UMA FIGURA MEDÍOCRE E SEM EXPRESSÃO – José Nilton Mariano Saraiva
“O Master
é de Lula; o PIX de Bolsonaro”, esta a expressão usada pelo reconhecido apoiador
de milicianos Flávio rachadinha Bolsonaro, em recentes declarações à mídia
tupiniquim.
Embora todo mundo saiba que o
Banco Master, do Volcaro, recebeu a carta homologatória de funcionamento no
governo Bolsonaro, via presidente do Banco Central, Campos Neto, enquanto o PIX
houvera sido criado lá atrás, no governo Temer, estas foram duas grandes
mentiras proferidas pelo despreparado, vazio e “condecorador” de milicianos Flávio
Bolsonaro, hoje candidato à Presidência da República.
Aliás, mentir é uma das
especialidades desse desqualificado, sem que a corrupta mídia nacional coloque
a questão em pratos limpos, indagando-o sobre, mas de forma incisiva e
contundente, a fim de desmoralizá-lo de vez. Simples assim.
Pego, em gravações que metade
do mundo e a outra banda ouviram ou tomaram conhecimento, implorando que o
Vorcaro (já preso e usando tornozeleira eletrônica) liberasse milhões e milhões de reais, para benefício
da sua corja, num primeiro momento negou, para, logo após, admitir, ante a contundência
dos fatos (aqui, a suspeita é que a ruma de dinheiro serviria pra bancar a
estadia do irmão, traidor da pátria, Eduardo Bolsonaro, que há meses se
encontra nos Estados Unidos, desempregado e sem nenhuma renda fixa, mas com vida
nababesca, conspirando contra o Brasil).
“Rachador” dos salários dos funcionários
do seu gabinete de deputado, tem ainda o “mérito” de contratar/abrigar nesse
mesmo gabinete não só a mãe do miliciano que foi por ele condecorado (quando ainda
preso), como também uma sua irmã.
Enquanto de público tece loas
à família e à religião, foi acusado de ser um ativo praticante de orgias sexuais
com prostitutas, que jamais negou, até porque a acusação, com direito a fotos, partiu
de um ex-sócio na sua loja de venda de chocolates, em quem deu um cano
deslumbrante, embora se suspeite que tal ambiente servia, na verdade, para lavar
o dinheiro do crime.
A propósito, o dinheiro era
tanto, que lhe serviu para, de forma imprudente (tal a certeza da impunidade),
adquirir uma mansão em Brasília, com pagamento à vista, com o registro do
imóvel feito numa cidade distante quilômetros da capital federal, como se
pretendesse esconder algo amoral e imoral.
Hoje, candidato à Presidência
da República (por simples capricho do pai-bandido), vocifera aos quatro ventos
que, se eleito, dará prosseguimento às políticas adotadas por ele (ou seja, a
continuação do fascismo, em seu mais nefasto e puro esplendor), ao tempo que
que já mostrou disposição para, caso se eleja, trabalhar com membros do governo
Trump na “transição” governamental (algo nunca visto em todo o mundo),
Acabar com o Bolsa Família,
com o SUS, com a Farmácia Popular, com o programa Minha Casa. Minha Vida, com o
aumento real do salário mínimo, com o programa Pé de Meia, com o Gás do Povo, com
a aposentadoria dos servidores, com a estabilidade no emprego, com o Prouni, o
Fies, o Mais Médicos, com a Transposição do Rio São Francisco, Ferrovias Norte-Sul
e Transnordestina e com as demais políticas sociais implementadas pelo governo
Lula, é o seu objetivo maior (além de, prioridade maior,
livrar o pai da cadeia e repatriar o irmão traidor da pátria).
Ante tudo isso, é difícil imaginar
o “porquê” ou a razão de milhões e milhões de brasileiros votarem numa excrescência
dessas, numa figura rasteira e desqualificada como essa.
Afinal,
Flávio Bolsonaro nada mais é do que o filho do pai, um CPF corrompido, um homem
medíocre e sem expressão, sem história, sem planos e sem ideias, menos um
político que um sobrenome.