A GLOBO É PAULO GUEDES E PAULO GUEDES É BOLSONARO, LOGO, A GLOBO É BOLSONARO (por Arnóbio Rocha)
por José do Vale Pinheiro Feitosa
Viva junto à alma mais próxima e compreenda que a proximidade é a medida da distância. Que a distância que os separa é este movimento maravilhoso da matéria e da energia. A maravilha é apenas esta surpresa porque esta proximidade é tão diminuta entre os dois e é a inesperada distância.
José do Vale P Feitosa
segunda-feira, 1 de novembro de 2021
domingo, 31 de outubro de 2021
UM PAÍS "DESGOVERNADO" - José Nílton Mariano Saraiva
UM PAÍS “DESGOVERNADO” - José Nílton Mariano Saraiva
Arrogante e pernóstico, André Esteves, atual dono da Editora Abril (Revista VEJA) e do Banco BTG Pactual, confidenciou, em uma reunião com um seleto grupo de clientes VIP’s do seu Banco, que influi, sim, e decisivamente, nas decisões tomadas em Brasília por alguns dos integrantes da cúpula do Governo Federal.
Assim, por exemplo, quando de qualquer alteração na taxa Selic, oficialmente determinada pelo Banco Central, o seu Presidente, Roberto Campos Neto, de pronto o aciona para saber sua opinião sobre e até quando e onde pode ir. E assim é feito (agora mesmo saltou de 6,25 para 7,75).
Já o presidente da Câmara Federal, Arthur Lira, sempre procura saber sobre decisões a serem tomadas em assuntos de interesse da própria nação; tanto que, quando da recente debandada de integrantes do Ministério da Economia, em razão de discordarem do chefe (Paulo Guedes), Lira o contatou pra saber “o que fazer”.
E como se fosse pouco, André Esteves asseverou que até alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (não nomeou quais) também procuram saber o que ele pensa sobre importantes questões da república.
Aos não crentes, o vídeo (inédito) de pouco mais de uma hora, está disponível na web, onde se poderá constatar sua desfaçatez ao afirmar aos seus áulicos (entre piadinhas, risos e comentários depreciativos) que “o Brasil está barato” e que “a moeda está excessivamente desvalorizada” (aproveitou a oportunidade para baixar o malho na ex-presidente Dilma Rousseff e tecer fartos elogios ao golpista Michel Temer).
Para aqueles de “memória curta”, dias atrás esse mesmo André Esteves conseguiu sensibilizar o atual Ministro da Fazenda (seu ex-sócio Paulo Guedes), a ceder ao seu Banco, BTG Pactual, toda uma carteira de presumíveis “créditos de difícil recuperação”, do Banco do Brasil, que inicialmente orçada em R$ 3.000.000.000,00 (três bilhões de reais) lhe foi repassada por R$ 300.000.000,00 (trezentos milhões de reais) ou 10.0% (dez por cento) do seu valor de face (e ninguém, tomou nenhuma providência para obstar tamanha imoralidade).
A pergunta que se impõe, então: quantos outros espertalhões atuantes no “mercado financeiro” mandam e desmandam no atual desgoverno ???
domingo, 17 de outubro de 2021
CIRO GOMES - O EGÓLATRA "QUERIDINHO" DO BOZO - José Nilton Mariano Saraiva
CIRO GOMES - O EGÓLATRA “QUERIDINHO” DO BOZO – José Nílton Mariano Saraiva
sábado, 9 de outubro de 2021
"ÀS PORTAS DO INFERNO" (ou A VOLTA DO QUE NÃO FOI) - José Nílton Mariano Saraiva
ÀS PORTAS DO INFERNO (ou A VOLTA DO QUE NÃO FOI) – José Nílton Mariano Saraiva
quarta-feira, 6 de outubro de 2021
"TENEBROSAS TRANSAÇÕES" - José Nílton Mariano Saraiva
TENEBROSAS TRANSAÇÕES – José Nílton Mariano Saraiva
sábado, 2 de outubro de 2021
"OPERAÇÃO EXTRAORDINÁRIA" (II) - José Nílton Mariano Saraiva
quinta-feira, 30 de setembro de 2021
"OPERAÇÃO EXTRAORDINÁRIA" - José Nilton Mariano Saraiva
“OPERAÇÃO EXTRAORDINÁRIA” - José Nílton Mariano Saraiva
No auge da “rasgação de seda” por conta das peripécias aprontadas em Curitiba pelo então juiz de primeira instância Sérgio Moro a bordo da sua Operação Lava Jato (já então eivada de “cabeludíssimas irregularidades”), um certo Juiz Federal de Brasília foi questionado por um jornalista mais expedito e corajoso se ele achava correto o procedimento e as posteriores decisões do tal juiz, porquanto afrontando diuturnamente a nossa Carta Maior (Constituição Federal).
De pronto, aquele magistrado afirmou que, como a Lava Jato se constituía uma “operação extraordinária” (supostamente por contar com o apoio de boa parte da população), o tratamento a ser dado a ela deveria também ser “extraordinário”, independentemente de desrespeitar ou não o nosso ordenamento jurídico legal.
Como, naquela oportunidade, o Supremo Tribunal Federal, passiva e inexplicavelmente aceitou tal argumentação, implicitamente conferiu sua chancela aos desmandos do deslumbrado juizeco provinciano de Curitiba (e a coisa chegou a tal ponto que, de forma atípica, decidido ficou que para Curitiba deveriam ser encaminhados quaisquer processos que tivessem na capa o carimbo de “corrupção”, independentemente de qual estado do Brasil se originasse; assim, com o cavalo selado à sua frente, Sérgio Moro o montou e se danou a exorbitar das suas funções.
Tal reflexão nos remete às seções da CPI da Pandemia (nos dias atuais), quando membros do próprio governo federal associados a grandes “ladrões de colarinho branco” comprovadamente envolvidos em falcatruas monumentais de bilhões de reais, e convocados a se explicar, lá comparecem já de posse de um preventivo “habeas corpus” concedido pelo Supremo Tribunal Federal, garantindo-lhes o “direito constitucional” de se manterem silentes (e haja saco para aguentar esse corja de marginais repetir 100, 200, 300 vezes essa já velha ladainha, com um sorriso discreto no canto da boca, como a gozar de todos nós).
A pergunta é: se à Operação Lava Jato foi concedida a chancela de “extraordinária” e, pois, capaz de ignorar e passar por cima da própria Constituição Federal, por qual razão à CPI da Pandemia (que tenta desvendar os culpados de pelo menos metade das 600 mil mortes, até aqui) não é concedido idêntico tratamento (operação extraordinária), e, pois, possa ela determinar de pronto a prisão desses bandidos de alta periculosidade ??? (a posteriori, o Ministério Público se encarregaria da decisão final).
A própria lembrança da Lava Jato deveria servir de alerta aos integrantes do Supremo Tribunal Federal: afinal, depois do portentoso estrago feito por Sérgio Moro, em termos de desrespeito ao ordenamento jurídico vigente, aquela Corte Maior reconheceu e decidiu ser o referido juiz “suspeito”, anulando todas as suas decisões.
quarta-feira, 29 de setembro de 2021
"MILAGRE" DA MEIA NOITE - José Nilton Mariano Saraiva
“MILAGRE” DA MEIA NOITE – José Nílton Mariano Saraiva
CONTÊINERES são recipientes de metal de grande porte e dimensão (alguns até refrigerados), que se prestam ao acondicionamento e transporte de carga em navios, trens ou aviões, por grandes distâncias (preferencialmente de um continente a outro).
Se por si só sua estrutura pesa uma enormidade, imaginem após repleto de toneladas de mercadorias, daí ser necessário para operacionalizá-lo (ou simplesmente deslocá-lo) a utilização de enormes e pesados guindastes, naturalmente que comandado por um profissional habilitado para tal mister (e respectivos auxiliares).
No pré embarque e no pós desembarque, há que se utilizar para o seu transporte terrestre enormes carretas (daquelas com pneus e carroceria em dobro e que desenvolvem uma velocidade de no máximo 20 km/horário) além de, também, que seja manobrada por um profissional preparado.
Por tudo isso, a logística para quem lida com esse tipo de transação há que ser complexa e demandante de recursos de vulto, daí ser fácil concluir que apenas empresários “com bala na agulha” (muita grana) seja capaz de viabilizá-la.
Causou espécie, pois, a notícia divulgada essa semana por dois dos principais telejornais noturnos da cidade (TV Globo e TV Record) nos dando conta que – é vero, senhores, acreditem - 12 (DOZE) enormes contêineres, repletos de mercadorias apreendidas pela Receita Federal, não mais que de repente sumiram, desapareceram, escafederam-se ou foram levados do Porto do Mucuripe, sem que ninguém tenha visto ou ouvido absolutamente nada.
Claro que aí tem mutreta, que aí tem “cachorro grande” (empresários de porte) envolvidos nesse roubo monumental, atípico e, literalmente, portentoso.
Se não, seremos tentados a acreditar ter havido um certo “MILAGRE” DA MEIA NOITE capaz de justificar tal desaparecimento, sem testemunhas.
Mas, aqui pra nós: será que foram alguns “petistas”, alguns desgarrados integrantes do movimento “sem teto”, ou uns “zé-miguéis” da vida os autores de tão insólita peripécia ???
Alô, Polícia Federal, quando teremos uma resposta ???
sexta-feira, 27 de agosto de 2021
A "MAGIA DO FUTEBOL" - José Nílton Mariano Saraiva
“A
MAGIA DO FUTEBOL” – José Nilton Mariano Saraiva
Quando
o futebol brasileiro se fazia respeitar (pela torcida e adversários), às
vésperas de mais uma Copa do Mundo da modalidade o país comia, bebia, dormia, sonhava,
acordava e vivia a magia do chamado esporte das multidões.
A
tal ponto de ignorar solenemente os esperados números de mais uma acirrada
pesquisa eleitoral pra Presidente da República; ao mostrar descabida
preocupação em debater seriamente sobre a “unha encravada” de um dos nossos
craques; ou, ainda, de como o nosso artilheiro ou o nosso goleiro conseguiriam domar
a “gorduchinha” (a bola), embora esta seja geometricamente igual pra gregos e
troianos, já que com ela convivem a maior parte do tempo, às vezes até
intimamente (segundo o folclore popular, exageros à parte, alguns chegam até a
dormir com ela, desprezando a própria esposa) .
Às vésperas de uma Copa do Mundo, onde você circulasse, com quem você se fizesse
acompanhar, quer fosse num banal e simplório encontro a dois no escurinho do
cinema e/ou num ambiente mais concorrido, sofisticado e eclético, como os
shoppings da vida, não poderia fugir ou fazer de conta que não estava nem aí,
porque a indagação soava inevitável e preocupante: “e aí, você acha que a
seleção brasileira vai conseguir mais uma “caneco” ???”
Afinal, o que se esconde por trás da magia e dos excessos do futebol ???
Por
qual razão, não só no Brasil, mas no planeta Terra como um todo - do tórrido
deserto do Saara à glacial região siberiana na Rússia, da fervilhante Nova York
ao conturbado Oriente Médio e por aí vai - milhões de pessoas (crianças,
adultos, ricos, pobres, mulheres, homens, pretos, brancos, intelectuais,
profissionais liberais e analfabetos) unos se deixam envolver e anestesiar, momentaneamente,
a fim de acompanhar vinte e dois marmanjos a correr feito loucos atrás de uma
bola, durante 90 minutos ???
Por
qual razão nossas dívidas pessoais são esquecidas, nossos compromissos
“inadiáveis” postergados, a saúde desprezada (e agredida pelo excesso alcoólico),
amores estremecidos reatam, afloram e explodem novas paixões, fábricas são
paralisadas (com a consequente suspensão da atividade produtiva), os
indecifráveis números da economia são deixados de lado, esquecemos o que seja
inflação, PIB, dívida externa, PAC, superávit primário e por aí vai, durante os
30 dias de duração de um “torneiozinho que não tem nem segundo turno” (conforme
o ingênuo e fenomenal jogador Mané Garrincha se referia à Copa do Mundo da Suécia, em 1958, quando o Brasil foi
campeão do mundo pela primeira vez ???).
Por
qual razão reis, rainhas, súditos, presidentes, o Papa, ditadores e tantas
outras pessoas influentes e responsáveis pelo destino de milhões de irmãos,
repentinamente se irmanam ao povaréu num mesmo objetivo, um só desejo, uma só
promessa de fé, uma só torcida, um só coração ???
Por
qual razão, num dia e hora pré-estabelecidos (mesmo sendo dia útil), nos postamos
todos ali, contritos, inertes, silenciosos, “taquicardíacos de ocasião”, olhos
vidrados na “telinha”, à espera do momento de - até que enfim - soltar o grito
de gol há muito preso e entalado na garganta ???
Como
explicar a “magia do futebol” ???
Postscriptum:
Tal
reflexão não vale para a atual seleção brasileira, comandada pelo fracassado e
incompetente Tite e repleta de jogadores mercenários.