por José do Vale Pinheiro Feitosa




Viva junto à alma mais próxima e compreenda que a proximidade é a medida da distância. Que a distância que os separa é este movimento maravilhoso da matéria e da energia. A maravilha é apenas esta surpresa porque esta proximidade é tão diminuta entre os dois e é a inesperada distância.

José do Vale P Feitosa



sexta-feira, 9 de outubro de 2026

 UMA FIGURA MEDÍOCRE E SEM EXPRESSÃO – José Nilton Mariano Saraiva

 

“O Master é de Lula; o PIX de Bolsonaro”, esta a expressão usada pelo reconhecido apoiador de milicianos Flávio rachadinha Bolsonaro, em recentes declarações à mídia tupiniquim.

Embora todo mundo saiba que o Banco Master, do Volcaro, recebeu a carta homologatória de funcionamento no governo Bolsonaro, via presidente do Banco Central, Campos Neto, enquanto o PIX houvera sido criado lá atrás, no governo Temer, estas foram duas grandes mentiras proferidas pelo despreparado, vazio e “condecorador” de milicianos Flávio Bolsonaro, hoje candidato à Presidência da República.

Aliás, mentir é uma das especialidades desse desqualificado, sem que a corrupta mídia nacional coloque a questão em pratos limpos, indagando-o sobre, mas de forma incisiva e contundente, a fim de desmoralizá-lo de vez. Simples assim.

Pego, em gravações que metade do mundo e a outra banda ouviram ou tomaram conhecimento, implorando que o Vorcaro (já preso e usando tornozeleira eletrônica)  liberasse milhões e milhões de reais, para benefício da sua corja, num primeiro momento negou, para, logo após, admitir, ante a contundência dos fatos (aqui, a suspeita é que a ruma de dinheiro serviria pra bancar a estadia do irmão, traidor da pátria, Eduardo Bolsonaro, que há meses se encontra nos Estados Unidos, desempregado e sem nenhuma renda fixa, mas com vida nababesca,  conspirando contra o Brasil).    

“Rachador” dos salários dos funcionários do seu gabinete de deputado, tem ainda o “mérito” de contratar/abrigar nesse mesmo gabinete não só a mãe do miliciano que foi por ele condecorado (quando ainda preso), como também uma sua irmã.

Enquanto de público tece loas à família e à religião, foi acusado de ser um ativo praticante de orgias sexuais com prostitutas, que jamais negou, até porque a acusação, com direito a fotos, partiu de um ex-sócio na sua loja de venda de chocolates, em quem deu um cano deslumbrante, embora se suspeite que tal ambiente servia, na verdade, para lavar o dinheiro do crime.

A propósito, o dinheiro era tanto, que lhe serviu para, de forma imprudente (tal a certeza da impunidade), adquirir uma mansão em Brasília, com pagamento à vista, com o registro do imóvel feito numa cidade distante quilômetros da capital federal, como se pretendesse esconder algo amoral e imoral.

Hoje, candidato à Presidência da República (por simples capricho do pai-bandido), vocifera aos quatro ventos que, se eleito, dará prosseguimento às políticas adotadas por ele (ou seja, a continuação do fascismo, em seu mais nefasto e puro esplendor), ao tempo que que já mostrou disposição para, caso se eleja, trabalhar com membros do governo Trump na “transição” governamental (algo nunca visto em todo o mundo),  

Acabar com o Bolsa Família, com o SUS, com a Farmácia Popular, com o programa Minha Casa. Minha Vida, com o aumento real do salário mínimo, com o programa Pé de Meia, com o Gás do Povo, com a aposentadoria dos servidores, com a estabilidade no emprego, com o Prouni, o Fies, o Mais Médicos, com a Transposição do Rio São Francisco, Ferrovias Norte-Sul e Transnordestina e com as demais políticas sociais implementadas pelo governo Lula, é o seu objetivo maior (além de, prioridade maior, livrar o pai da cadeia e repatriar o irmão traidor da pátria).

Ante tudo isso, é difícil imaginar o “porquê” ou a razão de milhões e milhões de brasileiros votarem numa excrescência dessas, numa figura rasteira e desqualificada como essa.

Afinal, Flávio Bolsonaro nada mais é do que o filho do pai, um CPF corrompido, um homem medíocre e sem expressão, sem história, sem planos e sem ideias, menos um político que um sobrenome.