por José do Vale Pinheiro Feitosa




Viva junto à alma mais próxima e compreenda que a proximidade é a medida da distância. Que a distância que os separa é este movimento maravilhoso da matéria e da energia. A maravilha é apenas esta surpresa porque esta proximidade é tão diminuta entre os dois e é a inesperada distância.

José do Vale P Feitosa



terça-feira, 11 de maio de 2021

CHINA: "RETALIAÇÃO" À MODA ORIENTAL - José Nilton Mariano Saraiva

 CHINA: “RETALIAÇÃO” À MODA ORIENTAL - José Nilton Mariano Saraiva

E aconteceu o que era perfeitamente previsível para os que fazem uso de um mínimo de racionalidade e bom senso: depois de ser reiteradamente “sacaneada” e “esculachada” pelo idiota que está Presidente do Brasil e seus “filhos numerais” (igualmente idiotas), a China, ainda nosso maior parceiro comercial (mas em vias de se tornar “ex”), e maior produtor de vacinas do mundo, está “retaliando à moda oriental” (a conta-gotas), já que impondo dificuldades paulatinas para atender aos pedidos daqui oriundos no tocante ao suprimento de vacinas e/ou do IFA-Ingrediente Farmacêutico Ativo (absolutamente indispensáveis, já que até o momento contamos com mais de 425.000 mortos e continuamos em marcha acelerada rumo a uma liderança pandêmica funérea não almejada por nenhuma nação dita civilizada).

E por incrível que pareça, deve ter sido exatamente isso o que planejou e arquitetou o idiota mor e os herdeiros da sua idiotice; assim, quando não mais tiver vacina disponível, poderão por em prática o que tentaram fazer em Manaus, qual seja, contaminar propositadamente o maior número possível de pessoas, a fim que seja atingida a tão sonhada (por eles) “imunidade de rebanho” (e se em Manaus presenciamos aquelas cenas dantescas, com pessoas morrendo por falta de ar, imagine tal situação se espraiar por todo o país).

Mas, se milhares e milhares morrerão, a posteriori, já que usando uma medicação não recomendada, de eficiência não comprovada e de efeitos colaterais terríveis (mas aqui ignorados solenemente), não haverá de ser nada; afinal, conforme declarou lá atrás o idiotaem toda guerra existe um “preço a pagar” (mesmo que de “inocentes” ???).

E então – tam, tam, tam – o idiota aparecerá como o “salvador da pátria”, ao mandar distribuir carradas e mais carradas de cloroquina, para quem quiser, de forma a desencalhar a monumental produção estocada nos depósitos do Exército, (pagas com o dinheiro público) e que certamente perderia a validade pelo não uso (que certamente caracterizaria “crime de responsabilidade”).

aí, já estaremos às vésperas da eleição presidencial, quando o idiota-mor se nos apresentará como uma espécie de “enviado dos Deuses” para salvar o seu povo, através da cloroquina (repudiada pelo resto do mundo e só adotada por ele).

Só faltará, então, que após liquidar com um país de dimensões continentais como o Brasil, o Oceano Atlântico milagrosamente se “abra” para que ele e seus milhares de seguidores sigam bovinamente rumo ao inferno, a fim de comemorar com o “LÚCIFER.

Suprema glória.

segunda-feira, 10 de maio de 2021

 “LIVRES, LEVES E... SOLTAS” - José Nilton Mariano Saraiva

Basta um simplório click no controle remoto e lá estão elas: simpáticas, normalmente bem-afeiçoadas, impecavelmente “produzidas”, elegantes ao extremo (uma roupa diferente a cada dia, durante os 365 dias do ano), sorriso discreto no rosto, dentes impecavelmente brancos e dicção perfeita; são as apresentadoras dos telejornais das emissoras de TV brasileiras.

De princípio um tanto quanto tímidas, aos poucos vão pegando os macetes da profissão e começam a se soltar, findando, em pouco tempo, por nos apresentar um trabalho competente, de boa qualidade e até, às vezes, corajoso (uma delas, recentemente, aqui numa reportagem sobre o circo, se meteu dentro de um daqueles “globo da morte” e ficou ali, estática e silente, enquanto duas possantes motos zanzavam a toda velocidade em torno e por sobre ela, num barulho ensurdecedor e de meter medo). Quando saiu, suava que nem tampa de chaleira...

Um detalhe, no entanto, as caracteriza (pelo menos parte delas) e não é preciso ser tão observador pra constatar. É que, apesar de todo o treinamento e técnica que adquiriram a fim de se habilitarem a se postar e portar diante das câmaras, que inclui obrigatoriamente até a forma como empunhar um microfone, com a diária exposição midiática o “fenômeno” acontece.

É que elas não se seguram ou momentaneamente “esquecem” tudo que aprenderam durante os cursos e simpósios que participaram e, agora, fazem questão de orgulhosamente nos mostrar a polida “ARGOLA” enfiada no dedo anular da mão direita (a que segura o microfone), normalmente grossa e brilhante o suficiente pra ser visualizada a quilômetros de distância, como se estivessem a nos dizer: “SACOU, BICHO, TÔ NOIVA, VIU” (recentemente, uma delas chegou a convencer o próprio “chefe” a comparecer ao programa esportivo que apresenta, a fim que anunciasse ao vivo e a cores que ela havia noivado naquela data).

O que mais impressiona, no entanto, é a velocidade com que a tal “ARGOLA” transmuta-se da mão direita para a mão esquerda e a “OBRIGATORIEDADE” que elas sentem de – mesmo destras – agora empunharem o tal do microfone com a mão esquerda, como a nos anunciar solenemente: “OLHA AÍ, CARA, CASEI, SE MANCA, OTÁRIO”.

Mas, como o número de fãs é expressivo e o assédio certamente que idem, depois de certo tempo lá estão elas no vídeo, até de forma acintosa trocando o microfone incessantemente de mãos, como se fizessem questão de mostrá-las (as duas mãos) agora sem nenhuma “ARGOLA”, só nos faltando gritar a plenos pulmões: “E AÍ, BONITÃO, TÔ LIVRE, PODE CHEGAR JUNTO”.

E como a vida continua, dentro de pouco tempo a história recomeçará: a “ARGOLA” na mão direita, transferência para a mão esquerda e, de repente, vapt vupt... tomou doril, a “ARGOLA” sumiu.

Recentemente, na Globo, dentre outras, Camila Bomfim – belíssima - Andreia Sadi - já fisgada - Cristiane Torloni - um monumento - e Délis Ortiz - já madura - pintaram no pedaço, sem).

Ô “argolazinha” saltitante.

"MEDALHÕES" DECADENTES - José Nilton Mariano Saraiva

 MEDALHÕES” DECADENTES - José Nilton Mariano Saraiva

Conta bancária recheada de dólares e euros (daí a incessante “caçada” que lhes empreendem as sempre atentas e expeditas “marias-chuteiras” da vida), já dobrando o “cabo da boa esperança” (em termos de idade avançada), barrigão protuberante (pelos excessos cometidos), indisposição pra queimar calorias (via extenuantes exercícios físicos), farras homéricas que varam a madrugada (predominantemente regadas ao “sexo muito bem pago” e drogas em profusão), “eles” não mais encontram espaço no exigente mercado europeu e só então (e ainda assim), cansados e esbaforidos, lembram da terra-mãe, onde tudo começou, e aonde, a partir de agora, poderão “enganar” ad aeternum.

Para tanto, à espreita e de prontidão, já se acham mercenários empresários e corruptos diretores de clubes, sempre acessíveis e dispostos a usufruírem robustos dividendos (financeiros e preferencialmente políticos), que se encarregam de “forrar a mão” de mafiosos jornalistas (e como proliferam, na imprensa esportiva tupiniquim), a fim que notícias sejam paulatinamente plantadas, anunciando-os como o “herói saudoso” que retorna ao “time do coração” (ou até mesmo – por que, não ??? - para atuar no arquirrival, numa prova inconteste de “profissionalismo”).

Movida e estimulada pela paixão e irracionalidade latentes, insuflada a torcida do tradicional clube de pronto adere à causa, tratando de relembrar lances e gols de placa de um passado mui distante, que (intimamente sabem) jamais se repetirão (mas que o fanatismo se encarrega de obscurecer).

Após a assinatura do contrato milionário, a “revelação surpresa” e desprovida de qualquer ética ou escrúpulo: como estão “sem ritmo de jogo”, necessitarão de dois a três meses pra “entrar em forma e ficar na ponta dos cascos”; e aí é que se constata que na realidade se acham mesmo é “bichados”, irremediavelmente “baleados”, sem a mínima condição de aguentar o tranco e, pior, indispostos para tal desiderato (porquanto visceralmente “dependentes” potenciais de “substâncias não recomendáveis”, herança maldita do “velho continente”).

Ainda assim, durante o “sacrifício” a que se submetem (meros exercícios físicos), exigem o recebimento dos estratosféricos salários religiosamente em dia (como se tivessem a exercer a profissão) enquanto que - como ninguém é de ferro - as “baladas noturnas” se sucedem numa frequência impressionante, com muito luxo e desperdício (para a infelicidade e protestos dos novos vizinhos (de um lado), e felicidade completa de determinadas “atrizes globais” (de outro); tanto é que uma delas, das mais famosas e requisitadas – e não caiam pra trás – chegou a receber “um apartamento”, pelos relevantes serviços prestados durante uma única noitada).

O resto do script todo mundo já sabe: em campo, enquanto os companheiros literalmente “se matam” de correr atrás da “gorducha” (bola), eles “passeiam” ou “caminham” sem maiores preocupações; se alguém tem a “infeliz ideia” de endereçar-lhe o instrumento de trabalho (bola), há que fazê-lo “a domicílio”, sem que haja a necessidade de maiores esforços de sua parte, porquanto, se empreenderem algum excesso poderão romper algum vaso ou tendão; depois do “desfile” pelo tapete verde (por uma ou duas míseras partidas), alegam “cansaço” e exigem repouso absoluto de um ou dois meses para se “recondicionarem” fisicamente (sem que, no entanto, deixem de frequentar assiduamente a noite).

Viajar com os companheiros para atender a algum compromisso do clube, numa praça razoavelmente distante ??? Nem pensar (quando convenientemente não estão na “fisioterapia”, sempre têm que cumprir algum compromisso particular, sob a proteção da imprensa e Diretoria do clube).

E assim esses “MEDALHÕES DECADENTES” forjados pela mídia esportiva tupiniquim como heróis, levam a vida na maciota (certamente que gozando da cara dos “idiotas” - todos nós, torcedores).

Agora, aqui pra nós: você já parou pra imaginar quanto custou cada um dos raros gols de autoria do tal Ronaldo “Gorducho” Nazário, Adriano “Pó Puro” ou Ronaldo “Moleque” Gaúcho, depois que retornaram à pátria amada ???

Quanto ???

domingo, 9 de maio de 2021

CARTA DE UM HOMEM PARA TODAS AS MULHERES

 CARTA DE UM HOMEM PARA “TODAS” AS MULHERES (autor desconhecido).


Não importa o quanto pesa. É FASCINANTE TOCAR, ABRAÇAR E ACARICIAR o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. Não temos a menor ideia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual. Isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem.
Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas. As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas. Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As muito magrinhas que desfilam nas passarelas seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres, e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas, e agridem o corpo que eles odeiam, porque não podem tê-los.

Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato são equivalentes a mil viagras. A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Pois, usem ! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor. As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas. Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras, e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão, e eu reitero: nós gostamos assim.

Ocultar essas formas é como ter o melhor sofá embalado no sótão. É essa a lei da natureza, daí porque todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulímica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranquila e cheia de saúde. Entendam de uma vez! Trate de agradar a nós, e não a vocês, porque nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas... dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.
As jovens são lindas, mas as de 30 para cima são verdadeiros pratos fortes. Por Karina Mazzocco, Eva Longaria, Angelina Jolie ou Demi Moore, somos capazes de atravessar o Atlântico a nado.

O corpo muda, cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas, que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto, uma mulher de 45, que tenta entrar na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento, ou está se autodestruindo. Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio, e sabem controlar sua natural tendência a culpas.

Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes); quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se sabota e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza. Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, prova de que não tiveram anos “em formol”, nem em spa... viveram!

O CORPO DA MULHER É A PROVA DE QUE DEUS EXISTE. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram de acontecer para estarmos vivos. Portanto, amem-se, cuidem-se. A beleza é tudo isso. Tudo junto!

Assinado: UM HOMEM

quinta-feira, 6 de maio de 2021

"ENGALANADO" (DE FARDAS E MEDALHAS) ??? - José Nilton Mariano Saraiva

 

ENGALANADO” (FARDA E MEDALHAS) ??? - José Nilton Mariano Saraiva

O “lado bom” do governo do Bozo (sim, senhores, existe e a prova está aqui) foi nos mostrar em toda a sua plenitude e esplendor o vexaminoso despreparo dos militares que perambulam (orbitam) em seu campo gravitacional (entorno), cujo ícone maior é o licenciado “general da ativa” Eduardo Pazuello, até outro dia Ministro da Saúde (uma outra nulidade é o “general reformado” Augusto Heleno, um velhote ridículo que apareceu em vídeo “dançando e cantando” em público, como forma de ironizar ou gozar os adversários).

Pois bem, mal educado, arrogante, bruto e sem traquejo (coisas típicas da caserna, pois não), ao assumir um cargo/função para o qual não tinha a menor intimidade (por puro mercenarismo ???), desde cedo Pazuello deve ter se sentido um autêntico “estranho no ninho”, mas, incentivado e estimulado pelo novo chefe, topou a parada.

A expectativa, então (já que dois médicos haviam passado meteoricamente pela pasta e haviam pedido para sair por discórdias com o chefe), era de que o “estrategista militar” colocado no Ministério da Saúde passasse a seguir as determinações pessoais e absurdas defendidas por Bolsonaro – e não as recomendações da comunidade sanitária internacional. E foi o que ocorreu.

Sem qualquer noção do desafio, o que vimos, a partir dali, foi um desfilar de inapetência e incompetência, traduzidas na “zorra” em que se transformou a pasta da saúde, mormente num momento em que a pandemia do coronavírus nos atingiu com vontade e desaguou nas mortes por asfixia no Estado do Amazonas, em razão da não tomada de providências pelo Ministério da Saúde. Enquanto isso, o próprio, de bermuda, chinelo, sem máscara e sorridente, desfilava sem nenhum constrangimento pelos shopping de Manaus (e nessa toada, chegamos aos 420.000 mortos).

Sempre debaixo da asa do amigo-presidente, a gestão de Pazuello foi de tal forma caótica, que pode ser traduzida naquele vídeo pra lá de comprometedor e ridículo, em que, junto ao próprio (ambos sorridentes) afirma… “É SIMPLES ASSIM, UM MANDA E O OUTRO OBEDECE”.

Fato é que, antes de completar um ano como Ministro da Saúde, em razão da omissão e falta de iniciativa e sob pressão da comunidade sanitária internacional (mesmo com o apoio presidencial) foi “ejetado” sumariamente, sem que antes haja proferido barbaridades do tipo: “hidroxicloroquina e ivermectina são eficazes no tratamento da covid”; - "o tratamento ideal é o tratamento precoce"; - “a vacina vai começar no dia D, na hora H, no Brasil" e - "não estou doente e não pedi para ir embora".

Defenestrado do cargo/função, foi recentemente convocado (e não convidado) a prestar esclarecimentos na recém-instalada CPI da Covid e aí (certamente que morrendo de medo e temendo pagar caro pela atitude genocida que praticou, em atenção ao chefe) mostrou mais uma vez seu despreparo ao alegar que houvera circulado com dois outros generais, provavelmente portadores do vírus e que, assim, só poderia participar da sessão à distância.

No máximo conseguiu com que seu depoimento fosse estendido para após os 14 dias recomendados e, pois, vai ter que comparecer, sim, presencialmente, para prestar os esclarecimentos que todo o Brasil quer conhecer.

Particularmente, suspeitamos que, como vai ter que comparecer mesmo (por cima de pau e pedra), possivelmente (por sugestão do Bozo) apresentar-se-á “engalanado”, com sua vistosa farda verde-oliva de general, cravejada de medalhas, objetivando “meter medo” nos mortais comuns integrantes da CPI.

Estaremos a exagerar ???





quarta-feira, 5 de maio de 2021

ANÔNIMO x PERSONAGEM - José Nilton Mariano Saraiva

ANÔNIMO x PERSONAGEM - José Nilton Mariano Saraiva

Unanimemente reconhecido como uma “figura desprezível” e digna de se guardar distância, o “anônimo” vive no mundo da escuridão absoluta, à espreita da chance propícia pra semear a desordem, a anarquia, o caos. Sem nunca se identificar, quer pessoalmente ou através de seus textos apócrifos, tem, no entanto, consciência plena das desagradáveis consequências advindas da mesquinhez das suas intervenções e atitudes, na perspectiva de deixar algum rastro. Não se trata, pois, de nenhum inocente ou incauto, sendo merecedor (se descoberto) de uma penalidade severa e exemplar. Lamentavelmente, entretanto (por incrível que pareça), ainda encontra quem o aplauda, o estimule e o acolha fraternalmente, lhe disponibilizando espaço para arrotar seus devaneios e irresponsabilidades. 

Mas, aqui pra nós, dada à incrível similitude do “modus operandi”, existirá alguma diferença entre essa excrescência monstruosa (o “anônimo”) e os que se prestam à patética tarefa de criar e apresentar ao distinto público - com o fito lastimável e exclusivo de lhes servir de escudo-protetor - um tal “personagem”, de forma que possam, em se escondendo por detrás dele, atentar contra as mais elementares e básicas regras de civilidade ao investir, atacar e denegrir pessoas de reputação ilibada e idoneidade moral comprovada, com o agravante de jamais com elas terem convivido no dia-a-dia ??? O deplorável “personagem”, tal qual seu irmão siamês, o “anônimo”, não é também um sem rosto, um sem identidade, um ser caricato ??? 

Afinal, o que leva mesmo os que criam tal anomalia a posarem de paradigma da moralidade, de defensores dos bons costumes, de últimos guardiões da decência e de ícones da retidão, se lhes falta a dignidade de assumir oficialmente aquilo que oficiosamente as pessoas sérias e de bem têm conhecimento e reprovam com extremada veemência: que o uso (até abusivo) do famigerado “personagem”, não passa de uma tentativa canhestra de personificar e enxovalhar com cidadãos dignos e pertencentes a famílias honradas, a uma outra geração, a uma outra época e que, ainda atuantes, idiossincráticos não se furtam de subscrever sem qualquer receio o que expõem didaticamente, para conhecimento público (sem a necessidade ou conveniência de esconder-se por detrás de nenhum “personagem”). 

Elementar, meu caro, Watson: falta-lhes coragem de mostrar a face e se expor, responsabilizando-se civilmente por atos e escritos, porquanto sabedores que, em reconhecendo publicamente que da sua lavra são as acusações direcionadas pelo seu “personagem” a pessoas íntegras e cônscias dos seus direitos e deveres, poderão ser imediata e tempestivamente acionados na Justiça, objetivando a confirmação, ratificação e comprovação, em juízo, das graves e infundadas denúncias, veiculadas com o claro intuito de ridicularizar e de desmoralizar. 

No jargão judiciário, tal ação ou causa é conhecida por “danos morais” (que abalam a honra, a boa-fé subjetiva ou a dignidade das pessoas físicas ou jurídicas), que além de detenção iminente contempla também a competente indenização (cujo objetivo é reparar a dor, o sofrimento ou exposição indevida sofrida pela vítima em razão da situação constrangedora à qual foi exposta). 

Além do mais, convém que os holofotes sejam direcionados para a pedagogia embutida na decretação de uma penalidade dura e exemplar (em casos da espécie e similares), já que certamente servirá pra desestimular os ofensores (e aliados) a insistirem na conduta reprovável e mesquinha que deu origem ao dano. 

Como ANÔNIMO ou PERSONAGEM.

 

segunda-feira, 3 de maio de 2021

O "PRAGMATISMO CHINÊS" - José Nilton Mariano Saraiva

 

O “PRAGMATISMO CHINÊS” – José Nilton Mariano Saraiva

Sábios, pacientes e pragmáticos, os chineses não dão murro em ponta de faca e nem admitem marola com coisa séria. E por serem muito criteriosos em tudo o que fazem, é que atingiram a condição de maior potência do mundo, da atualidade. Não entram em aventuras que venham a lhes causar problemas futuros, daí só investirem quando o retorno é certo e onde haja a garantia de manutenção das regras por parte de um governo institucionalmente estável.

Especialmente em termos econômico-financeiros, o rigor na “seletividade” dos parceiros é sua marca maior, beirando ao extremismo. Em assim procedendo, o chinês não se deixa ludibriar por qualquer canto de sereia e não desembarca em nenhum desses portos chinfrins da vida.

Por isso, e embora a desonesta mídia brasileira haja adotado um silêncio sepulcral sobre, é gratificante tomar conhecimento, e tratar de difundir aqui e alhures, que o “pragmatismo chinês” prevaleceu mais uma vez, porquanto, mesmo com o vendaval de denúncias e a posterior confirmação de malfeitos perpetrados por alguns aloprados na Petrobras (sem a participação do então chefe do poder executivo), resolveram investir pesado na empresa, concedendo-lhe um empréstimo de estratosféricos U$ 3.500.000.000,00 (três bilhões e quinhentos milhões de dólares) além de acenarem com a perspectiva da concessão, mais adiante, de novos e portentosos investimentos. E isso, repita-se, apesar de toda a campanha negativista e malévola encetada contra aquela estatal e seus funcionários por uma oposição raivosa e sectária e difundida com estardalhaço por uma mídia corrupta e desonesta.

E os chineses fizeram tal opção por uma razão simplória e objetiva, mas que alguns maus brasileiros (incensados por políticos corruptos e irresponsáveis), teimam em querer manter à sombra: é que, independentemente das dificuldades momentâneas que atravessa, a Petrobras é, sim, uma das maiores empresas do mundo em termos de prospecção e extração de petróleo em águas profundas (em face da sofisticada tecnologia de ponta que desenvolveu ao longo dos anos) e que lhe permitiu descobrir as fabulosas e até então virgens jazidas do pré-sal a 7.000 metros de profundidade e a milhares de quilômetros de distância da costa brasileira (um feito inigualável).

Além do que, o que se comenta entre especialistas (e os chineses devem ter tomado conhecimento, evidentemente) é que hoje a Petrobras estaria até “economizando” em investimento pelo fato de os poços do pré-sal serem mais produtivos que o esperado. Por exemplo: num poço em que se previa produzir 15 mil barris/dia, em média produz, hoje, 25 mil barris a cada 24 horas. E isso, queiram ou não admitir os “eternamente do contra” (sempre de plantão) é uma monstruosidade, em qualquer idioma, tendo em vista que no Mar do Norte a média é 15 mil barris de petróleo por poço/dia e, no Golfo do México, são 10 mil barris de petróleo por poço/dia. Pois bem, no campo de Lula, um só poço produz tanto quanto um do Mar do Norte e outro do Golfo do México, SOMADOS. E mais: alguns dos poços do pré-sal chegam a produzir, entre óleo e gás, 45 mil barris/dia de média e na produção do poço de Libra espera-se rendimento de 50 mil barris diários.

Assim, a alvissareira perspectiva é que, como o faz hoje a pragmática China, no mundo sempre haverá alguém para “negociar/conceder” créditos a uma empresa detentora de um capital intangível insuspeito e que literalmente se acha fincada sobre as maiores jazidas de petróleo recentemente descobertas. Portanto, a tendência é que depois da casa arrumada novos e potenciais parceiros deverão aportar por essas bandas em breve.

Conclusão: mesmo ante a ação criminosa naquela estatal de meia dúzia de “bandidos engravatados” (de alta periculosidade), de par com mafiosos políticos e empresários inescrupulosos – cujo objetivo maior SEMPRE FOI, É E SERÁ entregar o pré-sal à “gringarada” – tal não ocorrerá.

Isso porque, detentora de tantos predicados, a Petrobras impor-se-á sobre o vendável de falcatruas de que foi vítima – apesar da recorrente e desesperada tentativa da “tucanalhada” de enxovalhá-la e denegri-la, dia a dia.

No mais, aprendida a lição (mesmo que de forma traumática e dolorosa), a partir de então é tratar de blindá-la hermeticamente, visando obstar qualquer outra “investida bandida’, principalmente da abjeta e desprezível classe política brasileira.

E O PRIMEIRO PASSO PARA ISSO SERÁ SUFRAGAR LULA DA SILVA EM 2022.



domingo, 2 de maio de 2021

O "PRESENTEAR" COM LIVROS - José Nilton Mariano Saraiva

 O “PRESENTEAR” COM LIVROS - José Nilton Mariano Saraiva

Dentre as muitas variáveis que caracterizam o pleno exercício da cidadania, o acesso à leitura deveria constituir-se peça necessária, primordial e absolutamente imprescindível.

E, na contemporaneidade, quando a competição por um lugar ao sol é das mais acirradas, evidente que a falta de leitura impossibilita o acesso de muitos a um outro mundo, obsta-o de ter uma visão mais abrangente da realidade, escraviza-o à criminosa permanência na longa noite da escuridão e da ignorância.

Não há, pois, atitude mais nobre e digna do que possibilitar aos que não têm condição, a perspectiva de descortinar um novo horizonte, de abrir novas portas, de agregar valores outros. E isso é feito, primordialmente, através da leitura.

Pois bem, viciados na leitura desde tempos imemoriais, e à época sabedores do lançamento do livro (de circulação restrita) “DIREITO À MEMÓRIA E À VERDADE (Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos”, editado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, contatamos o conterrâneo Elmano Rodrigues Pinheiro, funcionário da Editora da Universidade de Brasília (que não conhecemos pessoalmente) buscando saber da possibilidade dele nos orientar como poderíamos adquiri-lo.

E aí, a surpresa agradabilíssima: é que, ao galgar o conceituado posto de produtor gráfico na Universidade de Brasília, entendeu ele ser chegada a hora de disseminar bibliotecas e distribuir livros pelo Brasil afora, doar-se de corpo e alma aos menos favorecidos, possibilitar-lhes o acesso à cidadania através do saber e do conhecimento.

Por conta própria, ser uma espécie de “multiplicador da cultura” ou “inusual farol de um porto seguro”. E tudo isso, anonimamente, sem propaganda, sem alarde, sem fazer barulho nenhum, sem contar com qualquer verba de quem quer que seja. Trabalho de formiguinha: solitário, persistente, incansável, sofrido, mas... gratificante.

Certamente que apegado e imbuído àquela filosofia de “fazer o bem sem olhar a quem”, adotou o revolucionário e estimulante lema de que “O LIVRO PRECISA IR ONDE O LEITOR ESTÁ”, daí já ter distribuído livros para mais de 200 (duzentas) bibliotecas nordestinas (dentre as quais cerca de 50 do seu querido Ceará), perfazendo um total de mais de um milhão de livros doados. Que outros sejam estimulados a seguir seu exemplo.

Existe atitude mais nobre que o “PRESENTEAR” COM LIVROS” ???

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Post Scriptum: sem qualquer custo (foi encaminhado através de um caminhoneiro), o "livrão/livraço", tem exatas 500 páginas, mede 30 x 23 x 04cm, pesa uns 03 kg e contém informações pormenorizadas e relevantes de milhares de vítimas da Ditadura Militar.

 

sexta-feira, 30 de abril de 2021

ATENÇÃO "REDOBRADA" - José Nilton Mariano Saraiva

 ATENÇÃO “REDOBRADA” - José Nilton Mariano Saraiva


Em sendo um país de dimensões continentais, naturalmente que o Brasil se nos apresenta bastante heterogêneo no que concerne às suas diversas regiões, em termos mercantis, climático, mercadológico, cultural, esportivo e por aí vai.


Adstringindo-se apenas a duas dessas regiões, porquanto emblemáticas da diferenciação, constata-se que enquanto no “Sul-Sudeste” impera um clima ameno e propício às mais diversas culturas, no “Nordeste” desde sempre a inclemência do sol, aliada à falta de chuvas resulta em imensas dificuldades para sua população, daí a necessidade de um atendimento governamental prioritário para com esta parte do Brasil, sintetizado, lá atrás, na fala do “Imperador-bufão” Dom Pedro, que teria garantido que, se necessário fosse, venderia até a última joia da coroa a fim de atenuar o sofrimento do povo nordestino.


Se verdadeira ou não tão demagógica intenção, fato é que, de lá até cá a ideia de um tratamento diferenciado para a Região Nordeste ganhou destaque, até que, durante a Assembleia Nacional Constituinte (1988), restou reconhecida a urgente necessidade da criação de um “fundo-financeiro” específico que propiciasse a obtenção e alocação de “recursos estáveis” para Região.


Estava criado o FNE (Fundo Constitucional de Desenvolvimento do Nordeste), com recursos advindos da “renúncia fiscal” do Imposto de Renda, por parte de pessoas físicas e jurídicas. Para geri-lo e administrá-lo, uma instituição com “expertise” em Nordeste, porquanto criada com essa precípua finalidade pelo presidente Getúlio Vargas nos primórdios da década de 1950: o Banco do Nordeste do Brasil S.A. (BNB).


E, em sã consciência, ninguém pode negar que essa parceria foi e é pra lá de eficiente, exitosa e eficaz, porquanto, a partir de então a Região Nordeste deu um salto qualitativo imenso, por conta de ações planejadas e executadas tanto no campo (agricultura) quanto na zona urbana (via industrialização), graças ao financiamento e assessoramento técnico daquela instituição.


Assim, hoje temos um moderno e multifacetado segmento industrial, dos mais heterogêneos e qualificados, que nada fica a dever aos grandes parques industriais do mundo, além de cidades modernas e acolhedoras, de par com uma agricultura diversificada e não mais sazonal, já que, graças a um processo irrigatório ainda incipiente (daí a necessidade comprovada de que a transposição do Rio São Francisco seja concluída o mais breve) produz alimentos e cereais outros, de primeira qualidade, inclusive e principalmente para exportação.


Mas, eis que, no decorrer do governo da Presidenta Dilma Rousseff, um real “inimigo íntimo” se nos apresentou, quando da indicação política do malfadado tucano Joaquim Levy, para o Ministério da Fazenda; que, ao assumir, anunciou de pronto a intenção de efetivar um tal “ajuste fiscal”, no bojo do qual havia a intenção de “tungar” irresponsavelmente, em cerca de 30,0% (trinta por cento) os recursos destinados à Região Nordeste, via FNE.


Tal medida, se efetivada à época, representaria sério e indesejável entrave na política de debelar as “desigualdades regionais” (que deveria ser permanente e contínua), porquanto obstaria os planos da Região Nordeste do Brasil de se livrar de vez das amarras do subdesenvolvimento, além de configurar uma despropositada volta ao passado, com tudo de maléfico que perdurou por longos anos; e ainda, atingiria em cheio o BNB, esvaziando-o, porquanto retirando da sua alçada a chancela lhe atribuída lá atrás no governo Vargas, de instituição “indutora do desenvolvimento” nessa carente região do país.


Obstada num primeiro momento, de lá até cá novas investidas sobre ingerências nos recursos do FNE são uma constante e, pois, necessário a ATENÇÃO REDOBRADA e contínua por parte dos diversos segmentos sociais da região, visando “obrigar” a classe política nordestina a formar um “pool multipartidário” objetivando tomar uma atitude drástica de objeção ao pretendido desde a época do malfadado “ministro tucano”, anulando um receituário que só interessa aos não conhecedores das agruras nordestinas.





quinta-feira, 29 de abril de 2021

O "RESSURGIMENTO DO NAZUSMO" - José Nilton Mariano Saraiva

 

O “RESSURGIMENTO DO NAZISMO” - José Nilton Mariano Saraiva

No tempo do nazismo comandado por Hitler, milhões de seres humanos foram dizimados sem dó nem piedade por “FALTA DE AR”, mas ninguém tinha que assistir àquela cena pavorosa de terror explícito (a coisa era “discretíssima”, entre quatro paredes, nas câmaras de gás, e o resultado podia ser conferido pela fumaça “presumivelmente fedorenta” que escapava pelas chaminés dos fornos crematórios de Auschwitz-Birkenau).

Hoje, com o “neo” Hitler em ação (o Bozo) as pessoas são dizimadas pela mesma “FALTA DE AR”, só que ao vivo e a cores e em ambientes refrigerados, sob o olhar apavorado de médicos e enfermeiras, estressados, sofridos e impotentes por nada poder fazer (ou alguém tem alguma dúvida sobre ???).

Enquanto isso, comenta-se que ao conceder entrevista em Palácio, o incompetente Ministro da Economia, Paulo Guedes, sem o menor constrangimento afirma que a morte de muitos idosos servirá para ALAVANCAR o tal PIB.

Que porra de governo é esse onde o PIB se sobrepõe à vida humana ???

 

   

400.000 MORTES - José Nilton Mariano Saraiva

400.000 MORTES – José Nilton Mariano Saraiva

Bolsonaro tomou posse em janeiro/2019 e, portanto, faz 2 anos e 4 meses que lá está, cumprindo a promessa de campanha de “DESCONSTRUIR” tudo o que encontrasse pela frente e que não lhe agradasse (conforme discurso proferido antes da posse e veiculado na mídia, numa reunião com executivos americanos, lá nos Estados Unidos).

Já a Covid 19 surgiu por aqui em março/2020 e, portanto, faz 1 ano e 1 mês que está entre nós, fazendo o que gosta e é da sua natureza, “DESTRUINDO” vidas.

Ou seja, foi sob o governo do Bozo que a Covid 19 chegou e encontrou campo fértil para instalar-se entre nós, porquanto solenemente ignorada pelo próprio, já que considerada apenas e tão somente uma “gripezinha”, um “resfriadinho” que logo iria embora.

Dúvidas inexistem, pois, que as 400.000 mortes ocorridas até aqui poderiam ter sido significativamente reduzidas (em pelo menos dois terços, segundo especialistas), se a pandemia houvesse sido tratada com o devido respeito (e temor, evidentemente).

Só pra se ter uma ideia da extensão amazônica da nossa tragédia: segundo o censo de julho de 2020 no Brasil existem hoje 5.570 municípios (100,0%) e desses, apenas 64 (1,14%) têm a população superior a 400.000 habitantes; nos demais 5.506 (98,86%) municípios a população é menor que 400.000 habitantes (inclusive algumas capitais).

400.000 mortes em 1 ano e 1 mês (13 meses) significam 30.769 mortes por mês (4.419 municípios têm população menor que isso), ou 1.026 mortes por dia.

O apavorante em tudo isso, e que causa calafrios no mais insensível dos seres humanos (menos ao Bozo, claro) é que, por irresponsabilidade dele existe uma tendência real que esse número de mortes não pare de crescer e de forma incontrolável, já que não adquirimos vacina no tempo devido e, agora, mendigando aqui e ali, não vamos suprir nunca nossas necessidades (até porque membros do governo, liderados pelo próprio Bozo, não cansam de comprar briga sem necessidade com dois dos principais produtores de imunizantes do mundo, China e Rússia).

Pra completar, ainda temos que tomar conhecimento da manifestação fúnebre do incompetente Ministro da Fazenda, Paulo Guedes, segundo a qual o elevado número de mortes de idosos seria positiva para uma melhoria do PIB (se verdade, deveria ser preso e ficar incomunicável pelo resto da vida).

quarta-feira, 28 de abril de 2021

COMO CHEGAMOS A ISSO ??? - José Nilton Mariano Saraiva

COMO CHEGAMOS A ISSO ??? – José Nilton Mariano Saraiva

 

Nos primórdios da pandemia que assola o mundo, irresponsavelmente e por questões ideológicas, o idiota que colocaram na Presidência da República (o Bozo) tratou com desprezo a vacina oriunda da China, rotulando-a como “VACHINA  e afirmando que o Brasil não a utilizaria por ser de um país comunista (o alienado desconhece – ou finge desconhecer, por burrice - que todas as vacinas produzidas no mundo precisam de um certo ingrediente chinês para se viabilizarem, tornarem-se vacina).

 

Mais à frente, o “debilóide” que houvera sido nomeado Ministro das Relações Exteriores (por indicação de um dos bananas filhos-numerais) tratou de “escrachar” ainda mais com aquele país asiático, tratando-o de forma pejorativa e nem um pouco respeitosa, o que quase provoca o rompimento das relações diplomáticas-comerciais entre os dois países. A coisa assumiu proporções tão graves que o governo chinês literalmente exigiu desculpas públicas e providências efetivas sobre; assim, mesmo a contragosto o “debilóide” teve que ser defenestrado do cargo/função.

 

Eis que agora, numa reunião entre componentes do próprio governo, o desmoralizado e incompetente Ministro da Economia, Paulo Guedes (indicado também por um dos bananas filhos-numerais) afirma de forma contundente que “A CHINA INVENTOU O VÍRUS” e que “SUA VACINA NÃO É EFICIENTE”; ao ser alertado que a reunião estava sendo gravada, pediu que deletassem o que dissera (debalde, porquanto as redes sociais já haviam publicizado).

 

Na saída da reunião, já com a imprensa  em seu pé querendo uma explicação qualquer pra tão esdrúxula afirmação, com a cara mais lisa do mundo e visivelmente constrangido, o idiota afirma que houvera sido mal interpretado, que não queria dizer o que disse, que aquilo teria que ser relevado e que tinha tanto respeito pela China que já houvera se vacinado ..... com a vacina chinesa (atitude de canalha).

 

A propósito, o atual chefe da Casa Civil do governo, um milico que não vale a pena nem citar o nome, nos forneceu pistas de que, mesmo com seu passado de atleta, o Bozo estaria sendo catequisado a tomar a vacina (na verdade, em comum acordo entre as partes, arma-se o circo para que o Bozo, numa atitude de pseudo respeito à China, reúna a imprensa e publicamente se deixe vacinar.... com uma vacina chinesa). Uma “rendição” digna do próprio.

 

No mais, não custa lembrar que alguns meses atrás, quando participava animadamente e sem máscara, de manifestações organizadas por seu adeptos, o Bozo fez questão de levar a uma delas o atual  Presidente da Anvisa, a fim que aglomerasse junto aos seus, mesmo que indo de encontro às determinações da própria Anvisa (e lá estava ele risonho e feliz, pra agradar o chefe).

 

Hoje, com o Brasil necessitando desesperadamente de vacinas, a Anvisa (do próprio) decide que a vacina russa Sputnik V (que já é usada com sucesso na própria Rússia e em quase 100 outros países) não serve para o Brasil, tanto que até as negociadas por governos estaduais não serão liberadas (os governadores prometem reagir).

 

Fato é que atingiremos assombrosas e inadmissíveis 400.000 (quatrocentos mil) mortes em um ano (reais, de ser humano, carne e osso) amanhã, não temos mais vacina sequer para ofertar a segunda dose aos componentes do grupo prioritário que tomaram a primeira (portanto fica comprometida a imunização) e restam ainda serem vacinados incríveis e impressionantes 87,0% (oitenta e sete por cento) da população brasileira (e com a primeira dose).

 

Como o (des)governo desse bucéfalo brigou com a China (por ser comunista), descarta a vacina da Rússia  (por seu comunista) e não vai mais poder contar com vacinas da Índia (maior produtor de vacinas de mundo, mas que atualmente “queima” os milhares de cadáveres do vírus em horripilantes fogueiras a céu aberto) o nosso futuro – como povo e como nação - é algo difícil até de imaginar. E provoca calafrios.

 

Post Scriptum:

 

Só pra completar: a China é, hoje, o nosso maior parceiro comercial; tanto importamos como exportamos um portfólio de produtos os mais diversos e em quantidades superlativas: petróleo, minério, grãos, carnes, automóveis e mais uma infindável gama de produtos. Deixar de contar com a China será o “pior dos mundos”. Agora, o duro é saber que isso foi produzido por uma “besta”.