NUVENS NEGRAS NO HORIZONTE DO PROLETARIADO – José Nílton Mariano Saraiva
Na perspectiva, sombria, mas
não excludente, do candidato reconhecidamente amigo e condecorador de
milicianos, Flávio “rachadinha” Bolsonaro, chegar lá (o que poderia ser
considerado uma tragédia descomunal), definitivamente as portas do inferno
escancarar-se-ão à nação brasileira, especialmente em relação à classe
trabalhadora.
E isso está perfeitamente delineado
quando ele, o rachadinha, advoga, com ênfase e diuturnamente, a adoção de um
regime de trabalho flexível (ou intermitente), onde o salário mínimo e o piso
da categoria serviriam de referência para calcular O VALOR DA HORA
TRABALHADA, MAS SEM ASSEGURAR O PAGAMENTO MENSAL INTEGRAL A QUEM TIVESSE UMA
JORNADA MENOR.
Ou seja, com menos
horas contratadas (e aí o patrão é quem vai determinar e o trabalhador não pode
emitir um pio), seriam menores o salário do mês, o décimo terceiro, a remuneração
das férias e os depósitos do FGTS. Em português límpido e cristalino: a redução
da jornada de trabalho viria acompanhada da redução da renda. Simples assim.
Alfim, seria calamitosamente
imperdoável não transcrever aqui o que disse o Paulo Guedes naquela famosa
reunião ministerial com o hoje presidiário/tornozeleiro, Bozo: “EU QUERO É QUE ELES (TRABALHADORES) SE
FODAM. JÁ COLOQUEI UMA GRANADA NO BOLSO DELES”.
A propósito, de bom
alvitre seria não olvidar que, segundo divulga a mídia, Paulo Guedes e sua corriola
estariam cotados a voltarem à cena, o que literalmente significaria nuvens
negras no horizonte do proletariado.
E aí, você, aí do outro lado
da telinha, vai ou não de 13 ???
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