ocioso tempo disponível) e financeiro (capacidade de atendimento às novas demandas), sob pena de não o fazendo, à frente colher frustrações e desenganos, eis aí a tarefa prioritária dos que rompem as amarras do vínculo empregatício e se aposentam após anos e anos de labuta diária, almejando, a partir de então, compreensivelmente, o “aproveitar a vida” com intensidade, qualidade e sem pressa.
Há, no entanto, óbices a serem vencidos: 1) em razão do “teto-limite” estabelecido pelo Governo Federal (INSS) para o “benefício previdenciário” jamais equiparar-se à remuneração percebida por aqueles que têm uma renda um pouco mais expressiva que o salário mínimo, corre-se o risco de “sobrar dias ao final do mês” (faltar grana pra pagar as contas); 2) como o índice de reajuste desse mesmo “benefício previdenciário” já se nos apresenta defasado há bastante tempo, não guardando consonância com os índices de reajuste dos preços dos produtos em geral, torna-se evidente que a remuneração do aposentado brasileiro experimenta dia-a-dia um corrosivo desgaste ou achatamento, via diminuição do seu poder de compra; 3) por conseqüência, fica ele impossibilitado de levar uma velhice serena, tranqüila e sem problemas, como mereceria (e aqui os gozadores de plantão se aproveitam para, num misto de ironia e sarcasmo, cunhar a expressão “melhor idade”, ao se referirem ao período pós laborativo - a aposentadoria).
Pois é exatamente nesse estágio que se destaca, por fazer a diferença em favor dos que dela fazem uso, a questão da “Previdência Complementar” (gerenciada pelos chamados Fundos de Pensão) que tem por objetivo a fundação de reservas para benefícios futuros e (como o próprio nome sugere) possibilita um necessário “complemento da renda” aos seus usuários (para se ter uma idéia da defasagem, normalmente o “benefício complementar” é maior que o “benefício previdenciário”).
A questão é tão importante, que o próprio Governo Federal trata de estimular a adesão aos Fundos de Pensão (nas empresas estatais a adesão é compulsória), principalmente tendo em vista a sua pujança e capacidade de indução na formação de poupança, assegurando um grande volume de recursos internos (a custos baixos e de longo prazo), adequados ao financiamento de obras estruturantes pelo setor público; isso aquece a economia, estimulando a geração de emprego e renda (só pra exemplificar, a Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, é hoje um dos principais parceiros do Governo Federal em obras de grande vulto).
Só que, apesar de tal estímulo governamental, lamentavelmente, no Brasil como um todo, os números ainda não são lá tão animadores: apenas e tão-somente 2,3 milhões de pessoas, das 92,3 milhões que compõem a População Economicamente Ativa (PEA) se encontram ao abrigo da Previdência Complementar (posição de maio/2010), numa demonstração inequívoca do pouco caso ou desconhecimento da sua necessidade por parte daqueles que deveriam ser os seus maiores interessados: os empregados.
E a demonstração de que ainda engatinhamos no manuseio e uso efetivo de tão importante ferramenta econômica pode ser facilmente constatada quando observamos a frieza dos números, em relação aos países desenvolvidos: enquanto aqui a aplicação no setor contempla pífios R$ 510 bilhões, correspondente a 16,0% do PIB (posição de maio/2010), na Holanda o montante atingido representa 110% do PIB e em países como o EUA, França, Inglaterra, Espanha, Canadá e Japão o volume desses recursos chega a 60% dos PIBs respectivos.
No entanto, como o rincão é promissor e de retorno garantido para quem nele investir, a esperança é que as campanhas educativas sobre o tema surtam o efeito desejado, possibilitando uma maior adesão dos empregados vinculados às empresas particulares a essa nova realidade, de forma que a Previdência Complementar cumpra com os seus dois nobres objetivos sociais: complemente o ganho dos que se aposentam, possibilitando-lhes uma melhora na qualidade de vida; e, atue como forte indutor do processo desenvolvimentista do país, aliando-se a governo no atendimento aos grandes projetos geradores de emprego e renda.

Valeu !

Nutricionista lista os dez piores alimentos para o corpo humano.- (recebido por e-mail)



10º lugar: Sorvete. Apesar de existirem versões mais saudáveis que os tradicionais sorvetes industrializados, a nutricionista Michelle Schoffro Cook adverte que esse alimento geralmente possui altos níveis de açúcar e gorduras trans, além de corantes e de saborizantes artificiais, muitos dos quais possuem neurotoxinas – substâncias químicas que podem causar danos no cérebro e no sistema nervoso
9º lugar: Salgadinho de milho. De acordo com Michelle, desde o surgimento dos alimentos transgênicos, a maior parte do milho que comemos é um “Frankenfood”, ou “comida Frankenstein”. Ela aponta que esse alimento pode causar flutuação dos níveis de açúcar no sangue, levando a mudanças no humor, ganho de peso e irritabilidade, entre outros sintomas. Além disso, a maior parte desses salgadinhos é frita em óleo, que vira ranço e está ligado a processos inflamatórios

8º lugar: Pizza. A nutricionista Michelle destaca que nem todas as pizzas são ruins para a saúde, mas a maioria das que são vendidas congeladas em supermercados está cheia de condicionadores de massa artificiais e conservantes. Feitas com farinha branca, essas pizzas são absorvidas pelo organismo e transformadas em açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue

7 º lugar: Batatas fritas. Contêm não apenas gorduras trans, que já foram relacionadas a uma longa lista de doenças, mas também uma das mais potentes substâncias cancerígenas presentes em alimentos: a acrilamida, que é formada quando batatas brancas são aquecidas em altas temperaturas. Além disso, a maioria dos óleos utilizados para fritar as batatas se torna rançosa na presença do oxigênio ou em altas temperaturas, gerando alimentos que podem causar inflamações no corpo e agra

6 lugar: Salgadinhos de batata. Além de causarem todos os danos das batatas fritas comuns e não trazerem nenhum benefício nutricional, esses salgadinhos contêm níveis mais altos de acrilamida, que também é cancerígena

5º lugar: Bacon. Segundo a nutricionista, o consumo diário de carnes processadas, como bacon, pode aumentar o risco de doenças cardíacas em 42% e de diabetes em 19%. Um estudo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, descobriu ainda que comer 14 porções de bacon por mês pode danificar a função pulmonar e aumentar o risco de doenças ligadas ao órgão

4º lugar: Cachorro-quente. Michelle cita um estudo da Universidade do Havaí, também nos EUA, que mostrou que o consumo de cachorros-quentes e outras carnes processadas pode aumentar o risco de câncer de pâncreas em 67%. Um ingrediente encontrado tanto no cachorro-quente quanto no bacon é o nitrito de sódio, uma substância cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebês. Outros estudos apontam que a substância pode desencadear câncer colorretal

3º lugar: Donuts (rosquinhas). Entre 35% e 40% da composição dos donuts é de gorduras trans, “o pior tipo de gordura que você pode ingerir”, alerta a nutricionista. Essas substâncias estão relacionadas a doenças cardíacas e cerebrais, além de câncer. Para completar, esses alimentos são repletos de açúcar, condicionadores de massa artificiais e aditivos alimentares, e contêm, em média, 300 calorias cada

2º lugar: Refrigerante. Michelle conta que, de acordo com uma pesquisa do Dr. Joseph Mercola, uma lata de refrigerante possui em média 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias, entre 30 e 55 mg de cafeína, além de estar repleta de corantes artificiais e sulfitos. “Somente isso já deveria fazer você repensar seu consumo de refrigerantes”, diz a nutricionista. Além disso, essa bebida é extremamente ácida, sendo necessários 30 copos de água para neutralizar essa acidez, que pode ser muito perigosa para os rins. Para completar, ela informa que os ossos funcionam como uma reserva de minerais, como o cálcio, que são despejados no sangue para ajudar a neutralizar a acidez causada pelo refrigerante, enfraquecendo os ossos e podendo levar a doenças como osteoporose, obesidade, cáries e doenças cardíacas

1º lugar: Refrigerante Diet. “É a minha escolha para o pior alimento de todos os tempos”, diz Michelle. Segundo a nutricionista, além de possuir todos os problemas dos refrigerantes tradicionais, as versões diet contêm aspartame, que agora é chamado de AminoSweet. De acordo com uma pesquisa de Lynne Melcombe, essa substância está relacionada a uma lista de doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras musculares, problemas reprodutivos e até mesmo a morte

“Os efeitos do aspartame podem ser confundidos com a doença de Alzheimer, síndrome de fadiga crônica, epilepsia, vírus de Epstein-Barr, doença de Huntington, hipotireoidismo, doença de Lou Gehrig, síndrome de Lyme, doença de Ménière, esclerose múltipla, e pós-pólio. É por isso que eu dou ao Refrigerante Diet o prêmio de Pior Alimento de Todos os Tempos”, conclui.

DOLORES DURAN - por Norma Hauer




Ontem foi MAYSA, hoje outra grande compositora:DOLORES DURAN.

DOLORES DURAN nasceu em 7 de junho de 1930 e, como poucas mulheres ficou conhecida como compositora, apesar de a pioneira Chiquinha Gonzaga haver nascido no século 19, brilhou com intensidade, mas também por pouco tempo.

A NOITE DE MEU BEM

Não se pode pensar nela, sem pensar em uma das mais belas letras de nossa música popular.

E quem é ela? Seu nome era Adiléia da Silva Rocha, um nome grande para uma pessoa que ficou conhecida apenas como DOLORES DURAN.

Viveu pouco, não compôs muito, mas agradou a todos com sua ternura, não antiga, mas eterna.

Foi no bairro da Saúde (não muito saudável) que ela nasceu e ali mesmo, ainda pequena passou a tomar parte nas festas populares cantando como gente grande

.Impulsionada por um amigo, apresentou-se, ainda muito jovem no Programa "Calouros em Desfile", que Ari Barroso mantinha na Rádio Tupi e onde era o "bicho-papão" dos calouros.

Cantou e venceu com um bolero "Vereda tropical", interpretando-o em português e espanhol. Agradou e recebeu nota 5, que Ari não dava a qualquer um.

Dai para a frente,passou a se apresentar em boates de Copacabana e, melhor ainda: tornou-se compositora e apresentava suas próprias músicas.

Foi um sucesso maravilhoso.

Era "Castigo"; "Fim de Caso"; "Manias"; Noite de Paz"; "Idéias Erradas"...Mas o que mais marcou sua carreira foi a belíssima "A Noite de Meu Bem"....na qual ela tudo queria para "enfeitar a noite de seu bem".

Viveu pouco, abusou de noitadas, de barbitúricos e de bebida, vindo a falecer em 24 de outubro de 1959, com apenas 29 anos. Morreu Dolores, ficou sua fama

Enfeitou a noite de seu bem do outro lado da vida.


MAYSA - por Norma Hauer



Maysa Figueira Monjardim nasceu em São Paulo no dia 6 de junho de 1936. Ficou conhecida como Maysa Matarazzo, depois como Maysa Monjardim e, finalmente como MAYSA.

Nascida numa família tradicional do Espírito Santo, que se transferiu para São Paulo e depois para o Rio de Janeiro, mais precisamente para o bairro de Botafogo.

Depois de quase um século, quando Chiquinha Gonzaga despontou para a música popular, apareceu MAYSA. Nesse intervalo surgiram poucas mulheres compositoras.

Uma foi Rosa Floresta, mas pelo que sei só compôs uma música e não ficou conhecida.

Contemporânea da compositora e cantora Dolores Duran, Maysa compôs 26 canções, todas gravadas por ela.

Maysa interpretava de maneira muito singular, personalista, com toda a voz, sentimento e expressão. Um canto gutural, ensejando momentos de solidão e de grande expressão afetiva.

Um dos momentos antológicos desta caracterização dramática foi a apresentação, em 1974, de Chão de Estrelas (Silvio Caldas e Orestes Barbosa). Grande sucesso!

Como atriz Maysa trabalhou no teatro, televisão, com participações especiais nas novelas “O Cafona”, ao lado de Francisco Cuoco, “Bravo!”, com Carlos Alberto, na Rede Globo, e em “Bel-Ami”, na TV Tupi.

Em 1977, um trágico acidente automobilístico na Ponte Rio-Niterói encerrava (aos 41 anos) a carreira e o brilho da estrela, que foi um dos maiores mitos da música brasileira.

No ano de 2009 a Rede Globo apresentou a vida de MAYSA em uma mini-série, dirigida por seu filho Jayme Monjardim.

Norma

Poetas Velhos [Paulo Leminski]


Bom dia, poetas velhos.
Me deixem na boca
o gosto dos versos
mais fortes que não farei.

Dia vai vir que os saiba
tão bem que vos cite
como quem tê-los
um tanto feito também,
acredite.

Nara Leão



Nara Lofego Leão Diegues (Vitória, 19 de janeiro de 1942 — Rio de Janeiro, 7 de junho de 1989) foi uma cantora brasileira.


Paulo Leminski




Paulo Leminski Filho (Curitiba, 24 de agosto de 1944 — Curitiba, 7 de junho de 1989) foi um escritor, poeta, tradutor e professor brasileiro. Era, também, faixa-preta de judô.

Dolores Duran


Dolores Duran, nome artístico de Adiléia Silva da Rocha, (Rio de Janeiro, 7 de junho de 1930 — Rio de Janeiro, 24 de outubro de 1959) foi uma cantora e compositora brasileira.

Você Sabia?

A estréia de Dolores, em disco, aconteceu em 1952, quando gravou dois sambas para o Carnaval de 1953: "Que bom será", de Alice Chaves, Salvador Miceli e Paulo Marques e "Já não interessa", de Domício Costa e Roberto Faissal. 

A Noite do Meu Bem

Dolores Duran

Composição : Dolores Duran
Hoje eu quero a rosa mais linda que houver
E a primeira estrela que vier
Para enfeitar a noite do meu bem
Hoje eu quero paz de criança dormindo
E abandono de flores se abrindo
Para enfeitar a noite do meu bem
Quero a alegria de um barco voltando
Quero ternura de irmãos se encontrando
Para enfeitar a noite do meu bem
Ah, eu quero o amor, o amor mais profundo
Eu quero toda beleza do mundo
Para enfeitar a noite do meu bem
Quero a alegria de um barco voltando
Quero ternura de irmãos se encontrando
Para enfeitar a noite do meu bem
Ah, como este bem demorou a chegar
Eu já nem sei se terei no olhar
Toda pureza que eu quero lhe dar

Love is blue - José do Vale Pinheiro Feitosa

Músicas que contam uma história. Normalmente a cronologia simultânea com que ela veio à tona pelas rádios. Era uma época assim de inverno. Quando a abundância multiplica tanta coisa que nos sabemos em muda.
E a muda, que tem a potência de uma árvore, ou seja, aquilo totalmente diferente do que era. E que por ser total, nunca mais repetira o que foi. Assim me encontrava nas ruas de Fortaleza, a lembrança que no flash me veio, no ano de 1968.

Estava só. Todos os amigos haviam ficado na distância. Os irmãos, parentes e o pai. Parecia-me umas férias deles, mas não era. Eu não mais voltaria e eles também se foram. Mas, então, flash, era na antiga rua Guilherme Rocha, calçada de pedestre, quando o centro era a vida social da cidade.

Lojas importantes e uma casa de disco tocando Love is Blue com Paul Mauriat cujo som conhecera um ano antes e estava muito forte na audiência. Como esta música guarda um tempo só nós sabemos.

Hoje quando a Socorro foi e voltou do Recife e o Blog dela é azul nada como este Love is Blue por audição.

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