por José do Vale Pinheiro Feitosa
Viva junto à alma mais próxima e compreenda que a proximidade é a medida da distância. Que a distância que os separa é este movimento maravilhoso da matéria e da energia. A maravilha é apenas esta surpresa porque esta proximidade é tão diminuta entre os dois e é a inesperada distância.
José do Vale P Feitosa
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Tragédia
em Santa Maria: O cinismo da mídia
por Aurélio Munhoz* (CARTA
CAPITAL)
Passadas as primeiras 24 horas após o incêndio que destruiu 231
jovens em uma casa de shows em Santa Maria (RS), o Brasil foca suas atenções
agora na identificação dos culpados por mais esta inominável tragédia urbana.
Natural que seja assim. O que aconteceu neste domingo na cidade
gaúcha foi fruto de uma coleção de indefiníveis aberrações que, por sua extrema
gravidade, causam indignação e merecem punição rigorosíssima.
Ocorre que não são apenas os donos ou os seguranças da casa de
shows, tampouco a Prefeitura de Santa Maria e o Corpo de Bombeiros, que merecem
condenação. O papel que grande parte da mídia está exercendo diante deste drama
humano de proporções colossais, a exemplo do que tem feito em relação a tantos
outros, também se revela abjeto e passível de duríssimas críticas.
A mídia tem todo o direito – e, mais que isto, o dever – de
noticiar tragédias como a que estamos acompanhando, ao vivo e em cores.
Fornecer informações de interesse público é uma das suas atribuições. A morte
de 233 seres humanos, ainda mais nas circunstâncias verificadas na casa de
shows é, obviamente, digna de uma extensa cobertura porque interessa a um
expressivo segmento da sociedade.
As escolas de jornalismo sérias ensinam, porém, que o tratamento
de assuntos desta natureza pressupõe cuidado extremo. Não por acaso. É tênue,
muito tênue, o limite que separa a informação de interesse público da notícia
convertida em espetáculo com objetivos escusos.
Infelizmente, muitos colegas da imprensa (deliberadamente,
inclusive) romperam este limite no caso em análise. Boa parte da mídia está
fazendo a cobertura da tragédia de Santa Maria não com o nobre propósito que
deveria motivá-la – garantir que aberrações como esta não se repitam, algo
possível por meio da divulgação permanente de informações corretas e isentas,
fruto de pesquisa e investigação sérias, revelando seu compromisso com a
sociedade.
Seu propósito é outro – absolutamente vil, porque imoral e oculto:
converter a tragédia dos meninos de Santa Maria em um grande espetáculo
midiático com o objetivo de garantir audiência cativa. De preferência, às
custas das lágrimas do público. É o que se chama, em Teoria da Comunicação, de
“espetacularização” da notícia, ou seja, a sua conversão em um agente não do
bom jornalismo, mas do entretenimento e do cinismo, porque dá a falsa impressão
de que o compromisso primeiro desta mídia é com o público, quando o é de fato,
acima de tudo, com seus patrocinadores.
É um Big Brother de verdade, formado não por beldades vulgares e
sem cérebro, do tipo que costumam freqüentar os realities shows, mas por
cidadãos respeitosos vítimas da irresponsabilidade humana. Sensacionalismo, em
uma palavra, como nos tempos do programa Aqui
Agora, extinto em 1997. Mais brando, é verdade, mas uma forma de
sensacionalismo, de todo modo.
Foi o que aconteceu durante todo o dia da tragédia, quando, por
exemplo, até programas dominicais exclusivamente de entretenimento – inclusive
os conduzidos por não jornalistas – consumiram horas a fio tratando do tema,
mas em tom predominantemente emocional e policialesco, e não informativo.
Tampouco estes veículos sinalizaram o interesse de incluir este tema (a
segurança em casas de shows) em uma agenda permanente de debates.
É claro que não se pode descartar o componente fortemente
emocional que permeia uma tragédia como esta, mas quando se exagera na ênfase
deste aspecto – sobretudo quando esta iniciativa parte de programas
exclusivamente de entretenimento, aos quais não cabe o perfil de noticiosos – e
quando se aborda este tema de maneira superficial gera-se desconfiança sobre os
reais propósitos que margeiam a divulgação do fato.
Não se trata de uma novidade. O histórico de grande parte da mídia
é profícuo neste gênero de cinismo, no âmbito das tragédias humanas. Cito
apenas um caso, já clássico na cronologia de aberrações da mídia: o terremoto
no Haiti, que completou três anos em 12 de janeiro e matou 316 mil pessoas,
convertendo-se em um das maiores tragédias provocadas por causas naturais da
humanidade. Entre elas, Zilda Arns, médica gaúcha fundadora da Pastoral da
Criança.
Fontes ligadas à própria Pastoral da Criança, que continua atuando
na região, informam que pouca coisa mudou de lá para cá. O portal IAI
(International Alliance of Inhabitants) vai além. Comunica que, três anos após
o terremoto, depois do bombardeio inicial de notícias sobre o desastre, o Haiti
foi praticamente esquecido pela grande mídia e pelos organismos de ajuda
internacionais. Mais de 370 mil pessoas continuam vivendo em abrigos temporários,
em péssimas condições. E, o que é quase tão grave, 78 mil (21% do total)
ameaçam ser despejadas. Não bastasse tudo isto, apenas 1/3 da ajuda prometida,
inclusive pela ONU (Organização das Nações Unidas), chegou às mãos do
presidente Michel Martelly.
Não é a grande mídia a culpada por isto, evidentemente, mas é de
se perguntar por que um problema desta gravidade é solenemente ignorado pela
imprensa, que, por sinal, só trata do Haiti ultimamente para criticar a
presença dos militares brasileiros no país, algo plenamente justificável pela
necessidade de combater os roubos, estupros, a violência e demais atos
criminosos nos acampamentos.
Perdoem-me os colegas jornalistas que levam sua profissão a sério,
mas não há como não deduzir, do exposto, que o que realmente move a engrenagem
de boa parte da imprensa neste tipo de situação não é exatamente o interesse
público, ou o sentimento de justiça e de solidariedade às vítimas.
O que se deseja é, tão somente, vampirizar as vítimas das
tragédias. Nesta lógica cínica, importa não garantir espaço permanente às
famílias das vítimas das tragédias, mas oferecer generosa cobertura aos seus
dramas apenas durante o curto tempo em que os corpos dos mortos continuarem
rendendo manchetes e as atenções do público. Até, portanto, o surgimento de uma
nova tragédia que abasteça com sangue fresco a sede por dramas humanos novos
dos que chamam isso de jornalismo.
Os meninos que perderam suas vidas neste domingo, bem como suas
famílias, merecem um tratamento bem mais respeitoso – e não serem citados como
vítimas de uma tragédia dantesca para, depois, serem praticamente esquecidos
pela poeira do tempo, o que fatalmente irá acontecer. Cobrem-me isso, aliás,
daqui a alguns meses. Todas as vítimas de todas as tragédias merecem, aliás,
pelo simples fato de que são seres humanos – e não objetos descartáveis a
serviço de empresários e jornalistas que lançam um olho sob os locais das
tragédias e o outro sob os números da audiência. Triste que seja assim.
*Aurélio
Munhoz é
jornalista, sociólogo, presidente da ONG Pense Bicho e secretário do Comupa
(Conselho Municipal de Proteção Ambiental de Curitiba).
Festival Cordas Ágio, por Pachelly Jamacaru
Belíssimo Concerto para "todas as idades", aconteceu ontem no Teatro Municipal com os Alunos-Mestres do Pe. Ágio a quem fora prestada a devida homenagem! Um desfile de talentos Clássicos e Populares. O que de mais importancia ressaltar... A valorização do repertório dando ênfase às músicas dos artistas do Cariri. Bravôoooo!
A vida é uma tômbola- por socorro moreira
Ninguém prevê, ninguém decide, ninguém escolhe...Não existe livre arbítrio.
Ao mesmo tempo, fazemos escolhas aleatórias, ditadas pela intuição ou sensatez.
Melhor deixar o coração falar, sem esquecer a lógica. Melhor é muito não
pensar, ou pensar bastante, e desistir!
Não existe fórmula. Existe destino!
A dor do mundo se mistura às nossas dores. Difícil deixar o coração tranquilo.
A mesma insegurança que nos faz perder é a mesma que nos protege, nos fortalece,
prevenindo resultados adversos. A gente com o passar dos tempos vai ficando
mais frio, chorando menos, e transformando a doçura em amargura.
Como não perder a ternura?
Como não perder a ternura?
Ela nos salva da infelicidade. Ela nos transforma em generosidade.
Noutros planos, imateriais, perdemos a identidade física. A dor do mundo é a dor da alma. Inferno é não poder fazer nada. Céu é alterar o curso da dor.
É fazer o milagre. É estabelecer a paz, nas perdas, e a plenitude nos ganhos... Sejam grandes ou pequenos.
Viver é lutar a cada dia por passos no caminho que é nosso, mas reúne
outros, infinitos outros.
domingo, 27 de janeiro de 2013
MAIS UM MOTIVO DE ORGULHO PARA D. ALMINA
Thais Pinheiro Callou, Filha do casal José Lívio Callou x Maria Benigna Arraes (Bida) e neta de D. Almina Arraes concluiu com distinção e louvor o mestrado em oftalmologia no Hospital Santa Luzia, em Recife. Dra. Thais Callou, mesmo sendo a laureada e oradora da turma, não se contentou com o título, vai fazer doutorado na Universidade de São Paulo. Ela foi uma das duas únicas brasileiras selecionadas pela USP, concorrendo com médicos de todos os países das Américas.
A MELANCOLIA DE DÜRER
Sob o universo de chumbo,
o anjo negro espera com o compasso na mão.
O menino dorme sob a escada.
O cão dorme e vigia enrolado aos pés.
Uma coluna com a balança e a ampulheta,
ao lado o sino com o quadrado mágico por baixo.
Uma pedra geométrica,
o martelo, os pregos, a plaina e a bola.
O sol da melancolia brilha no horizonte
sob um arco-íris de chumbo.
JCMBrandão
A MELANCOLIA DE DÜRER
Sob o universo de chumbo,
o anjo negro espera com o compasso na mão.
O menino dorme sob a escada.
O cão dorme e vigia enrolado aos pés.
Uma coluna com a balança e a ampulheta,
ao lado o sino com o quadrado mágico por baixo.
Uma pedra geométrica,
o martelo, os pregos, a plaina e a bola.
O sol da melancolia brilha no horizonte
sob um arco-íris de chumbo.
JCMBrandão
Sob o universo de chumbo,
o anjo negro espera com o compasso na mão.
O menino dorme sob a escada.
O cão dorme e vigia enrolado aos pés.
Uma coluna com a balança e a ampulheta,
ao lado o sino com o quadrado mágico por baixo.
Uma pedra geométrica,
o martelo, os pregos, a plaina e a bola.
O sol da melancolia brilha no horizonte
sob um arco-íris de chumbo.
JCMBrandão
O Extermínio dos Ucranianos pelos comunistas
sábado, 26 de janeiro de 2013
O Pio da Coruja
- Cortou as unhas ? Ainda bem !
Quanto aos anéís...
eles não são necessários.
O cavanhaque ... está fora de moda.
- Dentes amarelos?
É só escová-los três vezes ao dia
com um bom dentifrício,
e o hálito terá um aroma de flores.
- Está renovando o seu harém?
Ótimo!É bom sair da rotina !
- As lagartixas se foram ?
Que seja um besouro ...
"Quem não tem cão, caça com gato".
- Lá se foi o esquilo ?
Peça a ele para trazer de volta a sua "muda".
Diga-lhe que você se arrependeu,
e precisa dela.
- Deu a louca na floresta,
e é tarde na noite do poeta?
- Ouça o pio da coruja!
- Passe esmalte nas unhas ...
uma leve embriaguês, e elas ficarão mais bonitas.
Aí, então você verá
que a Mentira dará lugar à Fantasia.
por Corujinha Baiana
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Zózimo Bulbul (Rio de Janeiro, 1937 — Rio de Janeiro, 24 de janeiro de 2013) foi um ator, cineasta e roteirista brasileiro. Em 1969, se tornou o primeiro negro a ser protagonista de uma novela brasileira, Vidas em Conflito da TV Excelsior.
Atuou em As Filhas do Vento e no premiado Pureza Proibida.
Morreu em 24 de janeiro de 2013 em consequências de um câncer no colo do intestino.
Pterossauro
"Todas as coisas têm o seu mistério,
e
a poesia é o mistério de todas as coisas."
Lorca
Os Anos 70-80
, no Cariri, se caracterizaram principalmente, na área cultural, por um intenso
movimento de Contracultura, estudado,
meticulosa e cientificamente, muitos anos depois, pelos olhos atilados do professor Roberto Marques. Jovens estudantes, bafejados
pelas ondas liberalizantes de Maio de 68; de Woodstock; dos Hippies; da pílula e da disseminação das drogas;
oprimidos, por outro lado, pela Ditadura Militar; sentiram-se tocados na sua
criatividade, investindo contra a institucionalizada e centenária Cultura caririense.
O Teatro investiu-se de novas linguagens, através dos movimentos estudantis,
despertando nomes como Ronaldo Correia Lima, Francisco de Assis Souza Lima,
Luiz Carlos Salatiel, José do Vale Filho,
Renato Dantas , Gil Grangeiro, encenando Brecht, Ariano Suassuna e peças
de cunho mais autoral. O Cinema trouxe nomes , alguns ainda hoje fortíssimos no
cenário nacional, como Rosemberg Cariri, Jéfferson Albuquerque, Hermano Penna,
José Hélder Martins, Jackson Bantim. Nas Artes Plásticas brotaram : Stênio Diniz, Luiz karimai, Normando, Edélson
Diniz, Janjão e muitos outros. Na Música : Abidoral e Pachelly Jamacaru, Luiz
Carlos Salatiel, Thiago Araripe, João do Crato, Luiz Fidelis, Zé Nilton
Figueiredo, Heládio Figueiredo, Cleivan Paiva. A Literatura nos brindou com : Ronaldo Brito, Francisco de
Assis Souza Lima, Emérson Monteiro, J. Flávio Vieira, Roberto Jamacaru e
Geraldo Urano. Todos estes artistas e tantos outros se conglomeraram em jornais
como “Vanguarda” e “Flor de Pequi”; em publicações como “Cariri Jovem 68 e 69”;
nas dez edições dos “Festivais da Canção
do Cariri”; nos “Salões de Outubro”, no “Grupo de Artes Por Exemplo” e no “Xá de Flor”.
Todo este período áureo da Cultura Caririense, já estudado tecnicamente e com tanto rigor pelo professor Roberto
Marques, está a merecer um trabalho de cunho mais jornalístico , uma biografia
lúdica destes lúdicos-loucos tempos.
Este
pequeno relato pode parecer irrelevante e enfadonho para quem não viveu esta época.
Tende a parecer coisa de velho curuca contando para os seus netos : “Meninos,
eu vi!”. Mas, paciência ! Ele surgiu, por conta de uma das mais sensacionais
notícias dos últimos tempos. O “Instituto Caravelas” acaba de montar uma
Exposição junto ao Centro Cultural Banco do Nordeste em homenagem a um poeta
icônico da nossa região : Geraldo Urano. Durante toda uma semana convivemos com
shows, performances poéticas, mesas redondas e uma Exposição cuidadosa, expondo
a obra do nosso grande bardo. E o mais interessante de tudo : a iniciativa
partiu do Instituto Caravelas que tem no
seu corpo amantes da arte da novíssima geração.
A
homenagem é mais que merecida. Geraldo Batista, Urano, Mérkur, Efe,
multiplanetário, foi o mais importante
poeta caririense dos últimos quarenta anos. Mais que ninguém, Geraldo captou
este multifacetado período histórico, pleno de enormes incongruências , de
contrastes incontáveis, onde todas as chagas da civilização ficaram
imediatamente expostas e era preciso mudar tudo e mudar rápido. Sua poética é
única : sem data, sem fronteiras geográficas ou políticas, perpassada por uma
fina e doce ironia. Os primeiros rudimentos do Tropicalismo em terras cearenses
saíram de suas performances nos nossos primeiros Festivais. Pronto a adentrar os sessenta anos, recluso,
nosso bardo, mais que nunca prova que a Arte é capaz de quebrar os cadeados de
qualquer cativeiro. Suas letras foram
musicadas por incontáveis parceiros : Abidoral, Pachelly, Luiz Carlos Salatiel,
Cleivan Paiva, Calazans Callou. É dele a letra do principal hino deste período
: “Lua de Oslo”.
Em
Arte, como nos fenômenos geológicos, os movimentos culturais vão se sobrepondo,
como placas sedimentares. O novo nem percebe que está necessariamente montado
no velho, no arcaico. O presente é, necessariamente, o passado remasterizado.
Algumas vezes, o moderno faz prospecções e se encanta ao descobrir preciosas
peças soterradas na história, mas sempre as vê com a curiosidade do arqueólogo,
como fósseis. A descoberta de Geraldo Urano pelas novas gerações compara-se à
descoberta, pela ciência, de um pterossauro vivo. Foi assim que o nosso poeta
surgiu para os olhos brilhantes de inúmeros adolescentes nas performances
poéticas. Levantou vôo , trazendo no bico o mistério de todas as coisas, vinha
novamente de Urano, de Mercúrio, de Vênus , de Marte, do infinito : lá onde
os poetas tecem seus ninhos.
J. Flávio Vieira
Leny Andrade, (Rio de Janeiro, 25 de janeiro 1943) é uma cantora brasileira .
Começou a carreira cantando em boates, morou cinco anos no México e passou boa parte da vida morando nos Estados Unidos e Europa.
Participou de programas de calouros em rádios e ganhou uma bolsa de estudos para o Conservatório Brasileiro de Música. Estreou profissionalmente como crooner da orquestra de Permínio Gonçalves passando mais tarde a cantar nas boates Bacará (com o trio de Sérgio Mendes) e Bottle's Bar, no Beco das garrafas, reduto de boêmios e músicos do movimento musical urbano carioca surgido em 1957, a bossa nova .
Em 1965 alcançou grande sucesso com o espetáculo Gemini V atuando com Pery Ribeiro e o Bossa Três na boate Porão 73, lançado um disco gravado ao vivo. Leny, por muitos considerada a maior cantora brasileira de jazz
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Amedeo Clemente Modigliani (Livorno, 12 de julho de 1884 — Paris, 24 de janeiro de 1920) foi um artista plástico e escultor italiano que viveu em Paris.
Artista principalmente figurativo, tornou-se célebre sobretudo por seus retratos femininos caracterizados por rostos e pescoços alongados, à maneira das máscaras africanas.
Morreu aos trinta e cinco anos, em condições de extrema pobreza material, vítima de meningite tuberculosa, agravada pelo excesso de trabalho, álcool e drogas.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Saudades de Antonio Adolfo...
Santa internet, que nos faz resgatar músicas, filmes, amigos, e até montar o quebra-cabeça de nós mesmos.
Ganhei este vinil em 1979.Escutei-o até avariá-lo. Depois o perdi, numa das minhas mudanças. Hoje lembrei de procurá-lo...Achei,e Compartilho com vocês!
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