O PASSARINHO DO RELÓGIO
"Cuco, cuco.cuco...
O passarinho do relógio está maluco...
Foi a 25 de janeiro de 1916, que nasceu, aqui no Rio de Janeiro, o compositor MILTON DE OLIVEIRA, que, formando dupla com Haroldo Lobo, venceu vários carnavais, quando o "povão" brincava de verdade.
Como todo menino pobre começou a trabalhar bem cedo, em uma tipografia e, apenas com 16 anos, era revisor do jornal "A Nação".
Nesse mesmo ano compôs seu primeiro samba (não gravado) e em seguida teve sua primeira gravação:"És louca", na voz de Jaime Vogeler. Jaime Vogeler, bastante conhecido na época, não chegou marcar muito o repertório de nossa música.
Em 1937 compôs dois sambas , ambos com Max Bulhões", que "estouraram" pela voz de Patrício Teixeira: "Não Tenho Lágrimas" e "Sabiá Laranjeira".
O suicesso de "Não Tenho Lágrimas foi tão grande, que Nat "King" Ciole, quando aqui esteve o gravou em um "português" cheio de sotaque.
Mas foi sua parceria com Haroldo Lobo que o transformou em um dos campeões do carnaval.
Haroldo fez parceria com Milton de Oliveira na maior parte de suas composições, como:"Juro"; "Índio Quer Apito";"A Mulher do Padeiro";"Clube dos Barrigudos"...
Ele gostava de fazer melodias sobre bichos, daí ter composto "O Passarinho do Relógio", quando surgiram os primeiros relógios com o Cuco; "Passo do Canguru";"Miau Miau" e "Tem Galinha no Bonde", todas gravadas por Aracy de Almeida.
O bonde, veículo popular em sua época, ainda serviu de tema para "O Bonde do Horário já Passou" e "A Mulher do Padeiro", que "viajava só no bonde de Alegria".
Sem fugir dos transportes, compôs,"Oito em Pé". Esta música surgiu porque na época passou a ser permitido que os ônibus levassem oito passageiros em pé.
Hoje pode parecer inconcebível, mas nos ônibus não era permitido que os passageiros viajassem "em pé" até que um decreto permitiu que viajassem oito em pé.
Daí Milton de Oliveira, ainda com Haroldo Lobo, compôs
"OITO EM PÉ"
Sobe Seu José,
Sobe seu José.
Sobe, sobe, sobe
Que ainda cabem oito em pé."
Em 1939 Carlos Galhardo obteve sucesso no carnaval com dois sambas da dupla Milton de Oliveira e Haroldo Lobo: "Sonho Lindo" e
NÃO PODE SER
"Ela quer que eu abandone a orgia,
Não pode ser.
Mas, se tal coisa acontecer
A nossa amizade vai morrer
Ou eu deixarei de viver."
No molde de um conhecido tango argentino, Milton e Haroldo compuseram "Porteiro, Suba e Veja", que teve uma resposta:"O Porteiro Subiu".
Ambos gravados por Patrício Teixeira.
Em 1942, além de "A Mulher do Padeiro" lançou "A Mulher do Leiteiro", ambos gravados por Araci de Almeida, a cantora que mais gravou músicas da dupla.
Muitos anos depois da morte de Haroldo Lobo, que não chegou a ver o sucesso (em 1942) do samba "P'ra Seu Governo"este foi gravado, em um LP, por Beth Carvalho em 1970.
Milton de Oliveira faleceu em 10 de dezembro de 1986, aos 70 anos.
Norma
por José do Vale Pinheiro Feitosa
Viva junto à alma mais próxima e compreenda que a proximidade é a medida da distância. Que a distância que os separa é este movimento maravilhoso da matéria e da energia. A maravilha é apenas esta surpresa porque esta proximidade é tão diminuta entre os dois e é a inesperada distância.
José do Vale P Feitosa
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Boa madrugada, povo da prosa e da poesia !
Minha vida corre na simplicidade
Café, almoço e lanches.
Vivo as merendas e uns recreios adultos como: cozinhar rapidinho; fazer compras desnecessárias e básicas; alugar filmes, ler páginas de alguns livros, visitar minha mãe, dar uma passada no blog, onde posto, principalmente para encontrar a poesia dos poetas errantes, que me deliciam.
Quando as postagens estão reduzidas, vem a compulsão de encher a tela com algo, que me diz ser interessante, e que eu compartilho.
Outro dia um amigo falou-me: o blog está legal, mas pareceu-me por demais amador. É isso mesmo!
Teria pessoas pra incrementá-lo tecnicamente, mas descobri que o simples resolve, e prescinde de acessórios.Se alguém desejar brincar um pouquinho nas configurações, habilite-se. O caminho é livre para qualquer colaborador. Aqui não existe dono, nem mediador.
Estou sem checar as efemérides diárias. Quando lembro que é o dia D de alguém que gosto ou admiro, então aproveito para prestar uma reverência.
Paz, alegria e inspiração para todos !
Café, almoço e lanches.
Vivo as merendas e uns recreios adultos como: cozinhar rapidinho; fazer compras desnecessárias e básicas; alugar filmes, ler páginas de alguns livros, visitar minha mãe, dar uma passada no blog, onde posto, principalmente para encontrar a poesia dos poetas errantes, que me deliciam.
Quando as postagens estão reduzidas, vem a compulsão de encher a tela com algo, que me diz ser interessante, e que eu compartilho.
Outro dia um amigo falou-me: o blog está legal, mas pareceu-me por demais amador. É isso mesmo!
Teria pessoas pra incrementá-lo tecnicamente, mas descobri que o simples resolve, e prescinde de acessórios.Se alguém desejar brincar um pouquinho nas configurações, habilite-se. O caminho é livre para qualquer colaborador. Aqui não existe dono, nem mediador.
Estou sem checar as efemérides diárias. Quando lembro que é o dia D de alguém que gosto ou admiro, então aproveito para prestar uma reverência.
Paz, alegria e inspiração para todos !
O amor

III
Mas quando o amor se torna em paixão verdadeira,
Puro como uma hóstia erguida sobre o altar,
Quando um amor domina uma existência inteira
Como a Lua domina os vagalhões do mar;
Quando é o amor radiante, esplêndido, que arvora
Em nossos corações um pavilhão d'aurora
Desdobrado no azul, quando é o amor profundo,
Um amor que nos veste uma rija armadura
Para se atravessar a batalha do mundo,
Como um leão atravessa uma floresta escura;
Então adoro o amor, de joelhos, como adora
No topo da montanha um índio o Sol doirado,
Porque um amor candente é uma hóstia d'aurora,
E o peito que o encerra é um sacrário estrelado!
Guerra Junqueiro, in 'A Musa em Férias'
melancolia
por favor, guarde suas palavras
para outro dia
guarde o desejo
de se afastar noutro lugar
por que não esquece
de uma vez que as dores
também secam, como uma flor seca,
como o dia acaba?
eu não sei quantas vezes
será preciso abrir as portas
do meu coração, eu não sei
ainda ontem o sorriso em seu rosto
tinha um tom que sempre
precisamos encontrar
é de noite agora?
como é possível
que eu não saiba as cores
de seu sentimento?
uma velha rua se abre
diante de meus olhos
nela você passa,
leva algo de mim
que me afoga
e nada posso fazer
é tão triste!
para outro dia
guarde o desejo
de se afastar noutro lugar
por que não esquece
de uma vez que as dores
também secam, como uma flor seca,
como o dia acaba?
eu não sei quantas vezes
será preciso abrir as portas
do meu coração, eu não sei
ainda ontem o sorriso em seu rosto
tinha um tom que sempre
precisamos encontrar
é de noite agora?
como é possível
que eu não saiba as cores
de seu sentimento?
uma velha rua se abre
diante de meus olhos
nela você passa,
leva algo de mim
que me afoga
e nada posso fazer
é tão triste!
Vocês sabiam ?
"Você já doou sangue? O que acha? Já fiz, contingencialmente, mas conheço um argumento que torna a doação de sangue desnecessária, quase sem importância: a urina da pessoa tem a mesma composição química do sangue dela, de modo que não utilizamos o sangue de outra pessoa em transfusão, mas a nossa própria urina, se houver uma necessidade extraordinária! Li isso na internet. Aliás, ao se bebê-la, em todos os casos, não se precisará nunca de transfusão de sangue. – Desde a revolução industrial, quando os laboratórios internacionais capitalistas usurparam a direção da Medicina, o conhecimento natural, tradicional, é de todas as maneiras escamoteado; cometem o sacrilégio de associar a urina à fez (excremento), o que é absurdo.
A urina é pura, não há filtro mais potente que o sistema renal. O mau cheiro que tem a das pessoas em geral é por causa de tanta intoxicação, ao longo de sua vida, tanto física quanto psíquica, e há ali uma supergrande concentração de anticorpos, para tantos problemas em circulação no seu sangue. Se a pessoa não os ingere, eles ficam sendo produzidos o tempo todo, e a pessoa a cada dia mais e mais se intoxicando, física e mentalmente... As pessoas jogamos (menos eu!) a urina fora, esquecendo-se de que, quando eram gestadas, viviam num mar de urina! Você sabe que o líquido amniótico é composto de urina principalmente, não é isso? Assim, se a pessoa a recicla, reingere, rapidíssimo ela se desintoxica, melhora sua qualidade de vida 1.000% e a sua urina recupera o sabor natural maravilhoso – melhor que água de coco, só comparável mesmo, em sabor absolutamente superagradável, ao leite materno!"
A urina é pura, não há filtro mais potente que o sistema renal. O mau cheiro que tem a das pessoas em geral é por causa de tanta intoxicação, ao longo de sua vida, tanto física quanto psíquica, e há ali uma supergrande concentração de anticorpos, para tantos problemas em circulação no seu sangue. Se a pessoa não os ingere, eles ficam sendo produzidos o tempo todo, e a pessoa a cada dia mais e mais se intoxicando, física e mentalmente... As pessoas jogamos (menos eu!) a urina fora, esquecendo-se de que, quando eram gestadas, viviam num mar de urina! Você sabe que o líquido amniótico é composto de urina principalmente, não é isso? Assim, se a pessoa a recicla, reingere, rapidíssimo ela se desintoxica, melhora sua qualidade de vida 1.000% e a sua urina recupera o sabor natural maravilhoso – melhor que água de coco, só comparável mesmo, em sabor absolutamente superagradável, ao leite materno!"
"A vida é bela" - Leitura sugerida e apreciada por Luis Eduardo
A Vida é Bela, Dominique Glocheux, de pensamentos – que começa com:
1. Seja simples. (Mas citou na introdução Oscar Wilde: “Eu me contentarei com o melhor”...)
2. Esforce-se 24 horas por dia para não criticar nada nem ninguém.
3. Aprenda a preparar uma massa deliciosa.
4. Acredite no amor à primeira vista. (Foi isso que senti, quando nos conhecemos!)
5. Se nunca comeu, prove um pouco.
6. Aprenda a dizer NÃO muitas vezes. (Se não fazemos assim, nosso tempo nos é tomado... [Comentário meu, pois fui geralmente vítima disso...])
7. Mande suas cartas com selos de coleção.
8. Decore sua casa da maneira mais aconchegante e confortável possível. (Aqui acho que tem muito a ver com você, e tem alguma coisa a ver comigo também!!)
9. Pegue um bebê no colo. É bom demais (... e muito mais...)
10. Sorria para todas as pessoas cujos olhos cruzarem com os seus. (Sempre foi minha intenção, mas preciso praticar mais, porque estive nesse tempo muito mental, e assim a gente nem vê as pessoas...) (Continuando a transcrição de alguns pensamentos do A Vida é Bela.)
11. Tenha um animal de estimação. Manso, afetuoso. Renda-se. (E agora? É verdade, um animal de estimação... Mas é preciso que aprendamos a lhe ensinar a diferença dos espaços dele e nosso, ou subirá em nossa cama e comerá em nosso prato... Afinal, temos energia diferente da dele...)
12. Volte aos lugares e lembranças de sua infância. (Fiz isso, faço de vez em quando; grande momento de felicidade, que você vive!)
13. Diga mais “Eu te amo” e “Senti saudades”. (Com certeza!!)
14. Doe sangue.
1. Seja simples. (Mas citou na introdução Oscar Wilde: “Eu me contentarei com o melhor”...)
2. Esforce-se 24 horas por dia para não criticar nada nem ninguém.
3. Aprenda a preparar uma massa deliciosa.
4. Acredite no amor à primeira vista. (Foi isso que senti, quando nos conhecemos!)
5. Se nunca comeu, prove um pouco.
6. Aprenda a dizer NÃO muitas vezes. (Se não fazemos assim, nosso tempo nos é tomado... [Comentário meu, pois fui geralmente vítima disso...])
7. Mande suas cartas com selos de coleção.
8. Decore sua casa da maneira mais aconchegante e confortável possível. (Aqui acho que tem muito a ver com você, e tem alguma coisa a ver comigo também!!)
9. Pegue um bebê no colo. É bom demais (... e muito mais...)
10. Sorria para todas as pessoas cujos olhos cruzarem com os seus. (Sempre foi minha intenção, mas preciso praticar mais, porque estive nesse tempo muito mental, e assim a gente nem vê as pessoas...) (Continuando a transcrição de alguns pensamentos do A Vida é Bela.)
11. Tenha um animal de estimação. Manso, afetuoso. Renda-se. (E agora? É verdade, um animal de estimação... Mas é preciso que aprendamos a lhe ensinar a diferença dos espaços dele e nosso, ou subirá em nossa cama e comerá em nosso prato... Afinal, temos energia diferente da dele...)
12. Volte aos lugares e lembranças de sua infância. (Fiz isso, faço de vez em quando; grande momento de felicidade, que você vive!)
13. Diga mais “Eu te amo” e “Senti saudades”. (Com certeza!!)
14. Doe sangue.
O espelho deste mundo - Emerson Monteiro

Quem quer saber o que seja o mundo, olhe lá dentro de si e verá apenas o reflexo do que queremos para as ações diárias. Ninguém espere resultado diferente do que aquilo que produz. Por isto, nada de esperar seriedade na política sem participar do processo político na altura certa das oportunidades oferecidas todo tempo através das democracias.
Postular segurança pública e correr léguas do convívio da própria comunidade em que vive demonstra contradição. Reclamar da sorte refugiado por trás de muralhas invioláveis, enquanto drogas e armas correm soltas nas madrugadas, destoa do dever. Falar em união de todos e eximir-se do mínimo em aproximação com os demais do grupo social, animais solitários, engana a si quem age desse modo.
A realidade possui a nossa cara, a minha, a sua, o DNA coletivo. Nada muda se a pessoa não mudar, dizem doutrinadores, todo tempo, porquanto assim é se nos parece. Seja a mudança que quer para o mundo, afirmava com autoridade o líder indiano Mahatma Gandhi, revolucionário de uma nação que acreditou nos ensinos de paz da sua mensagem e reverteu séculos de colonialismo.
Quantas e tantas vezes reclamamos coerência e honestidade dos nossos representantes, e, durante os turnos eleitorais, agimos qual eles agirão depois que os elegemos, bolsos cheios dos cheques em branco dos nossos votos. Nem tudo só desespera, nesses tempos distorcidos que pedem luzes. Há provas incontestes de amor ao bem público nas providências dos responsáveis sérios que ainda existem nos postos-chave, desde que os levemos até esses lugares da mais importante valia. Diz a sabedoria popular que quando virmos um jabuti em cima de uma estaca de certeza alguém o botou na posição, porquanto jabuti não sobe estaca. Quando um político preenche o mandato significa que os cidadãos o levaram ao lugar.
Filtro dessas representações políticas são os eleitores. Caso reclamemos dos mandatários, eles mostram a cara da sociedade, a nossa cara, também. Esta a equação mais simples do que acontece desde que o homem é homem, na história.
Por isso, perante a república em que vivemos, nós e nossas famílias, as mudanças principiam no dia das eleições, ao preço do suor das pessoas que sofrem; dos inocentes que padecem fome; das mães que vendem filhos; crianças que se prostituem pela ausência do respeito das orientações corretas; jovens desencantados e marginais; ruas esburacadas, sujas, abandonadas; padrões conturbados de horas críticas e contradições, e erros sem alternativas; desmandos e servidão.
Receita simples esta, a quem queira rever os equívocos acumulados: Abra os olhos e veja no espelho da consciência; interprete os meios conquistados nas existências; limpe o espelho dentro de si e trabalhe para descobrir e reavivar as esperanças perdidas pelos que esqueceram das chances de melhorar este mundo.
Postular segurança pública e correr léguas do convívio da própria comunidade em que vive demonstra contradição. Reclamar da sorte refugiado por trás de muralhas invioláveis, enquanto drogas e armas correm soltas nas madrugadas, destoa do dever. Falar em união de todos e eximir-se do mínimo em aproximação com os demais do grupo social, animais solitários, engana a si quem age desse modo.
A realidade possui a nossa cara, a minha, a sua, o DNA coletivo. Nada muda se a pessoa não mudar, dizem doutrinadores, todo tempo, porquanto assim é se nos parece. Seja a mudança que quer para o mundo, afirmava com autoridade o líder indiano Mahatma Gandhi, revolucionário de uma nação que acreditou nos ensinos de paz da sua mensagem e reverteu séculos de colonialismo.
Quantas e tantas vezes reclamamos coerência e honestidade dos nossos representantes, e, durante os turnos eleitorais, agimos qual eles agirão depois que os elegemos, bolsos cheios dos cheques em branco dos nossos votos. Nem tudo só desespera, nesses tempos distorcidos que pedem luzes. Há provas incontestes de amor ao bem público nas providências dos responsáveis sérios que ainda existem nos postos-chave, desde que os levemos até esses lugares da mais importante valia. Diz a sabedoria popular que quando virmos um jabuti em cima de uma estaca de certeza alguém o botou na posição, porquanto jabuti não sobe estaca. Quando um político preenche o mandato significa que os cidadãos o levaram ao lugar.
Filtro dessas representações políticas são os eleitores. Caso reclamemos dos mandatários, eles mostram a cara da sociedade, a nossa cara, também. Esta a equação mais simples do que acontece desde que o homem é homem, na história.
Por isso, perante a república em que vivemos, nós e nossas famílias, as mudanças principiam no dia das eleições, ao preço do suor das pessoas que sofrem; dos inocentes que padecem fome; das mães que vendem filhos; crianças que se prostituem pela ausência do respeito das orientações corretas; jovens desencantados e marginais; ruas esburacadas, sujas, abandonadas; padrões conturbados de horas críticas e contradições, e erros sem alternativas; desmandos e servidão.
Receita simples esta, a quem queira rever os equívocos acumulados: Abra os olhos e veja no espelho da consciência; interprete os meios conquistados nas existências; limpe o espelho dentro de si e trabalhe para descobrir e reavivar as esperanças perdidas pelos que esqueceram das chances de melhorar este mundo.
Cantigas de Bordar- Saudade - Por Corujinha Baiana

Cantigas de Bordar – Saudade
Hoje é Dia da Saudade. “ E por falar em Saudade...”, lembrei-me da minha infância, e com ela, a imagem da minha mãe sentada à máquina de costura. Na sua máquina ela bordava, e nela criava verdadeiras obras de arte.
Mas não só bordava... o mais bonito é que enquanto bordava, cantava ...e quanto mais cantava, mais encantada eu ficava.
E as linhas melódicas das cantigas se mesclavam às linhas multicoloridas dos galhos, folhas e flores dos seus bordados.
Eu, criança, ouvidos e olhos atentos, a escutava extasiada ( vale dizer que ela era afinada, e tinha uma voz muito agradável ).Mas dava para perceber que havia uma certa melancolia naqueles versos, que eu não conseguia compreender muito bem. Mas a mim, isso não importava. Só sei que eu gostava de ficar ali, sentada no batente da sala, escutando a minha mãe, e pronto !
"Nesse mundo não pretendo mais amar, só a ti, só a ti, foi quem amei ...” E no seu pot-pourri melancólico, ela emendava :"Ao viajar pros Mares do Sul, ele partiu dizendo ...”
" Meu bem te espero essa noite no portão, porque sozinhos precisamos conversar ...”
Como eu amava aquelas cantigas ! E é importante frisar ( só mais tarde tomei conhecimento ), que cada letra, segundo ela, estava relacionada a uma história da sua vida e ao seu romance com o meu pai.
Mas, entre todas as músicas que minha mãe cantava, havia uma que tocava profundamente a minha alma de criança sensível que eu era.
" Saudade quem é que não tem ?... ”
................................................................................................................................................................Passado algum tempo, por acaso, escutei no rádio a música que minha mãe cantava ( Hoje eu sei que era uma regravação de “Saudade”,composição de Jayme Redondo,do ano de 1929, na voz de Dalva de Oliveira ).
Durante muitos anos, tentei encontrar essa música para lhe dar de presente, mas sempre em vão. Só hoje, tantos anos passados, pesquisando na Internet, encontrei a música tão procurada. E não só por Dalva de Oliveira ( 1961 ),encontrei também uma gravação anterior, na voz de Paulo Tapajós, de 1950.
E assim, hoje - "Dia da Saudade", lembrando as "Cantigas de Bordar" da minha mãe, me vejo a cantar com “ ELA ”:
" Saudade,
Quem é que não tem ?
Só mesmo alguém,
Que nunca quis bem.”
................................................................................................
( Coisas de Família - "Cantigas de Bordar" - Corujinha Baiana - 30 de janeiro de 2010 - Dia da Saudade )
DO BAÚ DE STELA- Por Stella Siebra Brito
Mãos
Mãos crianças brincando de ciranda e de amarelinha,
desenhando a luz da manhã, inquietas, atuantes.
Mãos brincantes:
colhendo frutos,
aparando a chuva,
cortando a cana,
cortando o vento,
cortando a água.
Silêncio.
Música e silêncio.
Som de suave flauta invade a alma.
As mãos vão se abrindo dançantes,
contando muitas histórias,
histórias cicatrizadas em bordado de linhas coloridas.
Cores vibrantes,
cores marcantes.
Mãos de mulher:
amorosas,
suaves,
cálidas,
receptivas.
ao toque, ao encontro
de outras mãos,
de tuas mãos que invadem as minhas
e aí se completam, se entregam,
encantadas,
mergulhadas
no som da Nona Sinfonia que ecoa por todo Universo.
(10/05/06)
Leny de Andrade
Ela é um arraso como intérprete da MPB. Hoje faz aniversário, e eu não resisto em homenageá-la. Repertório cuidadoso, voz assimilável, nos recantos do coração.
Suspiro, quando escuto Leny de Andrade !
Tom Jobim
Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim (Rio de Janeiro, 25 de janeiro de 1927 — Nova Iorque, 8 de dezembro de 1994), mais conhecido como Tom Jobim, foi um compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violonista brasileiro.
É considerado um dos maiores expoentes da música brasileira e um dos criadores do movimento da bossa nova. É praticamente uma unanimidade entre críticos e público em termos de qualidade e sofisticação musical.
* Não dá pra esquecer Tom Jobim dia nenhum do ano.
Imagina hoje, que ele completaria nova idade.
Tornou-se imortal, em vida.
Todo dia é dia de lembrar Jobim.
'...um sonhador tem que acordar ..."
E dormir de novo pro sonho voltar.
Modigliani- Um filme, uma música
Amedeo Clemente Modigliani (Livorno, 12 de julho de 1884 — Paris, 24 de janeiro de 1920) foi um artista plástico e escultor italiano que viveu em Paris. Um artista principalmente figurativo, ele se tornou conhecido por pinturas e esculturas em estilo moderno caracterizado por faces mascara e alongamento da forma. Ele morreu de meningite tuberculosa, agravada pela pobreza, excesso de trabalho, alcool e drogas (haxixe).
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
As águas do eterno
AS ÁGUAS DO ETERNO
As águas correm, correm para sempre.
Sou só, sou a paisagem verde e Deus.
Uma garça branca pousa na margem do rio.
O sol pousa no horizonte vermelho.
Por que contemplar? Por que a luz, o êxtase?
Além do horizonte ergue-se um novo horizonte.
A árvore se transfigura, como Cristo.
A árvore sofre, agoniza, como Cristo.
Os frutos pendem da árvore, como pássaros maduros.
Colho os frutos e canto e conheço.
Como o sol, as águas correm para sempre.
A terra seca, o deserto onde não medra a semente.
Não edifico a minha casa nessa terra.
Este é o campo da penumbra.
Este é o campo da penúria, do silêncio seco de Deus.
Preciso de água para a minha argila.
Preciso de argila para o meu cântaro.
Preciso do cântaro para a minha face.
Modelo a minha face à imagem da face de Deus.
As águas correm para sempre.
Onde as águas que correm para sempre?
As vigas da minha casa estão podres.
Onde a palavra nova que sustente a minha casa?
Ouça o vento, que enferruja o arado.
Ouça o lamento dos sulcos, que esperam a semente.
Ouça a semente amarga florindo no meu túmulo.
As águas fluem, os horizontes fluem.
O pássaro e o trigo fluem, com a terra amarga.
No princípio era o verbo, eram os alvos lençóis.
No princípio eram as águas.
No princípio eram as garças brancas sobre as águas.
E as águas correm para sempre.
________
Foto na ponte sobre o rio Tietê, na divisa de Barra Bonita e Igaraçu do Tietê (SP), onde passei os últimos anos da minha infância.
________
Uma música para adormecer o coração...
Caminhos Cruzados
Milton Nascimento
Composição: Tom Jobim / Newton Mendonça
Quando um coração que está cansado de sofrer
Encontra um coração também cansado de sofrer
É tempo de se pensar
Que o amor pode de repente chegar
Quando existe alguém que tem saudade de alguém
E este outro alguém não entender
Deixa este novo amor chegar
Mesmo que depois
Seja imprescindível chorar
Que tolo fui eu, que em vão tentei raciocinar
Nas coisas do amor que ninguém pode explicar
Vem nós dois vamos tentar
Só um novo amor
Pode a saudade apagar
Milton Nascimento
Composição: Tom Jobim / Newton Mendonça
Quando um coração que está cansado de sofrer
Encontra um coração também cansado de sofrer
É tempo de se pensar
Que o amor pode de repente chegar
Quando existe alguém que tem saudade de alguém
E este outro alguém não entender
Deixa este novo amor chegar
Mesmo que depois
Seja imprescindível chorar
Que tolo fui eu, que em vão tentei raciocinar
Nas coisas do amor que ninguém pode explicar
Vem nós dois vamos tentar
Só um novo amor
Pode a saudade apagar
Amores X Destinos - por Socorro Moreira
Lucas e Lya namoraram na infância e adolescência. Namoro inocente com vistas para o futuro.Prometeram-se quando aconteceu a separação, na continuação dos estudos, em cidades diferentes e distantes. Alimentavam as promessas nas cartas trocadas, assiduamente.
Passou um tempo.A distância não apaga sentimentos, mas provoca o resfriamento, desliga.
Lucas conheceu uma morena, envolveu-se sentimentalmente, e engravidou-a. Motivo suficiente para um casamento reparador. Filho é vínculo suficientemente forte para mudar destinos, principalmente numa época castradora e tradicionalista.
Lya continuou sua vida.Tornou-se uma executiva de vida próspera, fugiu de novos compromissos, e ficou invulnerável à paixão.
Duas décadas depois, o casamento de Lucas já desgastado foi concluído pelo divórcio.
Reencontrou Lya por acaso, numa viagem de folgas, e enfim, conversaram sobre o passado, sobre o amor que sentiam, sobre tudo que os separaram. Não houve culpados. O entendimento foi fácil.Resolveu-se por um recomeço, com o restauro das esperanças e planos perdidos.Ela o havia esperado todos aqueles anos. Nunca deixara de amá-lo, e isso o deixou comovido, em dívida, no sentido de devolver-lhe um sonho perdido.Reuniriam suas vidas, quando conseguisse transferência para a cidade de Lya.
Enquanto esperava a transferência, conheceu Vera.
Atração fatal.Ela parecia incorporar uma cigana, figura que habitava outros planos, e que o amava desde muitas e muitas vidas.Vera mexia com sua alma e os seus sentidos. Existia entre eles algo inexplicável, que aos poucos os tornava carne e unha.
Com o destino traçado pelo dever, decidiu em não ferir Lya pela segunda vez.Renunciou ao amor que sentia por Vera e entregou sua sorte à companhia de Lya. Tiveram um filho que deu objetivos àquela escolha.
Importara-se com a realização pessoal daquela mulher, que fora fiel a um sentimento antigo.
Não sei se foram felizes, mas presumo que, no mínimo, foram grandes amigos.
O casamento segundo não lhe roubou a liberdade de conviver com os amigos, e fazer as coisas que lhe davam prazer.Na realidade parecia em certos momentos, um homem solteiro.Nesta condição, buscou em outras mulheres a cigana que o apaixonava.Quem sabe, seria o seu amor de alma?
A cigana conseguia manifestar-se apenas através de Vera, mas Vera também existia, e firmava sua importância amorosa.
Onze anos depois decidiram ficar juntos de fato.Lya estava ressarcida de um amor frustrado.Era uma pessoa madura, especial e, sobretudo sábia.Conduziria sua vida com serenidade.
Justo naquele momento, a cigana para não perde-lo para mais uma mulher, chamou-o para o seu domínio. É lá onde hoje habita.Como será, nem imagino!
Vera deixou de ser uma ameaça, um amor personificado, na vida de Lucas.
Sofreu cruelmente a dor da perda.Encarou o luto por muitos anos, e reverenciou a lembrança daquela figura querida.
É comum no plano terreno, o desencontro amoroso.
A felicidade é rara, embora possa ser construída, quando o casal é consciente da sua missão como parceiros de vida.
Não existem triângulos amorosos, união por conveniência, que resistam...
Vera enfim, reconheceu num grande amigo, Pedro, sua alma gêmea.
Derramaram sentimentos.Declararam amor urgente, e apostam na construção de uma felicidade duradoura.
O amor de Vera é Pedro.
O amor de Lya foi Lucas.
E quem foi o amor de Lucas?
Lya, Vera, a cigana que existia nas duas?
Só Deus sabe. O fim deste conto está na eternidade.
*Ficção
Corujinha, seja muito bem-vinda !
Uma das minhas grandes alegrias neste novo espaço é a presença da Corujinha, que esteve afastada dos blogues por longo tempo e nos fez muita falta.
Recebo-a com o mais carinhoso dos meus abraços !
Claro que estamos comemorando cada chegada com o entusiasmo que o nosso coração permite.
Recebo-a com o mais carinhoso dos meus abraços !
Claro que estamos comemorando cada chegada com o entusiasmo que o nosso coração permite.
AS CORES DIZEM O TEMPO
Vieira Calado
As cores dizem o tempo,
o granizo que embranquece as arestas do granito,
o hortelã respirando pequenas flores de sabor a sul.
Ó a antiga sapiência das árvores
e dos caminhos
e da plenitude nas planícies de verdura!
Como não hei-de segredar o teu nome
ó bonina de incenso, em noites de paixão,
nos pântanos que parecem eternizar os teus segredos?
És o pólen e a cegueira
de espirais hipnóticas de paz e medo,
em águas nascentes de musgo e de frescura.
És a vertigem duns olhos feridos pelo orvalho
das manhãs, ao cair da tarde
e eu te invoco na busca dos limites
que fazem o fascínio, a vigília perturbada
do teu violoncelo tocando ao vento.
Vieira Calado
As cores dizem o tempo,
o granizo que embranquece as arestas do granito,
o hortelã respirando pequenas flores de sabor a sul.
Ó a antiga sapiência das árvores
e dos caminhos
e da plenitude nas planícies de verdura!
Como não hei-de segredar o teu nome
ó bonina de incenso, em noites de paixão,
nos pântanos que parecem eternizar os teus segredos?
És o pólen e a cegueira
de espirais hipnóticas de paz e medo,
em águas nascentes de musgo e de frescura.
És a vertigem duns olhos feridos pelo orvalho
das manhãs, ao cair da tarde
e eu te invoco na busca dos limites
que fazem o fascínio, a vigília perturbada
do teu violoncelo tocando ao vento.
Chove no Cariri

As roupas no varal embebedam-se , dos alambiques do céu.O coração da gente fica engavetado, na humidade das esperas.
O sentimento luz transita por todos os espaços, e acalora na ardência das intenções.
Quem disse que o encanto amoroso só pertence às entranhas adolescentes?
Conosco também funciona, agilmente. Nada nas profundezas, arvorando descobertas, no interior de nós mesmos.
Meus cantos estão faxinados. Minha alma impregnada de todas as impressões, espera de vermelho um encontro marcado.
Meu corpo em santuário, irrita-se com o desleixo:
Pare de fumar
Corte o cabelo
Pinte as unhas de vermelho
Faça massagens linfáticas
Corra alguns quilômetros
Tome banho de cascata
Compre um vestidinho novo, e um batom escarlate.
É, pois é. O apagado corpo precisa de sol e outros acessórios.
Deixar que mãos servidoras cuidem do nosso corpo...
Podem ser as nossas .Elas sabem o caminho que regenera a beleza/bem estar.
Vou tirar as minhas do teclado, da faca de cozinha,das páginas do livro, e deixá-las a serviço da minha auto-estima.
Ah, e quero uma camisola de cetim pra sonhar enamorada!
Bom dia !
Sábado e Domingo.
Visitei e fui visitada. Um intervalo afetivo, no diário dos eremitas.
Estou ficando pouco tempo na Internet.Propósitos superiores , aleatórios à minha vontade. Posso fazer agora, inclusões missionárias e praseirosas, na pauta do dia.
Vejo mudanças reais e voluntárias. Novas possibilidades de aprendizagem e alegrias.
Tenho muito gosto de estar no meio de pessoas éticas, sensíveis. Não discuto que a parte mais bela do ser humano é artística. Não existem pessoas sem pendores. Já pensei o contrário, subestimando parte maior da humanidade, incluindo-me.
Depois descobri que não toco, nem canto porque não me dediquei ; não sou literata porque li de menos;não pinto, nem bordo, não costuro, porque brinquei com os números.Poderia ter sido bailarina... Lamento !
Todos temos algo para ensinar, aprender, fazer.
Que a vida nos motive, destarte os desencantos.
Palavras à toa, numa manhã chuvosa de começo de semana.
Abraço o coração de todos !
domingo, 23 de janeiro de 2011
a descoberta
Não sou a ideia do que suponho
tampouco a cruz do pensamento.
Posso falar pelo meu corpo
uma vez que a dor é minha.
Embora ultimamente
a dor me venha
quando durmo.
Então penso "é sonho"
e volto a dormir calado
(só despertando na hora
em que a porta se abre
sozinha e o vento
da área de serviço
puxa meus cabelos)
A morte é a liberdade
mas hoje de tarde
vendo um pombo
de pescoço flácido
no meio da calçada
não achei graça
nem virtude.
Quisera pudesse
tocar de leve
sua cabeça
levá-lo aos pés do velho
que ontem pela manhã
dava-lhe migalhas
de sonhos distantes.
Ah, foi isso.
Foi isso que matou o pombo.
tampouco a cruz do pensamento.
Posso falar pelo meu corpo
uma vez que a dor é minha.
Embora ultimamente
a dor me venha
quando durmo.
Então penso "é sonho"
e volto a dormir calado
(só despertando na hora
em que a porta se abre
sozinha e o vento
da área de serviço
puxa meus cabelos)
A morte é a liberdade
mas hoje de tarde
vendo um pombo
de pescoço flácido
no meio da calçada
não achei graça
nem virtude.
Quisera pudesse
tocar de leve
sua cabeça
levá-lo aos pés do velho
que ontem pela manhã
dava-lhe migalhas
de sonhos distantes.
Ah, foi isso.
Foi isso que matou o pombo.
Antiga ...
Enxergar, conferir
e tudo perde o sentido
O caminho bifurcado
sugere mudança dos passos
Por ali
Por Alá
Por nós dois
Ninguém mais ...
Voltou meu bem esquecido
Acordou na madrugada
e entrou nos meus sentidos
Tudo possível
Depois de tantas histórias
Vivo a história contida.
e tudo perde o sentido
O caminho bifurcado
sugere mudança dos passos
Por ali
Por Alá
Por nós dois
Ninguém mais ...
Voltou meu bem esquecido
Acordou na madrugada
e entrou nos meus sentidos
Tudo possível
Depois de tantas histórias
Vivo a história contida.
Ir razão
Muda
Mudo
Ainda estou no mundo
Barro inacabado
Em que momento faltou um pedaço?
Do nada
energia nova invade a minha casa
Abro as cortinas do quarto
Entram sonhos misturados
com razão e "irrazão"
O tempo passa
No processo anti-horário
cato as folhinhas jogadas
pelo velho calendário
Estou assim
desde aquele dia...
Mudo
Ainda estou no mundo
Barro inacabado
Em que momento faltou um pedaço?
Do nada
energia nova invade a minha casa
Abro as cortinas do quarto
Entram sonhos misturados
com razão e "irrazão"
O tempo passa
No processo anti-horário
cato as folhinhas jogadas
pelo velho calendário
Estou assim
desde aquele dia...
Huberto Cabral - Emerson Monteiro

Desde que me entendo de gente que, atento, observo a participação constante de Huberto Cabral nas movimentações sociais, culturais e patrióticas do Crato. Possuidor de um civismo a toda prova, Cabral faz do rádio sua praia de predileção, sem, no entanto, esquecer permanências pelos jornais, revistas, livros, cerimônias coletivas, etc. Organiza com maestria eventos públicos, dentro da absoluta correção. Incentiva e participa de reuniões destinadas aos interesses da municipalidade, em todos os âmbitos possíveis e imagináveis, sempre visando ampliação dos recursos progressistas e abertura das vias de transformação comunitária. Presta homenagens a personalidades destacadas do lugar e evidencia datas memoráveis deste núcleo urbano. Recebe visitantes ilustres, orienta pesquisas de estudiosos, repassa informações do seu rico acervo e de suas vivências; enfim, um homem talhado a preservar valores históricos e a memória social do Crato e de todo o Cariri como raros outros. Alimenta um acervo de gama incalculável no que tange aos dados relativos a esta parte de mundo e é considerado por muitos um testemunho vivo dos acontecimentos principais caririenses desde o início da segunda metade do século que passou.
Nas minhas primeiras incursões a eventos públicos, recém chegado ao Crato, avistava a presença de Huberto Cabral, o que se seguiu todo tempo até hoje. Radialista emérito, lançado ainda nos primórdios da radiofonia caririense, nas primitivas amplificadoras, associa-se à evolução desse meio de comunicação, exercendo funções de liderança em programas esportivos, noticiosos, reportagens inolvidáveis e solenidades importantes para o desenvolvimento econômico regional. Assessor do Executivo cratense em repetidas administrações, vem, à frente da sua época, convocando os cidadãos a segui-lo na altiva caminhada que exercita como rotina de existência. Nas campanhas fundamentais para a construção do Cariri nos moldes contemporâneos, ali está Huberto Cabral; desde a vinda triunfal da energia de Paulo Afonso à instalação definitiva da Universidade Regional do Cariri, por exemplo. Lembro das suas participações nas transmissões radiofônicas dos jogos do antigo campo do Sport, através da Rádio Educadora; depois, na quadra Bicentenário, em noites esportivas magnânimas; vejo suas ações audaciosas e vanguardeiras na cobertura jornalística da visita do presidente Castelo Branco, aos idos de 1964; sua determinação para, juntos, continuarmos a publicação do jornal A Ação, também na década de 60; suas providências na continuidade do Instituto Cultural do Cariri, inclusive na construção da sede própria; seu denodo para trazer valiosas instituições que ora estabelecem as características da nossa Região, em todo tempo de sua história; seu ativismo nas manutenções benfazejas desta civilização caririense, sendo ele também um descendente direto dos primeiros colonizadores aqui instados nas primeiras expedições.
O acendrado zelo que Huberto Cabral manifesta na profícua missão de ativador social ultrapassa as raias da paixão, digo sem arriscar uso de termos excessivos, porquanto os resultados das suas atitudes falam dos frutos essenciais no que desempenha e promove ao ímpeto do seu amor vocacional às nossas queridas tradições.
Pensamento para o Dia 23/01/2011

“Quando você atinge o controle dos sentidos, a purificação da mente, a concentração e o silêncio interior, o que inicialmente surgiu como uma necessidade lógica torna-se evidente mais tarde, na consciência purificada, como uma Vontade Positiva Permanente Impessoal (Prajnaanam Brahma). Através da prática incessante da Verdade, Retidão e Coragem, a Divindade em repouso no indivíduo será induzida a se manifestar na vida diária, transformando cada dia na alegria de amar verdadeiramente. Conheça a Suprema Realidade, respire-A. Banhe-se Nela. Viva Nela. Então Ela se torna tudo de você e você se torna completamente Divino.”
Sathya Sai Baba
sábado, 22 de janeiro de 2011
NAQUELA TARDE - Marcos Barreto de Melo
Naquela tarde cinzenta
Enquanto pensava nela
Vi chegar em minha casa
Um carro bem reluzente
E do batente da janela
Vi que estava cheio de gente
Meu coração adolescente
Quase saiu do meu peito
Quando vi descer do carro
Aquela flor em botão
Morena cor de canela
A minha grande paixão
Foi tão grande a alegria
Que nem posso descrever
Mas, uma força suprema
Sem saber que mal fazia
Contrariou o meu querer
Fez com que me ausentasse
Do meu amor me afastasse
Deixando o que eu mais queria
Saí doido, na carreira
Tinha logo que voltar
Menino que é só poeira
Coração a soluçar
Corri mais que ventania
Pedindo ao tempo, mais tempo
Pois tudo que eu queria
Era ainda lhe encontrar
Mas, o tempo, traiçoeiro
Desta vez não me ajudou
E quando estava voltando
Da sombra do Oitizeiro
Pude ainda ver de longe
Virando a curva da estrada
Seus lindos cabelos negros
Se perderem na poeira
E um carro feio e sem cor
Carregando o meu amor
Marcos Barreto de Melo
Enquanto pensava nela
Vi chegar em minha casa
Um carro bem reluzente
E do batente da janela
Vi que estava cheio de gente
Meu coração adolescente
Quase saiu do meu peito
Quando vi descer do carro
Aquela flor em botão
Morena cor de canela
A minha grande paixão
Foi tão grande a alegria
Que nem posso descrever
Mas, uma força suprema
Sem saber que mal fazia
Contrariou o meu querer
Fez com que me ausentasse
Do meu amor me afastasse
Deixando o que eu mais queria
Saí doido, na carreira
Tinha logo que voltar
Menino que é só poeira
Coração a soluçar
Corri mais que ventania
Pedindo ao tempo, mais tempo
Pois tudo que eu queria
Era ainda lhe encontrar
Mas, o tempo, traiçoeiro
Desta vez não me ajudou
E quando estava voltando
Da sombra do Oitizeiro
Pude ainda ver de longe
Virando a curva da estrada
Seus lindos cabelos negros
Se perderem na poeira
E um carro feio e sem cor
Carregando o meu amor
Marcos Barreto de Melo
Um Bonsai de Casa por João Marni
Pelo menos por três vezes, vi cada um deles: “O pai da noiva” e “ Casamento grego”. Comum aos dois filmes, a alegria em família e a camaradagem, especialmente a dedicação do genitor pela filha única.
Ao final, em ambos, uma festa espetacular de casamento. Hilariantes. No segundo fiquei mais emocionado, pois o velho grego tirou do envelope a certidão de compra de uma casa para o casal. Vizinha à deles! É o que seguramente faria, se pudesse. Moraríamos todos num condomínio em família. Alguém poderia argumentar que proximidades assim não dão certo, e tal... Mas acho que discordâncias e até confusões são melhores trabalhadas, entendidas e resolvidas em consangüinidade. Ainda não consegui essa que seria mais uma das minhas realizações; mas espere! Estou começando! Minha neta Maria Alice havia pedido a mim uma casa de bonecas. Num desses lances de pura sorte, nossos amigos Maurílo e Lôra iriam se desfazer de uma. Fiquei com o melhor que havia dos escombros, desmontada a casa com muito zêlo. Cuidei de escolher o local da construção no nosso jardim, após as discussões de praxe com a avó.
Estou de férias nos primeiros quinze dias do ano novo e a maior parte desse tempo vou dedicar à construção da casa de Maria Alice. Já comprei e instalei a “piscina” da sua morada quando aqui vier em folguedos, porque duvido que ela queira sair: Uma caixa d’água de 250l enterrada até próximo à borda. Seu novo endereço terá cerca de 13m² de um só vão, onde poderá brincar de dona de casa e de professora. Espero que repreenda bem seus bonecos quando esses não lhe obedecerem enquanto mãe de fantasia, e que grite quando seus alunos não estiverem atentos aos seus ensinamentos. Afinal, deixar rolar é dar oportunidade para o arrependimento, no choro depois, na casa grande.
Uma janela e porta na frente, com duas outras janelas, uma em cada lateral. Um luxo! Que cresça assim, feliz da vida, com tantos mimos. Caiu no terreiro certo. Que estude e seja gente grande e independente, e que lhe cause espanto e indignação o que os homens públicos fazem com as pessoas que moram em barracas improvisadas, de paus e lonas de plástico, negras feito os corações daqueles.
Que peça a Deus que me perdoe por esse excesso. É que amo muito a meus netos, presentes e futuros, e nada é caro para a visão do paraíso no sorriso deles. Deus é avô? Se for, estou perdoado.
Crato, 01.01.2011
João Marni de Figueiredo.
Dia de sol !
Acordei com meu filho chegando . Tipo assim: " a volta do filho pródigo".
Cansado da estrada , desejando café e lençol.
Só posso estar feliz.
Este espaço me apresenta céu e mar
Peixes e estrelas
Vontade de velejar e voar...
Ótima sensação !
Provavelmente só voltarei amanhã. Estou sem computador por mais uma semana.
Vou ler Galeano, assistir um filme, e preparar um talharim com massa caseira, que a Gaby( amiga italiana) ,ontem ensinou-me. Amanhã passo a receita pra vocês. Com a mão na massa , alimento é carinho.
Beijos. Fiquem com a poesia da vida !
Acordei com meu filho chegando . Tipo assim: " a volta do filho pródigo".
Cansado da estrada , desejando café e lençol.
Só posso estar feliz.
Este espaço me apresenta céu e mar
Peixes e estrelas
Vontade de velejar e voar...
Ótima sensação !
Provavelmente só voltarei amanhã. Estou sem computador por mais uma semana.
Vou ler Galeano, assistir um filme, e preparar um talharim com massa caseira, que a Gaby( amiga italiana) ,ontem ensinou-me. Amanhã passo a receita pra vocês. Com a mão na massa , alimento é carinho.
Beijos. Fiquem com a poesia da vida !
Maysa

Maysa Figueira Monjardim, mais conhecida como Maysa Matarazzo ou simplesmente Maysa (São Paulo ou Rio de Janeiro[, 6 de junho de 1936 — Niterói, 22 de janeiro de 1977), foi uma cantora, compositora e atriz brasileira. Ao longo da sua carreira imortalizou uma discografia com mais de 25 títulos. Cristalizou uma das mais brilhantes, sensíveis e belas obras da Música Popular Brasileira. É considerada pela crítica especializada e por grande parte do público como uma das melhores cantoras da história da MPB.
de que uma criança que existia em mim, antes de tantas coisas acontecerem, um dia voltará.
Só então saberei quem sou.
Maysa
Pérola da MPB
Lola
Chico Buarque
Sabia
Gosto de você chegar assim
Arrancando páginas dentro de mim
Desde o primeiro dia
Sabia
Me apagando filmes geniais
Rebobinando o século
Meus velhos carnavais
Minha melancolia
Sabia
Que você ia trazer seus instrumentos
E invadir minha cabeça
Onde um dia tocava uma orquestra
Pra companhia dançar
Sabia
Que ia acontecer você, um dia
E claro que já não me valeria nada
Tudo o que eu sabia
Um dia
O licor do Segredo- por Everardo Norões
Sertão - Por Everardo Norões
As nuvens são baixas,
mas alto é o céu.
O que parece passar,
permanece.
O verde, no cinza
se descobre.
A luz,
da escuridão se tece.
O verbo afia,
a faca desafia:
no oculto de mim,
tudo é Sertão.
mas alto é o céu.
O que parece passar,
permanece.
O verde, no cinza
se descobre.
A luz,
da escuridão se tece.
O verbo afia,
a faca desafia:
no oculto de mim,
tudo é Sertão.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
palavras
a cor do seu coração
colore o dia de claro
com essa luz luxuriante
e acorda os segredos
que formam a beleza
que peso tem a poesia
e o que pede o poeta
ao imponderável
quando escreve um poema
a uma jovem chamada carmem?
que o medo não se meta
entre os olhos de quem espera,
mas como haver coragem nos desanimados?
colore o dia de claro
com essa luz luxuriante
e acorda os segredos
que formam a beleza
que peso tem a poesia
e o que pede o poeta
ao imponderável
quando escreve um poema
a uma jovem chamada carmem?
que o medo não se meta
entre os olhos de quem espera,
mas como haver coragem nos desanimados?
Sonhos possíveis, sonhos bons - Emerson Monteiro

Quando veremos o mundo de olhos abertos aos bons sentimentos que passeiam faceiros nas trilhas molhadas de impactos, os quais que apenas nós indivíduos um dia conheceremos de água na boca. Viver com prazer os momentos uniformes da harmonia sem culpa ou ressentimentos, e acatar as decisões do destino de espírito desarmado; aquiescer, nos gestos imprevistos das marés, as tais criaturas obedientes a um Criador que move as parelhas dos cavalos à frente do Sol, nas charretes aceleradas das horas incansáveis, dentro da natureza mãe dadivosa. Aceitar, enfim, os balanços dos barcos enquanto o rio segue nas suas águas impetuosas, filhas equilibradas da feliz companhia dos outros irmãos, no bojo de naves luminosas que afeitas riscam os céus, nas madrugadas frias.
Porquanto pretendam discordar, os protagonistas do drama questionam os roteiros apresentados dos operários na peça. Erguem assustadas vozes de protesto, perante, no entanto, o desfilar das conveniências mais pessoais. Reclamam de barriga cheia, às vezes de mágoa, de fastio, ou pressa, mas reclamam de barriga cheia disso tão só. Levantam os braços num sinal de descaso face as contradições aparentes do sistema que eles, nós, vós, mesmos criaram nos instantes de dúvidas atrozes, no fingimento da espécie insatisfeita com o itinerário do vôo em velocidades extremas. Querem, a qualquer preço, impor condições aos limites imprevistos, desde o começo, postulando propósitos de causas iniciais perdidas, alarmistas repórteres policiais.
Andar nesse ritmo alimenta de pânico o gosto de tantos que a visão conturbada mistura, entre o desejo e o desespero, impetuosa estupidez de eras atrozes. Marcam, assim, aonde querem chegar multidões famintas, caravanas sequiosas de empedernidos seres, afoitos pássaros noctívagos.
Todavia acontecem os quadros seguintes e o palco estremece no pulo dos atores, impulsos febris de cores e formas, providências inevitáveis que persistem ao infinito da fé, em corredores escuros dos paranóicos filmes, até surgir para sempre. Valentes cavaleiros calmos tangem os seus rebanhos pacíficos nas caladas da noite, forças operantes apesar das dores que invadiram o instinto explosivo de todas as pessoas, fase de crescimento que atravessam de águas no peito.
Vislumbrar, pois, novos meios de construir as igrejas dos corações impacientes significa mistérios, doces aspectos das provas do período nefasto que lá abandonou suas vítimas aos portões da alvorada em festa que já se aproximava, e morrem nas praias, o que representa a correta imagem do que quiseram dizer os livros fechados nas bancas.
Por Norma Hauer
ÚLTIMA INSPIRAÇÃO
Um vulto importante em nossa música, nasceu em 21 de janeiro de 1911: José Fernandes de Paula, que ficou conhecido como PETERPAN.
Peterpan era cunhado de Emilinha Borba, casado com sua irmã, também cantora, conhecida como Nena Robledo (Xezira Borba)
Feliz em ter escolhido o nome de Nena Robledo. Mesmo assim não ficou conhecida como a irmã .
Seus maiores sucessos foram "Se Queres Saber", gravação de Emilinha; "Você nâo me Beija", gravado por Carlos Galhardo, ou "Última Inspiração", um dos maiores sucessos de João Petra de Barros.
Compôs ainda outras músicas que se destacaram, como “Eu Já vi Tudo”; e Mulher dos 30”
De Peterpan (com Chiaroni) é uma das mais belas canções de Natal: “Feliz Natal”, gravada por Carlos Galhardo
Há uma bonita valsa, em parceria com Ari Monteiro, lançada por Carlos Galhardo na Rádio Mayrink Veiga, que nunca foi gravada. Seu nome
"MISTÉRIOS DA NOITE
Tarde morre o dia,
Triste como sempre...
Cedo a noite vai chegar.
Maior será então
A minha grande mágoa.
Meus olhos já estão
Ficando rasos dágua"...
Pois quando anoitece,
Muito mais padece,
Quem tiver no coração a sombra da tristeza.
Não sei o mistério que a noite tem
Que faz crescer no coração da gente
A saudade de alguém.
Essa música (melodia e letra) está "gravada" apenas em minha memória.
Peterpan faleceu em 28 de abril de 1983, aos 72 anos.
Depois de escrever sobre Peterpan foi que atinei com sua data de nascimento:
21 de janeiro de 1911, ou seja, hoje seria seu Centenário.
E quem está lembrado dele?
Este ano temos, ainda, o Centenário de Pedro Caetano, co-autor de "É Com Este Que Eu Vou", nome que foi dado a um espetáculo sobre sambas carnavalescos, atualmente em cartaz no Teatro João Caetano.
De Pedro Caetano é também "Onde esrão os Tamborins?" e vários outros sucessos.
Comentarei sobre ele em 1° de fevereiro, dia de seu Centenário.
Outro que faria 100 anos, mas que partiu de expontânea vontade :
ASSIS VALENTE, em 1958. Em março escreverei sobre ele.
E ainda temos MÁRIO LAGO, mas só em novembro. Ele foi um artista completo.
Norma Hauer
Um vulto importante em nossa música, nasceu em 21 de janeiro de 1911: José Fernandes de Paula, que ficou conhecido como PETERPAN.
Peterpan era cunhado de Emilinha Borba, casado com sua irmã, também cantora, conhecida como Nena Robledo (Xezira Borba)
Feliz em ter escolhido o nome de Nena Robledo. Mesmo assim não ficou conhecida como a irmã .
Seus maiores sucessos foram "Se Queres Saber", gravação de Emilinha; "Você nâo me Beija", gravado por Carlos Galhardo, ou "Última Inspiração", um dos maiores sucessos de João Petra de Barros.
Compôs ainda outras músicas que se destacaram, como “Eu Já vi Tudo”; e Mulher dos 30”
De Peterpan (com Chiaroni) é uma das mais belas canções de Natal: “Feliz Natal”, gravada por Carlos Galhardo
Há uma bonita valsa, em parceria com Ari Monteiro, lançada por Carlos Galhardo na Rádio Mayrink Veiga, que nunca foi gravada. Seu nome
"MISTÉRIOS DA NOITE
Tarde morre o dia,
Triste como sempre...
Cedo a noite vai chegar.
Maior será então
A minha grande mágoa.
Meus olhos já estão
Ficando rasos dágua"...
Pois quando anoitece,
Muito mais padece,
Quem tiver no coração a sombra da tristeza.
Não sei o mistério que a noite tem
Que faz crescer no coração da gente
A saudade de alguém.
Essa música (melodia e letra) está "gravada" apenas em minha memória.
Peterpan faleceu em 28 de abril de 1983, aos 72 anos.
Depois de escrever sobre Peterpan foi que atinei com sua data de nascimento:
21 de janeiro de 1911, ou seja, hoje seria seu Centenário.
E quem está lembrado dele?
Este ano temos, ainda, o Centenário de Pedro Caetano, co-autor de "É Com Este Que Eu Vou", nome que foi dado a um espetáculo sobre sambas carnavalescos, atualmente em cartaz no Teatro João Caetano.
De Pedro Caetano é também "Onde esrão os Tamborins?" e vários outros sucessos.
Comentarei sobre ele em 1° de fevereiro, dia de seu Centenário.
Outro que faria 100 anos, mas que partiu de expontânea vontade :
ASSIS VALENTE, em 1958. Em março escreverei sobre ele.
E ainda temos MÁRIO LAGO, mas só em novembro. Ele foi um artista completo.
Norma Hauer
Palavras , que não serão insistentes...
Tenho pensado e repensado sobre esta nova forma comum de comunicação que chamamos Blog. Já participei de três, e deles me afastei, evidenciado o meu intento coletivo e ao mesmo tempo intolerante. È assim que nos acontece quando mudamos de emprego, casa, cidade, e até de parceiro amoroso. Desejamos o estar bem, dentro das nossas reais possibilidades. No caso dos blogs, tenho perfil catalisador, e quero as pessoas interessantes ( colaboradores e leitores) numa interação harmônica. Sofre mais quem assume a postura administrativa de controlador. Não quero para mim esta característica. Então o melhor é entrar, viver com prazer a alegria dos encontros, e não entrar na sintonia que provoca os desafetos.
Vejo em cada colaborador um veículo/locomotiva de promover entretenimento e encontros dos afins .
Saltito com a presença de conhecidos amigos escritores, cada qual no seu estilo, que faz a sinergia, numa contribuição individual significativa.
Esqueçam de quem é o blog. Aqui não existe dono, não existem outras intenções, a não ser aspirar a possibilidade de uma comunicação literária, fraterna, entre todos.
Quero ser uma cidadã comum, uma colaboradora comum, e deixar que o amadurecimento nas relações se processe, a partir de mim mesma.
Li um texto de Magali, recentemente, que frisava as dificuldades de união entre o povo do Cariri, ao mesmo tempo insistia na esperança de um entrosamento pacífico com vistas a importantes aprendizagens humanas.
Aqui é horário de recreio. A vida tem e deve ter muito mais horas e desejos. Somos voluntários, nos abraços literários. Que se cumpra o objetivo, mesmo implícito, dessa nova opção de espaço virtual : no azul sonhado... queremos escrever em prosa e verso e trocar figurinhas animadas.
Meu forte abraço.
Plácido Domingo
José Plácido Domingo Embil, KBE (Madri, 21 de janeiro de 1941), mais conhecido como Plácido Domingo, é um tenor e maestro espanhol, conhecido por sua vesátil e poderosa voz, possuíndo um tom dramático em toda a sua amplitude. Em março de 2008 ele cantou seu 128º papel operístico , fazendo-se assim o tenor que mais cantou papéis na história. Um dos Três Tenores, ele também tem conduzindo óperas e concertos, como também servindo de Diretor da Ópera Nacional de Washington, em Washington, Estados Unidos e na Ópera de Los Angeles. Seu contrato em Los Angeles foi estendido até a temporada 2012/3.
Lenine
Vladimir Ilitch Lenin ou Lenine (em russo: Владимир Ильич Ленин; nascido Vladimir Ilyitch Ulianov, Владимир Ильич Ульянов; Simbirsk, 22 de abril de 1870 – Gorki, 21 de janeiro de 1924) foi um revolucionário e chefe de Estado russo, responsável em grande parte pela execução da Revolução Russa de 1917, líder do Partido Comunista, e primeiro presidente do Conselho dos Comissários do Povo da União Soviética. Influenciou teoricamente os partidos comunistas de todo o mundo, e suas contribuições resultaram na criação de uma corrente teórica denominada leninismo. Diversos pensadores e estudiosos escreveram sobre a sua importância para a história recente, entre eles o historiador Eric Hobsbawm, para quem Lenin teria sido "o personagem mais influente do século XX".
wikipédia
Convite !
Olá amigo(a),
Gostaria de contar com sua honrosa presença para os eventos abaixo:
No dia 30 de janeiro (DOMINGO), às 19:00H, no Hall do Teatro Salviano Arraes Saraiva,
com a presença do Artista Bruno Pedrosa, faremos a
ABERTURA da EXPOSIÇÃO DAS OBRAS DO MUSEU DE ARTE VICENTE LEITE
(MAVILE), com seu ACERVO totalmente RESTAURADO, trabalho da
Artista Plástica Edilma Rocha, realizado pela Prefeitura Municipal do Crato e Fundação
Cultural J. de Figueiredo Filho.
PERÍODO DA EXPOSIÇÃO: 30 e 31 de Janeiro, 01, 02 e 03 de Fevereiro de 2011.
Obs.: Este prazo poderá ser prorrogado.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
No dia 02 de fevereiro (QUARTA), no Teatro Salviano Arraes Saraiva.
às 19:00H, ocorrerá a Sessão Solene da Câmara Municipal do Crato.
para a entrega do Título de Cidadania Cratense ao Artista Bruno Pedrosa.
Em seguida, às 20:30H, Sessão Solene do ICC - Instituto Cultural do Cariri, para a
Criação da Cadeira Bruno Pedrosa e Posse do Artista Cratense George Macário.
Conto com você lá!
Um forte abraço.
GEORGE MACÁRIO
Uma visão astrológica Por Luis Eduardo
Do modo astrológico, a vida humana é dividida possivelmente em individual e social.
Individualmente, nos caracterizamos em relação a nossa iniciativa para fazer as coisas – o que tem analogia com o pioneirismo e a autoridade de Áries –; a nossa relação com o mundo material – e seu séquito de sensações e luxúrias –, em nossa busca de nós mesmos, na condução, em suprema transformação, para esferas espirituais, análogo ao professor e conselheiro Touro; à atração e à tomada de consciência através do relacionamento comunicacional geminiano; à introspecção selência canceriana; à luxúria apaixonada e criativa leonina; ao movimento para o interior virginiano.
Socialmente, em Libra, nos associamos equilibrada e justamente a outras pessoas; em Escorpião, morremos para o mundo exterior ilusório, em nossa transformação; ao nos equilibrarmos entre os opostos, nos criamos alquimicamente, como o sagitário, na busca do vida superior; em Capricórnio, dominamos procriativamente a matéria, e atingimos os mais altos patamares de objetivos; em Aquário, nos conectamos com a inteligência universal para a realizar no plano material; em Peixes estamos nos umbrais de novos níveis de consciência.
O sistema de conhecimento astrológico é aquele melhor orientador para que busquemos a evolução da nossa comunidade. As artes podem servir a tão importante objetivo – claro que os artistas falam de uma “liberdade criativa”, que a arte não devesse de nenhuma maneira servir à ideologia, que ela deveria somente elogiar a beleza e criar mundos novos e melhores. É uma possibilidade, mas a organização deste não é um mal negócio – talvez ela possa atender a essas duas frentes. Isso se torna especialmente produtivo, você não acha?
A ciência astrológica nos indica os fatores arquetípicos da nossa humanidade. Sob sua orientação, abordaremos as questões cruciais da nossa atualidade, e temos a internet para fazer chegar nossas reflexões ao conhecimento das posições fundamentais de cada parte. Auguro bons resultados, em diversos sentidos.
Coisas
A PALAVRA COISA
A poesia da palavra coisa.
O seu silêncio de ovo, de relógio.
A coisa é uma pedra no poema,
pedra de toque, fora e dentro: essência.
HORIZONTE
Chove lá fora, além das montanhas
no horizonte em frente
e num outro horizonte com que sonho sem fim.
FLOR DE PEDRA
A flor nasce na pedra,
a flor medra na pedra.
Nasce, medra, como tudo
para morrer.
NOTA
No velho livro,
uma data e a nota:
“Trocaram o nosso gato.”
NO MEIO DO CAMINHO
Tinha uma pedra no meio do caminho.
Pus de lado e sentei em cima
para descansar.
COMPOSIÇÃO
Entre coisa e cousa
componho o poema
com giz e lousa.
O GUARDA-CHUVA
Abro o guarda-chuva
contra as águas do dilúvio
e morro afogado.
ELÉTRICO
Meu céu ficou elétrico
na objetiva da minha câmara
e nas minhas retinas.
A COISA
A poesia é uma coisa
que ninguém sabe o que é
e se soubesse, o que adiantaria?
Como anda sua mente ??? - José Nilton Mariano Saraiva
De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. SOHW DE BLOA.
*******************************
Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!
*****************************
E aí, preguiçoso, conseguiu traduzir/decifrar ??? Precisa de uma ajudazinha ??? Tá legal. Veja aí embaixo:
"Este pequeno texto serve apenas para mostrar como nosso cabeça consegue fazer coisas impressionantes! Repare nisso! No começo estava muito complicado, mas nesta linha sua mente vai decifrando o código quase automaticamente, sem precisar pensar muito, certo ? Pode ficar bem orgulhoso disso ! Sua capacidade merece ! Parabéns !"
Autoria: desconhecida
*******************************
Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!
*****************************
E aí, preguiçoso, conseguiu traduzir/decifrar ??? Precisa de uma ajudazinha ??? Tá legal. Veja aí embaixo:
"Este pequeno texto serve apenas para mostrar como nosso cabeça consegue fazer coisas impressionantes! Repare nisso! No começo estava muito complicado, mas nesta linha sua mente vai decifrando o código quase automaticamente, sem precisar pensar muito, certo ? Pode ficar bem orgulhoso disso ! Sua capacidade merece ! Parabéns !"
Autoria: desconhecida
Bem-Vindos !
Estou respirando no azul que imaginava, para aturar o chumbo que o céu nos prepara, e dissolvê-lo com serenidade.
Já somos 32 colaboradores /gestores ... Um número significativo !
Com a minha natureza de aposentada ,retiro os números, e prendo-me à satisfação da qualidade, à possibilidade de crescimento com as trocas humanas/literárias.
!
Abraços, minha gente !
A mesa é redonda .Não esqueçam !
CURTAS - à moda de Aloísio
Escorpiana, com Lua em Gêmeos:
os mistérios quase revelados.
(Stela Siebra Brito)
os mistérios quase revelados.
(Stela Siebra Brito)
Amenidades... - José Nilton Mariano Saraiva
AÍ A BRIGA COMEÇOU...
01) Minha esposa estava dando dicas sobre o que ela queria para seu aniversário que estava próximo. Ela disse: - Quero algo que vá de 0 a 100, em cerca de 3 segundos. Eu comprei uma balança para ela.
Aí a briga começou...
= = = = = = = = = = = = = = = = = = = =
02) Minha mulher estava nua, se olhando no espelho do quarto de dormir. Ela não está feliz com o que vê e diz: - Sinto-me horrível; pareço velha, gorda e feia. Eu, realmente, preciso de um elogio seu. Eu lhe disse: Sua visão está ótima!
Aí a briga começou...
= = = = = = = = = = = =
03) Minha esposa sentou-se no sofá junto a mim, enquanto eu acionava o controle remoto da TV, à procura de algo interessante. Ela perguntou: - O que tem na TV?
Eu disse: - Poeira.
Aí a briga começou...
===============================
04) Quando cheguei em casa ontem à noite, minha esposa exigiu que a levasse a algum lugar caro. Então eu a levei ao posto de gasolina.
Aí a briga começou...
===============================
05) Depois de aposentar-me, fui até o INSS para poder receber meu benefício. A mulher que me atendeu solicitou minha identidade para verificar minha idade. Chequei meus bolsos e percebi que a tinha deixado em casa. Disse à mulher que lamentava, mas teria que ir até minha casa e voltar depois. A mulher disse: - Desabotoe sua camisa. Então, desabotoei minha camisa deixando exposto meus pêlos crespos prateados. -Estes pêlos prateados no seu peito são prova suficiente para mim, disse ela. E processou meu benefício. Quando cheguei em casa, contei entusiasmado o que ocorrera para minha esposa. Ela disse: - Por que você não abaixou as calças? Você poderia ter conseguido “auxilio-invalidez” também...
Aí a briga começou...
===============================
06) Voltei do médico após uma consulta e minha esposa toda preocupada, pergunta-me: -E então, o que o médico lhe disse? De pronto, eu respondi: - A partir de hoje, não faremos mais amor, estou proibido de comer qualquer coisa gorda.
Aí a briga começou...
===============================
QUEM SOU EU ???
Nesta altura da vida já não sei mais quem sou. Vejam só que dilema!!!
Na ficha da loja, sou CLIENTE, no restaurante, FREGUÊS, quando alugo uma casa, INQUILINO, na condução, PASSAGEIRO, nos correios, REMETENTE, no supermercado, CONSUMIDOR.
Para a Receita Federal, CONTRIBUINTE, se vendo algo importado, CONTRABANDISTA, se revendo algo legalmente, MUAMBEIRO. Se o carnê tá com o prazo vencido, INADIMPLENTE, se não pago imposto, SONEGADOR. Para votar, ELEITOR, mas em comícios, MASSA. Em viagens, TURISTA , na rua caminhando, PEDESTRE. Se sou atropelado, ACIDENTADO, no hospital, PACIENTE, nos jornais, viro VÍTIMA. Se compro um livro, LEITOR, se ouço rádio, OUVINTE, para o Ibope, ESPECTADOR, para o apresentador de televisão, TELESPECTADOR. No campo de futebol, TORCEDOR, se sou flamenguista, SOFREDOR. Se trabalho na Chesf, COLABORADOR.
Quando morrer, uns dirão, FINADO, outros, DEFUNTO, para outros, EXTINTO, para o povão, PRESUNTO. Em certos círculos espiritualistas serei, DESENCARNADO, já os evangélicos dirão que fui, ARREBATADO.
E o pior de tudo é que para todo governante sou apenas um IMBECIL !!!
E pensar que um dia já fui EU.
Autoria: desconhecida
01) Minha esposa estava dando dicas sobre o que ela queria para seu aniversário que estava próximo. Ela disse: - Quero algo que vá de 0 a 100, em cerca de 3 segundos. Eu comprei uma balança para ela.
Aí a briga começou...
= = = = = = = = = = = = = = = = = = = =
02) Minha mulher estava nua, se olhando no espelho do quarto de dormir. Ela não está feliz com o que vê e diz: - Sinto-me horrível; pareço velha, gorda e feia. Eu, realmente, preciso de um elogio seu. Eu lhe disse: Sua visão está ótima!
Aí a briga começou...
= = = = = = = = = = = =
03) Minha esposa sentou-se no sofá junto a mim, enquanto eu acionava o controle remoto da TV, à procura de algo interessante. Ela perguntou: - O que tem na TV?
Eu disse: - Poeira.
Aí a briga começou...
===============================
04) Quando cheguei em casa ontem à noite, minha esposa exigiu que a levasse a algum lugar caro. Então eu a levei ao posto de gasolina.
Aí a briga começou...
===============================
05) Depois de aposentar-me, fui até o INSS para poder receber meu benefício. A mulher que me atendeu solicitou minha identidade para verificar minha idade. Chequei meus bolsos e percebi que a tinha deixado em casa. Disse à mulher que lamentava, mas teria que ir até minha casa e voltar depois. A mulher disse: - Desabotoe sua camisa. Então, desabotoei minha camisa deixando exposto meus pêlos crespos prateados. -Estes pêlos prateados no seu peito são prova suficiente para mim, disse ela. E processou meu benefício. Quando cheguei em casa, contei entusiasmado o que ocorrera para minha esposa. Ela disse: - Por que você não abaixou as calças? Você poderia ter conseguido “auxilio-invalidez” também...
Aí a briga começou...
===============================
06) Voltei do médico após uma consulta e minha esposa toda preocupada, pergunta-me: -E então, o que o médico lhe disse? De pronto, eu respondi: - A partir de hoje, não faremos mais amor, estou proibido de comer qualquer coisa gorda.
Aí a briga começou...
===============================
QUEM SOU EU ???
Nesta altura da vida já não sei mais quem sou. Vejam só que dilema!!!
Na ficha da loja, sou CLIENTE, no restaurante, FREGUÊS, quando alugo uma casa, INQUILINO, na condução, PASSAGEIRO, nos correios, REMETENTE, no supermercado, CONSUMIDOR.
Para a Receita Federal, CONTRIBUINTE, se vendo algo importado, CONTRABANDISTA, se revendo algo legalmente, MUAMBEIRO. Se o carnê tá com o prazo vencido, INADIMPLENTE, se não pago imposto, SONEGADOR. Para votar, ELEITOR, mas em comícios, MASSA. Em viagens, TURISTA , na rua caminhando, PEDESTRE. Se sou atropelado, ACIDENTADO, no hospital, PACIENTE, nos jornais, viro VÍTIMA. Se compro um livro, LEITOR, se ouço rádio, OUVINTE, para o Ibope, ESPECTADOR, para o apresentador de televisão, TELESPECTADOR. No campo de futebol, TORCEDOR, se sou flamenguista, SOFREDOR. Se trabalho na Chesf, COLABORADOR.
Quando morrer, uns dirão, FINADO, outros, DEFUNTO, para outros, EXTINTO, para o povão, PRESUNTO. Em certos círculos espiritualistas serei, DESENCARNADO, já os evangélicos dirão que fui, ARREBATADO.
E o pior de tudo é que para todo governante sou apenas um IMBECIL !!!
E pensar que um dia já fui EU.
Autoria: desconhecida
Agradecimento
Fiquei feliz com o convite para participar do Blog "Chão de Estrela, no azul sonhado". Nós, os cratenses, temos tudo a ver com o azul. Nascemos, crescemos e vivemos com o azul do arco formado pela floresta verde, que se torna azul com o reflexo dos raios solares, segurando em suas entranhas as encostas da nossa Chapada do Araripe, formando desde o nascer e ao por do sol uma cortina azulada. E quando retornamos ao Crato e ao longe ainda, avistamos esse azul, enchemo-nos de alegria.
Obrigado e vida longa ao novo blog.
Um abraço do Carlos Eduardo Esmeraldo
Obrigado e vida longa ao novo blog.
Um abraço do Carlos Eduardo Esmeraldo
Assinar:
Postagens (Atom)














