Zuleika Angel Jones, conhecida como Zuzu Angel, (Curvelo, 5 de junho de 1923 — Rio de Janeiro, 14 de abril de 1976) foi uma estilista brasileira, mãe do militante político Stuart Angel Jones e da jornalista Hildegard Angel.
por José do Vale Pinheiro Feitosa
Viva junto à alma mais próxima e compreenda que a proximidade é a medida da distância. Que a distância que os separa é este movimento maravilhoso da matéria e da energia. A maravilha é apenas esta surpresa porque esta proximidade é tão diminuta entre os dois e é a inesperada distância.
José do Vale P Feitosa
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Zuzu Angel
Zuleika Angel Jones, conhecida como Zuzu Angel, (Curvelo, 5 de junho de 1923 — Rio de Janeiro, 14 de abril de 1976) foi uma estilista brasileira, mãe do militante político Stuart Angel Jones e da jornalista Hildegard Angel.
Victor Assis Brasil
Victor Assis Brasil (Rio de Janeiro, 28 de agosto de 1945 — Rio de Janeiro, 14 de abril de 1981), foi um saxofonista brasileiro e um dos mais aclamados instrumentistas do jazz nacional
Sociologia Familiar - Ulisses Germano
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Don't let it die - Por José do Vale Pinheiro Feitosa
O LAGAR DO MEU AVÔ- Por Barbosa Tavares
DIANA, A VERDADE DO MITO- Barbosa Tavares
Horas Rubras
Horas profundas, lentas e caladas
Feitas de beijos rubros e ardentes,
De noites de volúpia, noites quentes
Onde há risos de virgens desmaiadas...
Oiço olaias em flor às gargalhadas...
Tombam astros em fogo, astros dementes,
E do luar os beijos languescentes
São pedaços de prata p'las estradas...
Os meus lábios são brancos como lagos...
Os meus braços são leves como afagos,
Vestiu-os o luar de sedas puras...
Sou chama e neve e branca e mist'riosa...
E sou, talvez, na noite voluptuosa,
Ó meu Poeta, o beijo que procuras!
Florbela Espanca, in "Livro de Sóror Saudade"
BEIJO NA BOCA Martha Medeiros
UM NOVO VERSO- Por Rosa Guerrera
APAGUEI MAIS UMA PAISAGEM DA MINHA JANELA DE VIDA ( NEM SEI QUANTAS JÁ APAGUEI ) .
MINHAS PEGADAS VÃO FICANDO PERDIDAS NUM TEMPO QUE SE FOI...
ENQUANTO AS VERDADES ABERTAS TEIMAM EM ME FAZER CONTINUAR .
A ALEGRIA DO POETA FOI E SERÁ SEMPRE A ESPUMA DE UMA DOCE BEBIDA QUE DEIXA NO FIM UM SABOR DIFERENTE NA BOCA.
ENXUGO A LÁGRIMA E DIVISO NOVA PAISAGEM NO VASTO HORIZONTE ...
PRECISO IR EM FRENTE ...SEGUIR!
ESQUECER TALVEZ DE LEMBRAR, OU ATÉ LEMBRAR VEZ EM QUANDO O QUE DEVE SER ESQUECIDO...
NÃO IMPORTA!
UM SORRISO PARA O QUE SE FOI... E UM SORRISO PARA O QUE VIER.
NASCE ASSIM UM NOVO VERSO...
Eu, Modo de Usar:- Por Martha medeiros
Rosa Passos
BEM TE VI - Teresa Barreto de Melo Peretti

Bem-te-vi.
Bem-te-vi, pássaro do meu bem querer.
Bem quem te vê.
Bem que te quero
povoando o jardim do meu Recanto,
regando os arvoredos de alegria,
bebendo do orvalho e do perfume da natureza,
adoçando a vida com o mel das flores.
De papo amarelo, bico longo e forte, agudo é o teu canto.
Bem- te- vi, bem - te- vi, o teu canto soa o teu nome.
O teu cantar embala os meus sonhos.
O teu cantar me traz felicidade e recordações de tempos de outrora,
onde esse cantar soava em outros jardins; no jardim da minha infância.
A saltitar entre as árvores do meu jardim,
um canto escolheste para construir o teu refúgio. Sabiamente, entre as folhagens secas e pequenos cipós, arquitetaste o teu ninho, para, comodamente, abrigar a sua cria.
Atento, acalenta e alimenta os seus filhotes, protegendo-os dos predadores, até o momento de libertá-los para o mundo.
E, assim, a tua vida continua. Voando, suavemente, entre campos e campinas, entrando e saindo dos quintais e jardins, sem pedir licença, tão grande é a tua liberdade.
No meu Recanto, fico a imaginar quantas belezas tu avistas
e o quanto tu encantas o meu coração.
Na leveza de tuas asas, sentimentos de paz.
Voa, voa, bem-te-vi.
Voa na velocidade dos meus pensamentos.
Com os teus vôos rasantes, povoas outros jardins, levando a tua pureza e o teu encantamento,
mas, não esqueças que o jardim do Recanto do meu peito é o canto do teu cantar.
Bem-te-vi , pássaro do meu querer.
Fica feliz quem bem te vê, oh, pássaro feliz!
Maria Teresa Barreto de M. Peretti – (Tetê)
Chico Anísio - Por Norma Hauer
Norma
A nossa identidade antropológica - por José do Vale Pinheiro Feitosa
De Nicodemos para Everardo Norões
terça-feira, 12 de abril de 2011
POEMAS DE ISOPOR: COISA COM COISA - por Ulisses Germano
Simplesmente ótimo !!! Não sei quem escreveu, mas quem assina é o TREMA ...
É uma tremenda aula de criatividade e bom humor, por sinal, com acentuada inteligência. A consequência não poderia ser outra: uma agradável leitura...
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Despedida do TREMA
Estou indo embora. Não há mais lugar para mim. Eu sou o trema. Você pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüíferos, nas lingüiças e seus trocadilhos por mais de quatrocentos e cinqüentas anos.
Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora. Fui expulso pra sempre do dicionário. Seus ingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes!...
O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra U se disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. Os dois pontos disseram que eu sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto ele fica em pé.
Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C cagão que fica s e passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E também tem aquele obeso do O e o anoréxico do I. Desesperado, tentei chamar o ponto final pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de reticências, mas ele negou, sempre encerrando logo todas as discussões. Será que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?... A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K e o W, "Kkk" pra cá, "www" pra lá.
Até o jogo da velha, que ninguém nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que aliás, deveria se chamar TÜITER. Chega de argüição, mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega de piadinhas dizendo que estou "tremendo" de medo. Tudo bem, vou-me embora da língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alemão, lá eles adoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vão agüentar!...
Nós nos veremos nos livros antigos. Saio da língua para entrar na história.
Adeus,
Trema.
Escritura amorosa - socorro moreira
Simone de Beauvoir
Simone de Beauvoir (9 de janeiro de 1908 - 14 de abril de 1986), filósofa, ensaísta e escritora francesa.
A morte parece menos terrível quando se está cansado.
Simone de Beauvoir
O homem é livre; mas ele encontra a lei na sua própria liberdade.
Simone de Beauvoir
Eu passava muito bem sem Deus e, se utilizava o seu nome, era para designar um vazio que tinha, a meus olhos, o clarão da plenitude.
Simone de Beauvoir
Por vezes a palavra representa um modo mais acertado de se calar do que o silêncio.
Simone de Beauvoir
O escritor original, enquanto não está morto, é sempre escandaloso.
Simone de Beauvoir
Não se pode escrever nada com indiferença.
Simone de Beauvoir
O homem sério é perigoso, pode transformar-se em tirano.
Simone de Beauvoir
Todas as vitórias ocultam uma abdicação.
Simone de Beauvoir
Viver é envelhecer, nada mais.
Simone de Beauvoir
O compromisso multiplica por dois as obrigações familiares e todos os compromissos sociais.
Simone de Beauvoir
Em todas as lágrimas há uma esperança.
Simone de Beauvoir
AMANHÃ

PATATIVA DO ASSARÉ
ANTÔNIO GONÇALVES DA SILVA
ASSARÉ-CE = 1909-2002
Amanhã, ilusão doce e fagueira,
Linda rosa molhada pelo orvalho:
Amanhã, findarei o meu trabalho,
Amanhã, muito cedo, irei à feira.
Desta forma, na vida passageira,
Como aquele que vive do baralho,
Um espera a melhora no agasalho
E outro, a cura feliz de uma cegueira.
Com o belo amanhã que ilude a gente,
Cada qual anda alegre e sorridente,
Como quem vai atrás de um talismã.
Com o peito repleto de esperança,
Porém, nunca nós temos a lembrança
De que a morte também chega amanhã.
A cultura dos atentados - Emerson Monteiro
SIDERAL - por Stela Siebra
Oriente-se pela balança!
Busque o equilíbrio.
Navegar-Por Rosemary Borges Xavier
Bolo Chiffon
• Ingredientes
• 1 xicara chá de água
• 10 colheres sopa de frutose
• 3 claras
• 5 gotas de essencia de baunilha
1. Ferva a água e a frutose até engrossar e formar uma calda amarelada
2. Bata as claras em neve e adicione lentamente a calda quente, batendo sempre
3. Junte a essência de baunilha e misture até encorporar.
* Ingredientes
* - meia xícara (chá) de açúcar
* - 1 colher (sopa) de manteiga
* - 6 gemas
* - 1 lata de Leite Moça
* - 1 vez a mesma medida de leite de coco
* - 1 pedaço de casca de limão
* Modo de Preparo
1. Misture o açúcar com 3 colheres (sopa) de água e leve ao fogo baixo, sem mexer,até formar uma calda em ponto de pasta
2. Junte a manteiga e retire do fogo
3. Passe as gemas por uma peneira e junte-as à calda
4. Acrescente o Leite Moça, o leite de coco e a casca de limão
5. Mexa bem e leve
6. novamente ao fogo baixo, sem parar de mexer, com uma colher de pau até obter consistência cremosa
Olhares e beijos- por socorro moreira
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| Foto de Daniela Moreira |
CAFÉ- Por Everardo Norões
Entre as raízes e o olho do pé de macaúba - por José do Vale Pinheiro Feitosa
Por José do Vale Pinheiro Feitosa
Nota de Ulisses Germano
Ulisses Germano












