por José do Vale Pinheiro Feitosa




Viva junto à alma mais próxima e compreenda que a proximidade é a medida da distância. Que a distância que os separa é este movimento maravilhoso da matéria e da energia. A maravilha é apenas esta surpresa porque esta proximidade é tão diminuta entre os dois e é a inesperada distância.

José do Vale P Feitosa



domingo, 11 de outubro de 2026

NUVENS NEGRAS NO HORIZONTE DO PROLETARIADO – José Nílton Mariano Saraiva

Na perspectiva, sombria, mas não excludente, do candidato reconhecidamente amigo e condecorador de milicianos, Flávio “rachadinha” Bolsonaro, chegar lá (o que poderia ser considerado uma tragédia descomunal), definitivamente as portas do inferno escancarar-se-ão à nação brasileira, especialmente em relação à classe trabalhadora.

E isso está perfeitamente delineado quando ele, o rachadinha, advoga, com ênfase e diuturnamente, a adoção de um regime de trabalho flexível (ou intermitente), onde o salário mínimo e o piso da categoria serviriam de referência para calcular O VALOR DA HORA TRABALHADA, MAS SEM ASSEGURAR O PAGAMENTO MENSAL INTEGRAL A QUEM TIVESSE UMA JORNADA MENOR.

Ou seja, com menos horas contratadas (e aí o patrão é quem vai determinar e o trabalhador não pode emitir um pio), seriam menores o salário do mês, o décimo terceiro, a remuneração das férias e os depósitos do FGTS. Em português límpido e cristalino: a redução da jornada de trabalho viria acompanhada da redução da renda. Simples assim.

Alfim, seria calamitosamente imperdoável não transcrever aqui o que disse o Paulo Guedes naquela famosa reunião ministerial com o hoje presidiário/tornozeleiro, Bozo:  “EU QUERO É QUE ELES (TRABALHADORES) SE FODAM. JÁ COLOQUEI UMA GRANADA NO BOLSO DELES”.

A propósito, de bom alvitre seria não olvidar que, segundo divulga a mídia, Paulo Guedes e sua corriola estariam cotados a voltarem à cena, o que literalmente significaria nuvens negras no horizonte do proletariado.

E aí, você, aí do outro lado da telinha, vai ou não de 13 ???