por José do Vale Pinheiro Feitosa
Viva junto à alma mais próxima e compreenda que a proximidade é a medida da distância. Que a distância que os separa é este movimento maravilhoso da matéria e da energia. A maravilha é apenas esta surpresa porque esta proximidade é tão diminuta entre os dois e é a inesperada distância.
José do Vale P Feitosa
domingo, 2 de outubro de 2011
Leila Diniz, uma mulher inesquecível - Por : Rosa Guerrera
Rainer Maria Rilke
Não conhecemos sua cabeça inaudita
Onde as pupilas amadureciam. Mas
Seu torso brilha ainda como um candelabro
No qual o seu olhar, sobre si mesmo voltado
Detém-se e brilha. Do contrário não poderia
Seu mamilo cegar-te e nem à leve curva
Dos rins poderia chegar um sorriso
Até aquele centro, donde o sexo pendia.
De outro modo erger-se-ia esta pedra breve e mutilada
Sob a queda translúcida dos ombros.
E não tremeria assim, como pele selvagem.
E nem explodiria para além de todas as fronteiras
Tal como uma estrela. Pois nela não há lugar
Que não te mire: precisas mudar de vida.
(Tradução: Paulo Quintela)
Ah, Se Eu Pudesse
Composição: Roberto Menescal E Ronaldo Bôscoli
Ah!, se eu pudesse te buscar sorrindo
E lindo fosse o dia, como um dia foi
E indo nesse lindo, feito para nós dois
Pisando nisso tudo que se fez canção
Ah!, se eu pudesse te mostrar as flores
Que contam suas cores para a manhã que nasce
Que cheiram no caminho quem falasse
As coisas mais bonitas para a manhã de sol
Ah!, se eu pudesse, no fim do caminho
Achar nosso barquinho e levá-lo ao mar
Ah!, se eu pudesse tanta poesia
Ah!, se eu pudesse, sempre, aquele dia
Ah!, se eu pudesse te encontrar serena
Eu juro, pegaria sua mão pequena
E juntos vendo o mar
Dizendo aquilo tudo, quase sem falar
Pérola da MPB_ composição de Roberto Menescal e Aldir Blanc
Roberto Menescal e Aldir Blanc
All the way be free, you should care for me
Dreaming day by day, eu acho essa papo todo okay
Por que tenho mil canções na alma
Canto em cabaret, muito tenderly, only you and me
Lições que eu aprendi com a Sapoti
Meu som viaja numa boa de Las Vegas até Piraí
Não esqueci que na platéia quando chove
Não pinta nem The man I Love
E então num tempo triste o coração
Ameaça desistir e eu digo: Cara, I know
É tudo uma questão de calma, Body and Soul
Fica firme aí e Never Let Me Go
Essas coisas são parte do show
All the way be free, you should care for me...
Não esqueci que se a platéia está demais
The Man I Love Round Midnight
Do bar tem olhos só pra mim
Eu sou a maior, eu sou Sara "Von"
Eu não tenho fim
E o refletor parece o sol
Iluminando a estrela Unforgetable
It is wonderful ser Lady Singing The Blues
Ah! Eu quero morrer no calor dessa luz
Eu me sinto feliz
De poder transmitir
O abraço do Menescal e do Aldir
TODO PONTO DE VISTA É A VISTA DE UM PONTO
sábado, 1 de outubro de 2011
Encontro Caririense da SOBRAMES

A Sociedade Brasileira de Médicos Escritores estará realizando, de 07/10/2011 a 09/10/2011 , o Encontro Caririense da SOBRAMES - Ceará. No Crato a vasta Programação ocorrerá no próximo dia 08/10 ( Sábado), no Salão de Atos da Urca , segundo Programação abaixo.
Sala C r a t o
08 de outubro , Sábado
09:00-10:00h – Conferências: “Dr. Leão Sampaio – o Homem que não aprendeu a dizer não”
“O Cariri no Contexto do Ceará”
Presidente: Dr. Vladimir Távora Fontoura Cruz
Palestrante: Dr. Napoleão Tavares Neves
10:00-10:15h - Cafezinho
10:15-11:15h - Temas Livres
Presidente: Dr. José Luciano Sidney Marques
Secretário: Dr. Paulo Ronalth Peres Melo
11:15-12:00h – Palestra: Ariano Suassuna: Vida e Obra
Presidente: Dr. Antonio Tomaz Ribeiro Ramos
Palestrante: Dra. Fátima Calife (PE)
12:00-14:00h – Almoço livre.
14:00-15:45h – Temas livres
Presidente: Dr. Vanius Meton Gadelha Vieira
Secretária: Dra. Auxiliadora Vieira Mota
15:45-16:00h - Cafezinho
16:00-17:00h – Conferência: “Padre Cícero”.
Presidente: Dr. José Maria Chaves
Conferencista: Dr. Wellington Alves de Souza
17:00-18:00h –Palestra: “Zé de Matos e o Universo da Poesia Popular Caririense no Século XIX”.
Presidente: Dra. Celina Côrte Pinheiro de Sousa
Palestrante: Dr. José Flávio Vieira
Noite Livre
Participe !
Fim de semana... "xô, estresse" - José Nilton Mariano Saraiva
"Óleo de peroba" - José Nilton Mariano Saraiva
Recebido por e-mail
PAHL - Plano de Ação de Humanos Livres
"É uma coisa muito útil estar apto a combinar a ternura do Amor com a
austeridade do dever.
A nova vida não será acovardada por oposições.
Ela não será acovardada por um jugo, mas dará largura a receptividade.
É tempo de conhecer o planeta e apoiá-lo.
As pessoas não podem ser acalentadas calculando quantos anos ainda há
antes que o sol esteja extinto.
Um grande número de variadas condições pode transtornar todos os cálculos.
Um ser ávaro tem um selo em sua face.
Este ser não está ligado ao coração.
E para o ser ávaro, o mundo sutil é somente uma fonte de tormentos e dúvidas".
Do livro : Comunidade - Fundação Avatar - 1926
"O segredo da manifestação é desapegar-se da necessidade de manifestar algo.
Quando há intenção desapegada - podemos criar tudo."
Alfajor Argentino
Fonte: Garoto
Recbido por e-mail
Um Ipê Amarelo foi cortado e seu tronco foi transformado em um poste.
Após o poste ser fincado na rua, foram instalados os fios da rede elétrica.
Eis que a árvore se rebela contra a maldade humana e resolve não morrer.
Mas a reação foi pacífica, bela e cheia de amor.
Rebrotou e encheu-se de flores.
Assim é a natureza…vencedora !
Porto Velho – Rondônia – Brasil
Clausura - Por Rejane Gonçalves
Alcides Gonçalves - por Norma Hauer
Renatinho foi ao circo, poesia infantil de Vicente Guimarães
Renatinho foi ao circo
E voltou entusiasmado;
Estava alegre e feliz,
Mas um pouco impressionado.
Gostou muito dos atletas,
Também do malabarista,
Deu vivas ao domador,
Palmas ao equilibrista.
Mas quando a casa chegou,
Depois da grande função,
Foi contar ao papaizinho
Sua nova resolução:
– Quando eu crescer, quero ser
Um palhacinho brejeiro,
Para dar a cambalhota
No centro do picadeiro.
Em: João Bolinha virou gente, de Vicente Guimarães (vovô Felício), Rio de Janeiro, Editora Minerva, sem data.
———
Brincando no passado- por socorro moreira
Parece que foi ontem... Eu tinha seis anos e fazia o primeiro ano do curso primário. Estudar poesia pra vencer a timidez empolgou toda uma geração. Lá estávamos nós, no auditório da Rádio Educadora para estudar poesia com a professora Sarita Felício. Lembro de meninas como Magali, Regina, Miriam Calou, Socorrinha Calou...
Incrível é que, pela primeira vez não encontrei no Google o procurado: as poesias!
Conto com a ajuda de Magali, para lembrar algumas delas, como:
As ruguinhas do papai (J.de Diê Filho?); A Boneca (Madalena Correia ?) e Enfermeira de Jesus (Vicente Guimarães?), e outras...!
Como se pode confiar numa memória de textos perdidos há 54 anos?
“Papai tem duas ruguinhas
Lá no alto do nariz
Pequeninas franzidinhas
Que se cortam como um x
Quando apronto uma das minhas
Travessura de petiz
E vejo aquelas ruguinhas
Desisto de fazer bis
Desisto de puro medo
Porque elas em segredo-
As ruguinhas sabem tudo
E vem aí pelo espaço
Um formidável cascudo! “
Outra que nem sei se recordo por inteiro é “A BONECA”
“Eu conheço uma boneca
Bem levadinha da breca
Que comigo se parece
O pai vive para agradá-la
A mãe então nem se fala
Só em vê-la se enternece
E com um semblante tristonho
Vive como num sonho
A tal boneca faceira
(...)
Fez-se amiguinha das fadas e da gata borralheira
(...)
Nem sabe ler
Pois é cedo pra aprender
Estas coisas do primário
Ainda está no jardim
Onde o proveito é sem fim
Para chegar ao abecedário
(...)
E agora ouça-me bem
Este segredo é só meu
Não diga pra mais ninguém
Que a bonequinha
Sou eu!”
Encontrando a porta aberta
Ligeirinha e muito esperta
Sem ninguém para atender
Entrou a linda Rutinha
No quarto da mamãezinha
“Para em tudo remexer...”
Justo nesta época ganhei uma boneca grande , que andava, fechava e abria os olhos, chorava. Veio numa caixa enorme. Estava vestida de enfermeira e acompanhava-lhe uma malotinha branca com o instrumental para curativos. Perfeita! Com certeza já não existem bonecas como aquelas de antigamente.
Minha mãe juntou por um ano, réis, numa lata de querosene.
Foi comprada no armarinho do Sr.José Vilar, e custou um conto de réis.
Que sacrifício os nossos pais não fizeram para nos proporcionar um sorriso de alegria? Brinquei com a boneca até que ela deixou de existir: Perdi suas meias de nylon, a touca do cabelo, os sapatinhos, perdeu o choro, quebrou um braço, a perna... Mas, na minha memória, ela permanece enrolada em papel de presente e laço de fita... É inteira e linda!
Música O Professor - Tania Maya
Um lápis e apagador
Deu o verbo a Vinícius
Machado de Assis, Drummond?
Quem ensinou piano ao Tom?
Quem pôs um lápis de cor
Nos dedos de Portinari,
Picasso e Van Gogh?
Quem foi que deu asas a
Santos Dumont?
Crianças têm tantos dons
Só que, às vezes, não sabem
Quantos só se descobrem
Porque o mestre enxergou
e incentivou...
É, só se faz um país com professor
Um romance, um croquis, com professor
Um poema de amor, dim dim
Um país pra ensinar seus jovens eh
É, só se faz...
Um romance, um croquis, com professor
Um poema de amor, dim dim...
Quem com pó de giz...
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
JARARACA- por Norma Hauer
Muito Prazer Terceira Idade - Por: João Marni
01-10-2011 Dia do Idoso
Ele vem aí, não demora não, ele vem aí com uma vassoura na mão! - José do Vale Pinheiro Feitosa
Torta de figos
Receita cedida por www.fleischmann.com.br
El Derecho al Delirio - Eduardo Galeano
Quis partilhar este video com uma mensagem do escritor e jornalista uruguaio, Eduardo Galeano. Ele mesmo faz a leitura do texto escrito por ele. Muito bacana!
A questão carcerária - Emerson Monteiro

Um dia, pelas ruas de Mangaratiba, cidade litorânea do Rio de Janeiro, visualizei o passeio dos detentos da Ilha Bela, antigo presídio hoje desativado. Quadro marcante, cortejo de homens válidos, corpulentos, em marcha batida, controlados por guardas e cães, a percorrer trechos daquela cidade. Alguns traziam consigo peças de artesanato de própria fabricação, oferecidas aos circunstantes por preços ocasionais. A cena ficou gravada para voltar ao pensamento quando, como agora, enfeixo a intrincada crise penitenciária brasileira. Aqueles zumbis, de olhos vazios, trajes encardidos, quais reses de tosquia, trastes da culpa, apenas arrastavam o tropel do destino à luz da vontade dos homens.
E revivo também a sensação cotidiana dos noticiosos quando exploram o mundo cão. São raros os meses em que deixam de ocupar o cardápio as rebeliões nas celas, com registros de fugas, incêndios, perdas de vidas e homicídios.
Tais aspectos percebidos significam o estrangulamento do sistema penal; refletem a estrutura da sociedade como um todo, onde deficiências indicam muito chão ainda para percorrer até a perfeição final do processo vida.
Cheira mesmo a repetição dizer que as cadeias, quais viveiros de pássaros indomáveis, converteram-se no campus da monstruosa universidade do crime, imagem conhecida, onde os apenados ali encaram desafios primitivos junto de outros em condições físicas e morais deploráveis. Daí, qual onda avassaladora, estranho relacionamento impõe e multiplica a morbidez de seres vencidos, depois lançados às sarjetas, num ciclo de miséria que aumenta os custos do subdesenvolvimento mórbido.
Intenções honestas de resolver o problema, contudo, não eliminam o atraso dessa área, vistas experiências nos países ricos, mesmo sabidas quantas falhas lá também persistem.
Planos que se cogitem devam sempre vincular a participação efetiva da força de trabalho reclusa às celas, estagnando a capacidade produtiva. Em resposta, as sentenças assim deixariam de inutilizar a mão de obra prisioneira, sobrando ao Estado o mérito de soluções criativas e geração de riqueza, alimentando e estabilizando as contas da instituição punitiva, além de profissionalizar quem chegar, de comum, sem ofício. As prisões agrícolas demonstram a viabilidade desta idéia.
Restam imaginar perspectivas novas para problema tão arcaico. O gesto de segregar aos calabouços, sem outras preocupações racionais, apenas mascara uma chaga que transborda de dor e clama decência. Compromisso pesa, pois, sobre todos os ombros, sabendo que o zelo da liberdade vem assegurado como atributo essencial, dom divino que cabe manter, sobretudo a quem necessita desde criança das poucas e limitadas oportunidades vitais.
A consagração de Lula pela intelectualidade francesa
Antes, durante e depois, Lula foi ovacionado por estudantes brasileiros, na mais calorosa recepção da escola desde Mikhail Gorbachev. A cerimônia foi realizada do auditório do instituto, com a presença de acadêmicos franceses e de quatro ex-ministros de seu governo: José Dirceu, Luiz Dulci, Márcio Thomaz Bastos e Carlos Lupi. Vestido de toga, o ex-presidente chegou à sala por volta de 17h30min, acompanhado de uma batucada promovida por estudantes. Ao entrar no auditório, foi aplaudido em pé pela plateia, aos gritos de "Olé, Lula". Em seguida, tornou-se o primeiro latino-americano a receber o título da Sciences-Po, já concedido a líderes políticos como o tcheco Vaclav Havel.
Em seu discurso, o diretor do instituto, Richard Descoings, se disse "entusiasta" das conquistas obtidas pelo Brasil no mandato do petista. "O SENHOR LUTOU PARA QUE O BRASIL ALCANÇASSE UM NOVO PATAMAR INTERNACIONAL", disse, completando: "NÃO É MAIS POSSÍVEL TRATAR DE UM ASSUNTO GLOBAL SEM QUE AS AUTORIDADES BRASILEIRAS SEJAM CONSULTADAS".
Autor do "elogio" a Lula - o discurso em homenagem ao novo doutor -, o economista Jean-Cluade Casanova, presidente da Fundação Nacional de Ciências Políticas, LAMENTOU QUE A EUROPA NÃO TENHA UM LÍDER "DE TRAJETÓRIA POLÍTICA TÃO ILUMINADA". Cssanova pediu ainda que Lula aproveitasse sua viagem para "DAR CONSELHOS AOS EUROPEUS" SOBRE GESTÃO DE DÍVIDA, DÉFICIT E CRESCIMENTO ECONÔMICO.
Lula aceitou o desafio e encarnou o conselheiro. Em um discurso de 40 minutos, citou avanços de seu governo, citando a criação de empregos, a redução da miséria, o aumento do salário mínimo e a criação do bolsa família e elogiou sua sucessora, Dilma Rousseff. "Não conheço um governo que tenha exercido a democracia como nós exercemos", afirmou, no tom ufanista que lhe é característico. Então, lançou-se aos conselhos. Primeiro criticou "uma geração de líderes" mundiais que "passou muito tempo acreditando no mercado, em Reagan e Tatcher", e recomendou aos líderes da União Europeia que assumam as rédeas da crise com intervenções políticas, e não mais decisões econômicas. "Não é a hora de negar a política. A União Europeia é um patrimônio da humanidade", reiterou.
ANDREI NETTO, CORRESPONDENTE - Agência Estado
lucidez
conspirem a meu favor.
Que o mundo permaneça alheio
e as coisas inalteradas.
Que a montanha não se mova
em minha direção e o mar
não se corte ao meio
por minha causa.
Que as estrelas nasçam e morram
sem mandarem notícias
do corredor escuro
de outras galáxias.
Que o meu bermudão não mostre seus bolsos
nem procurem nas minhas mãos moedas.
Que as minhas botas durmam
sem sonhar com as calçadas.
Que anjos não pensem em mim
nem façam da minha alma
uma aurora.
Que demônios esqueçam
o vazio da minha mente.
Que ninguém e nada
conspirem a meu favor.
Sei muito bem das emboscadas.
Da luz que finda e do grito.
Do olhar cúmplice
e da revolta.
Apartem-se do meu coração os arautos da felicidade.
Esses cães dos próprios ossos e da própria carne.
Sei do descuido, da farsa,
da longa vida que é a morte.
Que ninguém e nada prometam-me
a vida e o seu deleite em outra terra.
Que a paz dos meus chinelos
seja toda a verdade
que vejo -
sem truque,
sem medo.
A Partida- Um filme impressionante!
Lídia Maria deixou um novo comentário sobre a sua postagem "A Partida- Um filme impressionante!":
Teresa de Lisieux
Dia Mundial do Coração
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Cacete: lá e cá - José Nilton Mariano Saraiva
Stevie Wonder - I Just Called To Say I Love You
Ano: 1963 - Album: #1's (Eco-Friendly Packaging)
No New Year's Day to celebrate
Não é ano novo pra comemorar
No chocolate covered candy hearts to give away
Nem corações doces cobertos de chocolates pra presentear
No first of spring
Não é começo de primavera
No song to sing
Nenhuma canção pra cantar
In fact here's just another ordinary day
De fato, é apenas mais um dia ordinário
No April rain
Não é chuva de abril
No flowers bloom
Nenhuma flor desabrochando
No wedding Saturday within the month of June
Não é um sábado de casamento no mês de junho
But what it is, is something true
Mas o que é isso? É alguma coisa, de verdade
Made up of these three words that I must say to you
Fazendo destas três palavras que eu tenho que dizer pra você
I just called to say I love you
Só liguei pra dizer Eu te amo
I just called to say how much I care
Só liguei pra dizer o quanto eu me preocupo
I just called to say I love you
Só liguei pra dizer Eu te amo
And I mean it from the bottom of my heart
E eu digo isso do fundo do meu coração
No summer's high
O Sol não está alto
No warm July
Não é o quente mês de julho
No harvest moon to light one tender August night
Não é lua de colheita, iluminando uma carinhosa noite de agosto
No autumn breeze
Não tem brisa de outono
No falling leaves
Nem folhas caindo
Not even time for birds to fly to southern skies
Nem é tempo dos pássaros voarem para os céus do sul
No Libra sun
Não é sol de Libra
No Halloween
Nem Haloween
No giving thanks to all the Christmas joy you bring
Nem dando graças por todos os encantos de Natal que você traz
But what it is, though old so new
Mas o que é isso, que torna novo o que é velho
To fill your heart like no three words could ever do
Pra preencher seu coração como nenhumas outras três palavras poderiam fazer
I just called to say I love you
Só liguei pra dizer Eu te amo
I just called to say how much I care, I do
Só liguei pra dizer o quanto eu me preocupo, me preocupo
I just called to say I love you
Só liguei pra dizer Eu te amo
And I mean it from the bottom of my heart
E eu digo isso do fundo do meu coração
I just called to say I love you
Só liguei pra dizer Eu te amo
I just called to say how much I care, I do
Só liguei pra dizer o quanto eu me preocupo, me preocupo
I just called to say I love you
Só liguei pra dizer Eu te amo
And I mean it from the bottom of my heart, of my heart,
E eu digo isso do fundo do meu coração, do meu coração
of my heart
Do meu coração
I just called to say I love you
Só liguei pra dizer Eu te amo
I just called to say how much I care, I do
Só liguei pra dizer o quanto eu me preocupo, me preocupo
I just called to say I love you
Só liguei pra dizer Eu te amo
And I mean it from the bottom of my heart, of my heart,
E eu digo isso do fundo do meu coração, do meu coração
baby of my heart
Querida do meu coração
déjà vu
de ter vivido em outro tempo
a mesma vida e ter estado
no mesmo lugar e espaço.
Afinal a mente é um macaquinho.
E de galho em galho há instantes
em que é natural
na copa da árvore
o sol refletido
trazer-me angústia
e tanto espanto.
A árvore não muda,
assim como a vida.
Onde estou e onde estive
não foi nem é sonho
tampouco loucura
da minha mente,
pois ela [já disse]
é um macaquinho
que apressado
não lembra
aquilo que deveria -
a batida do meu peito
contra minhas costelas.
Pensamento para o Dia 29/09/2011







