“AINDA HÁ JUÍZES EM BERLIM” – José Nilton Mariano Saraiva
por José do Vale Pinheiro Feitosa
Viva junto à alma mais próxima e compreenda que a proximidade é a medida da distância. Que a distância que os separa é este movimento maravilhoso da matéria e da energia. A maravilha é apenas esta surpresa porque esta proximidade é tão diminuta entre os dois e é a inesperada distância.
José do Vale P Feitosa
quarta-feira, 28 de julho de 2021
"AINDA HÁ JUÍZES EM BERLIM" - José Nílton Mariano Saraiva
sexta-feira, 23 de julho de 2021
“ELES JOGAM PARA EU FAZER O GOL” - José Nílton Mariano Saraiva
quinta-feira, 22 de julho de 2021
CRIME “QUASE” PERFEITO – José Nilton Mariano Saraiva
AS GRANDES PERGUNTAS DA CIÊNCIA ( FINAL )
A DOUTORA “CHARLATÔ - José Nílton Mariano Saraiva
quarta-feira, 21 de julho de 2021
AS GRANDES PERGUNTAS DA CIÊNCIA ( IV )
Encontraremos a cura para o câncer?
A resposta curta é não. Não uma única doença, mas um agrupamento de centenas de doenças, o câncer existe desde os dinossauros e, sendo causado por genes descontrolados, o risco está embutido em todos nós. Quanto mais tempo vivermos, maior a probabilidade de que algo dê errado, de diversas maneiras. Pois o câncer é uma coisa viva – em constante evolução para sobreviver. Embora seja incrivelmente complexo, por meio da genética estamos aprendendo cada vez mais o que o causa e como ele se dissemina, e aperfeiçoando seu tratamento e prevenção. E saiba disto: até a metade de todos os cânceres – 3,7 milhões por ano – pode ser evitada; pare de fumar e beber e coma moderadamente e mantenha-se ativo e evite a exposição prolongada ao sol do meio-dia.
Como conseguirmos mais energia do sol ?
A redução dos estoques de combustíveis fósseis significa que realmente precisamos de uma nova maneira de movimentar nosso planeta. Nossa estrela mais próxima oferece mais que uma solução possível. Já estamos controlando a energia do sol para produzir energia solar. Outra ideia é usar a energia da luz do sol para dividir a água em suas partes componentes: oxigênio e hidrogênio, que poderia fornecer um combustível limpo para os carros do futuro. Os cientistas também trabalham em uma solução energética que depende de recriar os processos que ocorrem no interior das próprias estrelas - eles estão construindo uma máquina de fusão nuclear. A esperança é que essas soluções supram nossas necessidades energéticas.
Como derrotar as bactérias?
Os antibióticos são um dos milagres da medicina moderna. A descoberta de sir Alexander Fleming, que ganhou o Prêmio Nobel, levou a remédios que combateram algumas das doenças mais mortíferas e tornou possíveis a cirurgia, os transplantes e a quimioterapia. Mas esse legado está em perigo – na Europa, cerca de 25 mil pessoas morrem por ano de bactérias resistentes a diversas drogas. Nossa produção de medicamentos vem falhando há décadas e estamos agravando o problema por meio da prescrição excessiva e do mau uso de antibióticos – estima-se que 80% dos antibióticos nos Estados Unidos vão para reforçar a pecuária. Felizmente, o sequenciamento do DNA está nos ajudando a descobrir antibióticos que não sabíamos que as bactérias poderiam produzir. Juntamente com métodos inovadores, embora pareçam estranhos, como o transplante de bactérias "boas" da matéria fecal e a busca por novas bactérias no fundo dos oceanos, podemos continuar firmes nessa corrida com organismos que surgiram 3 bilhões de anos antes de nós.
Fonte: Carta Capital
terça-feira, 20 de julho de 2021
BAIXEM O TOM, FARDADOS (Cristina Serra, jornalista)
AS GRANDES PERGUNTAS DA CIÊNCIA ( III )
O que é a consciência ?
Ainda não temos realmente certeza. Sabemos que tem a ver com diferentes regiões do cérebro ligadas em rede, mais que uma única parte do cérebro. Há uma teoria de que se descobrirmos que partes do cérebro estão envolvidas e como funciona o circuito neural, descobriremos como surge a consciência, algo em que a inteligência artificial e tentativas de construir um cérebro neurônio por neurônio poderão ajudar. A questão mais difícil e mais filosófica é por que alguma coisa deve ser consciente. Uma boa sugestão é que, ao integrar e processar muita informação, além de focalizar e bloquear, em vez de reagir aos estímulos sensoriais que nos bombardeiam, podemos distinguir entre o que é real e o que não é e imaginar diversos cenários futuros que nos ajudem a adaptar-nos e a sobreviver.
Por que existe matéria ?
Na verdade você não deveria estar aqui. A "matéria" de que você é feito tem uma contrapartida chamada antimatéria, que só difere em carga elétrica. Quando elas se encontram, ambas desaparecem em uma fagulha de energia. Nossas melhores teorias sugerem que o Big Bang criou quantidades iguais das duas, o que significa que toda matéria, desde então, deve ter encontrado sua antimatéria, as duas destruindo-se e deixando o universo inundado apenas de energia. Claramente, a natureza tem uma tendência sutil para a matéria, ou você não existiria. Os pesquisadores estão peneirando dados de experiências como o “Grande Colisor de Hadrons”, tentando compreender por quê, sendo a supersimetria e os neutrinos os dois principais candidatos.
Onde colocamos todo o carbono ?
Nas últimas centenas de anos, temos enchido a atmosfera com dióxido de carbono – liberando-o ao queimar combustíveis fósseis que antes trancavam o carbono abaixo da superfície da Terra. Hoje temos de colocar todo esse carbono de volta ou nos arriscarmos às consequências de um aquecimento climático. Mas como podemos fazê-lo? Uma ideia é enterrá-lo em antigos campos de petróleo e gás. Outra é escondê-lo no fundo do mar. Mas não sabemos quanto tempo ele permanecerá lá, ou quais seriam os riscos. Enquanto isso temos de proteger os estoques naturais e duradouros de carbono, como as florestas e a turfa, e começar a fazer energia de uma maneira que não produza ainda mais carbono.
Fonte: Carta Capital
segunda-feira, 19 de julho de 2021
AS GRANDES PERGUNTAS DA CIÊNCIA ( II )