por José do Vale Pinheiro Feitosa
Viva junto à alma mais próxima e compreenda que a proximidade é a medida da distância. Que a distância que os separa é este movimento maravilhoso da matéria e da energia. A maravilha é apenas esta surpresa porque esta proximidade é tão diminuta entre os dois e é a inesperada distância.
José do Vale P Feitosa
terça-feira, 22 de março de 2011
Bolo de Banana
Colaboração de Jair Rolim
segunda-feira, 21 de março de 2011
Imagem/InternetHoje, o céu embriagado parece brincar de roda.
E eu, me embriago só de ver o seu desregrado compasso.
Tudo roda mais que roda...
Tudo passa mais que passa o tempo.
De valsa desritmada, a um cálice de vinho branco.
E o clarão da lua se manifesta.
Tudo então compreensível fica.
Tudo então do invisível, à claridade dos meus olhos.
O inimaginável se ajeita.
Mara
11/03/2009
RESPIRAÇÃO - por Ulisses Germano
ANDRÉ FILHO E A CIDADE MARAVILHOSA - Por Norma Hauer
Norma
De Ulisses Germano para Luiz Arraes
" Sonho Impossível "
O Homem de La Mancha (no original, Man of La Mancha) é um musical escrito por Dale Wasserman, com música de Mitch Leigh e letras de Joe Darion, baseado em D. Quixote de Cervantes.
Na Broadway, o musical foi apresentado pela primeira vez em 1965, teve 2.329 apresentações e ganhou cinco prêmios Tony. Foi reapresentado inúmeras vezes, tornando-se um dos mais vistos espetáculos de teatro musical e uma das escolhas mais populares das companhias teatrais.
A canção, The Impossible Dream, tornou-se um clássico.
No Brasil, a peça foi traduzida por Paulo Pontes e Flávio Rangel e dirigida por Flávio Rangel. A versão para o português das canções foi feita por Chico Buarque de Holanda e Ruy Guerra.
Estreou em 15 de agosto de 1972 no Teatro Municipal de Santo André, contando com a participação dos atores Paulo Autran, Bibi Ferreira e Grande Otelo nos papéis de Dom Quixote, Dulcinéia e Sancho Pança, respectivamente. A seguir, peça passou a ser encenada no Teatro Anchieta, em São Paulo.
Em 15 de janeiro de 1973 foi inaugurado o Teatro Adolpho Bloch, no Rio de Janeiro, com o musical O Homem de La Mancha, permanecendo oito meses em cartaz. Em 1974, O Homem de La Mancha fez temporada popular, de janeiro a março, no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro.
Fonte : Wikipédia
Imagens : Google
Sonho Impossível com Maria Bethania e legendas
" A Vida, o Mar e Eu "
De RETÁBULO DE JERÔNIMO BOSCH II - Por Everardo Norôes
A Poesia de EVERARDO NORÕES
Um olhar sobre o Brasil Rui Nogueira
Rui Nogueira
Médico – pesquisador – escritor
rui.sol@ambr.com.br
Almina Arraes, Alencar, Pinheiro - por José do Vale Pinheiro Feitosa
Colaboração de Maria de Jesus
ENTREVISTA H. GILBERT WELCH
Quem deseja buscar saúde não deve procurar doenças
MÉDICO ALERTA PARA EXCESSO DE DIAGNÓSTICOS E RISCOS DA "EPIDEMIA" DE EXAMES PREVENTIVOS
Mark Washburn/Divulgação
DÉBORA MISMETTI
EDITORA-ASSISTENTE DE SAÚDE
Discurso breve - Emerson Monteiro
Luis Arraes agora livremente no Cosmo
RODA DE HISTÓRIAS COM BISAFLOR
Para Ulisses Germano - Por Bastinha Job
Novo partido político
LUIS FERNANDO VERÍSSIMO
SIGLAS
– Bota aí: «P»
– «P» ?
– De «Partido».
– Ah.
– Nossa proposta qual é? De união, certo? Acho que a palavra «União» deve constar do nome.
– Certo. Partido de União…
– Mobilizadora!
– Boa! Dá a idéia de ação, de congraçamento dinâmico. Partido da União Mobilizadora. Como é que fica a sigla?
– PUM.
– Não sei não…
– É. Vamos tentar outro. Deixa ver. «P»…
– «P» é tranqüilo.
– Acho que «Social» tem que constar.
– Claro. Partido Social…
– Trabalhista?
– Fica PST. Não dá;
– É. Iam acabar nos chamando de «Ei, você».
– E mesmo «trabalhista», não sei. Alguém aqui é trabalhista?
– Isso é o de menos. Vamos ver. «P»…
– Quem sabe a gente esquece o «P»?
– É. O «P» atrapalha. Bota «A», de Aliança. Aliança Inovadora…
– AI.
– Que foi?
– Não. A sigla. Fica AI.
– Espera. Eu ainda não terminei. Aliança Inovadora… de Arregimentação Institucional.
– AIAI… Sei não.
– É. Pode ser mal interpretado.
– Vanguarda Conservadora?
– Você enlouqueceu? Fica VC.
– Aliança Republicana de Renovação do Estado.
– ARRE.
– O quê?
– Calma.
– Espera aí, pessoal. Quem sabe a gente define a posição ideológica do partido antes de pensar na sigla? Qual é, exatamente, a nossa posição?
– Bom, eu diria que estamos entre a centro-esquerda e a centro-direita.
– Então é no centro.
– Também não vamos ser radicais…
– Nós somos a favor da reforma agrária?
– Somos, desde que não toquem na terra.
– Aceitaremos qualquer coalizaão partidária para impedir a propagação do comunismo no Brasil.
– Inclusive com o PCB e o PC do B?
– Claro.
– Não devemos ter medo de acordos e alianças. Afinal, um partido faz pactos políticos por uma razão mais alta.
– Exato. A de chegar ao poder e esquecer os pactos que fez.
– Partido Ecumênico Republicano Unido.
– PERU?
– Movimento Institucionalista Alerta e Unido.
– MIAU?!
– Que tal KIM?
– O que significa?
– Nada, eu só acho o nome bonito.
– MUMU. Movimento Ufanista Mobilização e União.
– MMM… Movimento Moerador Monarquista.
– Mas nós somos republicanos.
– Eu sei. Mas por uma boa sigla a gente muda.
– TCHAU.
– Hum, boa. Trabalho e Capital em Harmonia com Amor e União?
– Não, é tchau mesmo.
– Aonde é que você vai?
– Abrir uma dissidência.



