por José do Vale Pinheiro Feitosa
Viva junto à alma mais próxima e compreenda que a proximidade é a medida da distância. Que a distância que os separa é este movimento maravilhoso da matéria e da energia. A maravilha é apenas esta surpresa porque esta proximidade é tão diminuta entre os dois e é a inesperada distância.
José do Vale P Feitosa
domingo, 4 de setembro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Pérola da MPB
Recomeçar
Elton Medeiros
Recomeçar do restou de uma paixão
Voltar de novo à mesma dor sem razão
guardar no peito a mágoa sem reclamar
Acreditar no sol da nova manhã
Dizer adeus e renunciar
Vestira a capa de cobrir solidão
Para poder chorar
Somente o tempo faz a gente lembrar
Do sofrimento que não quis perdoar
E todo mal reprimido
Pode afinal nos deixar
A vida tem seu renascer de uma dor
Toda ferida um dia tem que fechar
E quem secou esse pranto
Pode novamente amar
Composição: Elton Medeiros/Paulinho da Viola
Dia do florista
Rancho das Flores- Vinícius de Moraes
Entes as prendas com que a natureza
Alegrou este mundo onde há tanta tristeza
A beleza das flores realça em primeiro lugar
É um milagre do aroma florido
Mais lindo que todas as graças do céu
E até mesmo do mar
Olhem bem para a rosa
Não há mais formosa
É flor dos amantes
É rosa-mulher
Que em perfume e em nobreza
Vem antes do cravo
E do lírio e da Hortência
E da dália e do bom crisântemo
E até mesmo do puro e gentil malmequer
E reparem no cravo o escravo da rosa
Que é flor mais cheirosa
De enfeite sutil
E no lírio que causa o delírio da rosa
O martírio da alma da rosa
Que é a flor mais vaidosa e mais prosa
Entre as flores do nosso Brasil
Abram alas pra dália garbosa
Da cor mais vistosa
Do grande jardim da existência das flores
Tão cheias de cores gentis
E também para a Hortência inocente
A flor mais contente
No azul do seu corpo macio e feliz
Satisfeita da vida
Vem a margarida
Que é a flor preferida dos que tem paixão
E agora é a vez da papoula vermelha
A que dá tanto mel pras abelhas
E alegra este mundo tão triste
No amor que é o meu coração
E agora que temos o bom crisântemo
Seu nome cantemos em verso e em prosa
Porém que não tem a beleza da rosa
Que uma rosa não é só uma flor
Uma rosa é uma rosa, é uma rosa
É a mulher rescendendo de amor
CRATO ASSIM COMO LÍGIA DO TOM JOBIM - por José do Vale Pinheiro Feitosa
Louvar-te sem esquecer teus pés de barro.
Amar-te tomando conta das tuas traições.
Sentir o sabor doce de tuas lembranças sabendo-as artifícios sobre o amargor.
E como Tom Jobim, no jamais com desejo de sempre, cantar-te.
Eu nunca sonhei com o Crato, / Nunca fui à Siqueira, / Não gosto de dança não vou ao Tênis / Não gosto de bica nem gosto de sal.
E quando de te me lembrei,/ Esqueci foi engano / O seu ponto não sei / Escorri na sarjeta as bobagens de dor / Que eu iria sofrer, não ... Crato Crato
Eu nunca quis vê-la do topo do alto / Num vale sem fim / De corpo pelado na praça bacana / Andar pela serra até o serão
E quando eu me desesperei / Não passou de insônia, a sua casa fechei / Fiz um xote rasgado das lixeiras da vida / Que juntei com você / É ... Crato Crato
E quando você me esquecer / Dos teus braços severos eu vou me vencer / Mas tuas fossas perenes / Me matam mais vezes que um tiro de sal / É... Crato Crato
Colaboração de Ismênia Maia
Definição de Avó
Redação de uma menina de 8 anos e publicado no Jornal do Cartaxo, em Florianópolis.
Uma avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros. As avós não têm nada para fazer, a não ser estarem ali.
Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam nas flores bonitas e nem nas lagartas. NUnca dizem: Some daqui!, Vai dormir!, Agora não!, Vai pro quarto pensar! Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem abotoar os nossos sapatos. Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou então, uma fatia maior. Só elas sabem como ninguém a comida que a gente quer comer.
As avós usam óculos e, às vezes, até conseguem tirar os dentes. As Avós não precisam ir ao cabeleireiro, pois estão sempre com os cabelos arrumadinhos e cheirosas... não precisam de chapinha. Quando nos contam histórias nunca pulam partes e não se importam de contar a mesma história várias vezes. As Avós são as únicas pessoas grandes que sempre têm tempo para nós. Não são tão fracas como dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós.
Todas as pessoas devem fazer o possível para ter uma Avó, ainda mais se não tiverem televisão.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
45 metros - José Nilton Mariano Saraiva
Porque ficamos impressionados com o "gigantismo", fizemos questão de registrar algumas imagens das "pás gigantes" de usinas eólicas (45 metros cada, correspondente a um edifício de 15 andares) objeto da nossa postagem "Ver... pra crer", de alguns dias atrás. As carretas estavam estacionadas por tràs do Hospital da Unimed, começo da BR 116, aqui em Fortaleza. Agora, imaginem o diâmetro e a altura da "base" (do catavento) que receberá três dessas gigantes e o "como" se faz pra fincar tudo isso lá em cima das dunas.
Quando o Tempo É Curto - Aloísio
Quando o Tempo É Curto
Meu caminhar é ligeiro
Tenho que chegar
Onde quero ir
Não há nenhuma parada
Nessa caminhada
Tudo é muito rápido
Com sinal aberto, sigo em frente
Não escuto o cantar dos pássaros
Não vejo as pessoas passarem
Não há tempo para recordações
Atropelo os pensamentos
É tudo real
Assim a vida passa
“Tanta coisa que eu tinha a dizer” (1)
“Num samba curto” (1)
As dúvidas não se dissipam
A vida segue o rumo
Quando o tempo é curto.
(1) Sinal Fechado / Num Samba Curto - Músicas do genial Paulinho da Viola
Meu caminhar é ligeiro
Tenho que chegar
Onde quero ir
Não há nenhuma parada
Nessa caminhada
Tudo é muito rápido
Com sinal aberto, sigo em frente
Não escuto o cantar dos pássaros
Não vejo as pessoas passarem
Não há tempo para recordações
Atropelo os pensamentos
É tudo real
Assim a vida passa
“Tanta coisa que eu tinha a dizer” (1)
“Num samba curto” (1)
As dúvidas não se dissipam
A vida segue o rumo
Quando o tempo é curto.
Aloísio
(1) Sinal Fechado / Num Samba Curto - Músicas do genial Paulinho da Viola
Aldir Blanc
Aldir Blanc Mendes (Rio de Janeiro, 2 de setembro de 1946) é um compositor e escritor brasileiro.
Notabilizou-se como letrista a partir de suas parcerias com João Bosco, criando músicas como Bala com Bala (sucesso na voz de Elis Regina), O Mestre-Sala dos Mares, De Frente Pro Crime e Caça à Raposa.
Um Parque ecológico que não saiu do papel
Por: Ed.Alencar
Seguindo uma trajetória de promessas não cumpridas pelo Governo do Estado do Ceará, o destino da Reserva Ecológica do Sitio Fundão, inserido hoje no projeto GEO-PARK ARARIPE, como um GEO-SÍTIO BATATEIRAS, que nunca se tornou um PARQUE de VERDADE. Vem morrendo em CONSONÂNCIA com a durabilidade dos instrumentos de publicidade do governo, obedecendo a ordem de: PRINCÍPIO MEIO E FIM.
PRINCÍPIO - Em 2008 o Governador Cid Gomes criou o PARQUE ESTADUAL ECOLÓGICO DO SITIO FUNDÃO. Em 2009 na presença de autoridades, professores, estudantes e sociedade, o Governador assinou na URCA em 1 º de junho do referido ano, a ordem de serviço e a liberação de mais de 1 milhão de reais, para a construção da sede do PARQUE no prazo de 180 dias, que criava assim, sede da SEMACE CARIRI, sede da POLÍCIA AMBIENTAL e outros, que não saíram do papel.
MEIO - Em 2010, a reserva passava por um estado de abandono sobre a responsabilidade da SEMACE CARIRI, onde teve inicio as destruições. Os vândalos saquearam e destruíram a Casa de TAIPA de primeiro andar, uma das edificações históricas dentro da reserva, assim como roubo de madeira, além de barramentos dentro do rio barateiras para a pesca predatória, incluindo incêndios na mata e outro delitos.
A reserva contava apenas, com a visitação do Policiamento ao local, onde foi favorável as invasões e destruições, que motivaram a interferência da justiça da Comarca do Crato, pelo Promotor do Meio Ambiente Dr. Pedro Luiz Camelo, que cobrou por diversas vezes do Governo do Estado, as responsabilidades não assumidas para com o PARQUE. Em novembro de 2010 foi realizada na Cidade do Crato, uma AUDIÊNCIA PUBLICA com as presenças de autoridades do governo e representantes dos órgãos da SEMACE, Secretaria de Cultura e outros. Deste encontro, o governo se comprometeu a realizar a reforma da Casa de Taipa, a construção de uma guarita na entrada principal (fechada)e a contratação de seguranças que conta hoje, com um Vigilante de plantão 24 horas, para resguardar somente a casa restaurada.
FIM - Em 2011, com a reeleição do Governador Cid Gomes, e a formação do seu novo secretariado, em março deste, uma grande festa aconteceu dentro da reserva para a inauguração de uma placa do governo, pela restauração da Casa de TAIPA que teve a presença do novo presidente do CONPAM (Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente ) Paulo
Henrique Lustosa, e diante de-
autoridades e o público convidado, prometeu torna realidade o Parque do Sitio Fundão, onde nascia ali, a esperança da revitalização da reserva. A festa acabou, o tempo passou e só promessa ficou. São 97 hectares de mata nativa e de riquezas naturais e uma grande diversidade de madeiras nobres como: Amarelo, Pau-d’arco, Cedro e outros.
Possui também três edificações históricas: Uma Barragem de Pedra feita pelos Escravos em 1877 as margens do rio batateiras, uma Casa de Taipa de primeiro andar restaurada e fechada para o público sem nada expor e um engenho de Pau Tração Animal e Secular, que ficou fora da restauração e hoje esta história MORRE aos poucos, por falta de atitude e pelo descaso do governo do estado, lembrando ser a única relíquia do Crato.
Mais um agravante: O projeto que incluía varias construções da sede do Parque apresentada pelo governador Cid Gomes em 2009 na URCA, foi cancelado, conforme anúncio de representantes do CONPAM. É bom lembrar que o governo ate hoje por iniciativa própria, apenas construiu uma cerca de arame na principal entrada da reserva, cerca esta, que vem sendo roubado arame e estacas. Vale salientar também que as demais fronteiras estão abertas. O vandalismo continua , o roubo de madeira também, assim como gado solto pastando
dentro do Parque e para completar estes lamentos, o governo retirou da reserva, a presença do GERENTE, que o administrava, peça importante criada pela SEMACE de Fortaleza ainda em 2010, onde estava presente no dia-a-dia do PARQUE, como exemplo, o desempenho e a dedicação do Professor Universitário e Ambientalista Mardineuson Sena ,substituído posteriormente pelo Sr. Raimundo funcionário da SEMACE-FORTALEZA. Infelizmente a ausência desta função que era exercida na reserva esta fazendo falta, e LAMENTAVELMENTE o PARQUE volta hoje A ESTACA ZERO, outra vez nas mãos da SEMACE CARIRI responsável que foi pela DESTRUIÇÃO E ABANDONO. É revoltante saber que as autoridades superiores do Estado, não estão tão longe assim, para fazerem vista grossa a INCOMPETÊNCIA registrada no passado pela SEMACE CARIRI, nas questões do Parque Ecológico do Sitio Fundão.
Ressalto aqui, o excelente trabalho e atuação dos agentes do IBDVAMA
(Instituto Brasileiro do Direito e Vida dos Animais e Meio ambiente) que fazem um trabalho voluntário (quando podem), de fiscalização dentro da área.
Já se passaram três anos e a reserva continua fechada para a visitação pública. o cidadão de bem ,é vetado em suas caminhadas e visitações, enquanto os marginais circulam livres com bebedeiras e drogas. O descaso se completa, com o fim das visitas da POLÍCIA AMBIENTAL. As ações negativas para com a reserva, esta representada fielmente pela placa de publicidade do governo, que OSTENTAVAM às PROMESSAS não cumpridas até hoje.
O governo parece nos mostrar, a VOCAÇÂO para a construção do presente, em SELVA DE PEDRA, lembrando ainda, que durante esses três anos de Idas e Vindas do governador Cid Gomes a cidade do Crato, não consta nem um registro de sua visita ao Parque por ele criado.
A família do ecologista JEFERSON DA FRANCA ALENCAR, fundador da reserva, teme pelo seu futuro pelo que viu nestes três anos. Que o seu suor, sangue e lágrima, não tenham sido em vão
A HISTÓRIA SE ESCREVE ASSIM: GOVERNOS PASSAM... E A NATUREZA FICA! PROTEGIDA OU DESTRUIDA. E lá se foram mais de três anos
Eita Crato sofrido... Quantas perdas! Até Padre Cícero teve aqui sua casa destruída, uma história que se foi. Só não destruíram sua cidade.
Meu protesto pelo abandono ao velho engenho
Cada um que lhe visita
Sofre com sua aparência
Tem no seu gemido, súplica
Que implora e pede Clemência
Aquele tempo de glória
Ficou pra trás na história
Só restou triste aparência
Eu sofro por ti também
Velho engenho gemedor
Se eu pudesse te instalava
Em OURO PRETO OU SALVADOR
Pois longe do Ceará
Protegido ia ficar
Teria o justo valor
Ed.Alencar
(Ambientalista, radialista e um ex-herdeiro da reserva)
Baião Da Penha
Composição: David Nasser/Guio de Moraes
.
Demonstrando a minha fé
Vou subir a Penha a pé
Pra fazer minha oração
Vou pedir à padroeira
Numa prece verdadeira
Que proteja o meu baião
Penha! Penha!
Eu vim aqui me ajoelhar
Venha, venha,
Trazer paz para o meu lar.
Nossa Senhora da Penha
Minha voz talvez não tenha
O poder de te exaltar
Mas de bênção padroeira
Pressa gente brasileira
Que quer paz pra trabalhar
Penha, Penha
Eu vim aqui me ajoelhar
Venha, Venha
Trazer paz para o meu lar
Nossa Senhora da Penha de França
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Nossa Senhora da Penha de França ou Nossa Senhora da Penha é um dos nomes que recebe Maria, mãe de Jesus, que acreditam os católicos, apareceu à Simão Vela no norte da Espanha, numa serra chamada Penha de França. Lá, sua festa é comemorada no dia 8 de abril, em São Paulo ocorre a cada 8 de setembro, e em Resende Costa, onde é padroeira , comemora-se no dia 1° de setembro.
Existia no norte da Espanha uma serra muito alta e íngreme chamada Penha de França, na província de Salamanca, na qual o Rei Carlos Magno teria lutado contra os mouros.
Por volta de 1434, segundo algumas fontes históricas no dia 19 de maio, certo monge francês sonhou com uma imagem de Nossa Senhora que estava enterrada no topo de escarpada montanha,em razão de uma guerra entre franceses e muçulmanos, na qual os católicos escondiam suas imagens para não serem destruídas, cercada de luz e acenando para que ele fosse procurá-la. Simão Vela, assim se chamava o monge, durante cinco anos andou procurando a mencionada serra, até que um dia teve indicação de sua localização e para lá se dirigiu. Após três dias de intensa caminhada, pela razão de segundo ele próprio, em seus êxtases ouvir sempre a advertência divina: "Simão, vela e não durma!" (pelo que passou a adotar o sobrenome de Vela, como ficou conhecido), escalando penhas íngremes, o monge parou para descansar, quando viu sentada perto dele uma formosa senhora com o filho ao colo que lhe indicou o lugar onde encontraria o que procurava. Auxiliado por alguns pastores da região, conseguiu achar a imagem que avistara em sonho.
Construiu Simão Vela uma tosca ermida nesse local, que logo se tornou célebre pelo grande número de milagres alcançados por intermédio da Senhora da Penha, e mais tarde ali foi construído um dos mais ricos e grandiosos santuários da cristantade.
[editar] Iconografia da imagem
A imagem comum do título é a do viajante a cavalo, atacado por uma cobra e salvo por um jacaré (versão brasileira do lagarto). No alto vê-se Nossa Senhora da Penha com o Menino Jesus no braço esquerdo e a mão direita estendida segurando às vezes um cetro. Esta representação da Virgem Maria é geralmente em pinturas, pois as esculturas mostram somente Maria com o Menino ao colo.
[editar] Milagres
Um tempo após a famosa batalha de Alcácer-Quibir, uma peste assolou Portugal e como a Espanha se livrara do flagelo graças à intervenção de Nossa Senhora da Penha de França, o Senado da Câmara de Lisboa prometeu à Mãe de Deus construir um grandioso templo, se ela livrasse a cidade da moléstia. Extingui-se a epidemia quase subitamente, a Câmara mandou edificar magnífico santuário naquele local.
Este templo passou a atrair milhares de peregrinos e em certa ocasião um devoto, tendo subido ao alto da penedia vencido pelo cansaço adormeceu. Uma grande cobra aproximou-se para picá-lo quando um enorme lagarto saltou sobre ele despertando-o a tempo de matar a serpente com o seu bastão. Essa é a razão pela qual a imagem de Nossa Senhora da Penha tem aos pés um peregrino, a cobra e o lagarto.
[editar] Começo da veneração da Santa no Brasil
No Brasil, a devoção veio trazida pelos colonizadores portugueses. A primeira ermida em sua honra foi erguida em Vila Velha, na antiga Capitania do Espírito Santo, entre 1558 e 1570 pelo Frei Pedro Palácios, um espanhol fervoroso devoto da santa. Depois foi erguida a da Penha do Irajá (1635).
Na cidade de São Paulo, em 1667, foi erguida uma pequena capela em devoção a Nossa Senhora da Penha de França e, em seu entorno, desenvolveu-se um dos bairros mais antigos, populosos e tradicionais da capital paulistana: a Penha de França, que, atualmente, abriga a antiga igreja matriz (na região conhecida por "igreja velha") e a basílica (conhecida por "igreja nova"), cuja pedra fundamental foi lançada em 1957. Ambos os templos são dedicados a Nossa Senhora da Penha de França e sua data festiva é celebrada a cada dia 8 de setembro.
Devoção a Nossa Senhora da Penha em Resende Costa/MG: Segundo moradores e fiéis, por volta de 1830, talvez alguns anos a mais ou a menos, o então padre residente em Resende Costa, na época Curato, Pe. Antônio de Pádua, após cumprir suas obrigações religiosas, se dirigia para o casarão da chácara Dr. Gervásio e se colocava a esculpir a imagem da então padroeira de Resende Costa, Nossa Senhora da Penha de França. Logo no início do trabalho, o padre escultor plantou algumas palmeiras na estrada da chácara, de um lado e outro. No final do trabalho, tendo a imagem esculpida, a comunidade se colocou em procissão, no dia 1° de setembro (motivo pelo qual Resende Costa dedica esse dia a Nossa Senhora da Penha de França e não o dia 8 de abril, como é próprio da liturgia católica), com a imagem nos ombros, em direção à Igreja Matriz Nossa Senhora da Penha de França, onde passou ocupar o local mais alto do altar-mor, que ocupa até os dias atuais.
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