por José do Vale Pinheiro Feitosa




Viva junto à alma mais próxima e compreenda que a proximidade é a medida da distância. Que a distância que os separa é este movimento maravilhoso da matéria e da energia. A maravilha é apenas esta surpresa porque esta proximidade é tão diminuta entre os dois e é a inesperada distância.

José do Vale P Feitosa



sábado, 16 de junho de 2012

Cúpula dos Povos - Por José de Arimatéa dos Santos


A grande mídia, como sempre, só noticia a Rio + 20 que é um evento de cunho elitista em que só representantes dos governos do mundo inteiro discutem o meio ambiente. E pelo que escutei ontem nos telejornais as grandes potências econômicas e capitalistas só estão preocupadas com a grande crise que estão a passar e simplesmente "baratinadas" e somente preocupadas com o consumismo. É tanto que a conclusão do evento no Rio de Janeiro é preocupante quanto às decisões de como conciliar o desenvolvimento capitalista e a sustentabilidade do planeta. Cientistas se antecipam e chegam a conclusão que a seguir esse modelo que aí está o futuro do nosso planeta é simplesmente catastrófico.
E nisso, a Cúpula dos Povos contrapõe a Rio +20 e segue ao mesmo tempo a debater as grandes questões do mundo. A Cúpula dos Povos é organizada pela sociedade civil e tem a função de pressionar os governos para a resolução dos grandes problemas da humanidade. 
E esses problemas são de natureza econômica, sociais, religiosos, raciais e ambientais, além das minorias. Sem sombra de dúvidas representam 99% da população e tem uma representatividade bem maior que os da Rio + 20. Esperar que o sentido de liberdade e mais democracia sejam temas discutidos e implementados no mundo inteiro onde o respeito as individualidades e a busca da resolução dos problemas no conjunto estejam na pauta todos os dias.
Quanto ao Brasil vale ressaltar a grande participação na Cúpula dos Povos dos quilombolas, religiosos(de todas as matizes), estudantes, pequenos agricultores, mulheres na busca de um país de mais liberdade e mais participação da sociedade nas decisões governamentais.
Portanto, acredito que a discussão e participação de cada um de nós pode e deve modificar esse quadro e vislumbrar um outro mundo em que a democracia se radicalize e possamos viver num mundo de equilíbrio realmente entre a produção e o respeito a ecologia. Esse, acredito, é o norte que a humanidade deve seguir.

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