por José do Vale Pinheiro Feitosa




Viva junto à alma mais próxima e compreenda que a proximidade é a medida da distância. Que a distância que os separa é este movimento maravilhoso da matéria e da energia. A maravilha é apenas esta surpresa porque esta proximidade é tão diminuta entre os dois e é a inesperada distância.

José do Vale P Feitosa



terça-feira, 21 de abril de 2020

"SINGELA" REFLEXÃO - José Nilton Mariano Saraiva


Desde tempos imemoriais temos expressado, em textos nos mais diversos blogs para os quais colaboramos, que a “esculhambação” jurídica que vivenciamos de um certo tempo até aqui deve ser creditada à frouxidão e covardia dos integrantes do tal Supremo Tribunal Federal.

E que, como consequência e na esteira disso, podemos extrair uma constatação óbvia: ao contrário do que afirmam políticos e autoridades outras, faz bastante tempo, sim, que as “instituições” brasileiras NÃO funcionam normalmente.

Basta lembrar que, comandando uma quadrilha de alta periculosidade, um juizeco de primeira instância, lotado em Curitiba, foi useiro e vezeiro em passar por cima da nossa Carta Maior, sem que o “guardião da constituição” (Supremo Tribunal Federal) tenha tomado qualquer providência ou expressado qualquer desconforto.

Pelo contrário, durante um bom tempo aquela corte literalmente chancelou “in totum” todos os abusos e cabeludas arbitrariedades praticadas pela gangue curitibana, conforme reconheceu peremptoriamente (só que depois e quando a vaca já tinha ido pro brejo), um dos seus integrantes, Gilmar Mendes:

É um grande vexame e participamos disso. Somos cúmplices dessa gente. Homologamos delação. É altamente constrangedor. Todos nós que participamos disso temos que dizer: nós falhamos; a República de Curitiba nada tem de republicana, era uma ditadura completa. Assumiram o papel de imperadores absolutos. Gente com uma mente muito obscura, gente ordinária. Se achavam soberanos. Gente sem nenhuma maturidade. Corrupta na expressão do termo. Violaram o código de processo penal” (ipsis litteris).

A “singela” reflexão é só pra lembrar que não deveria se constituir surpresa o ocorrido ontem (19.04.20), quando o miliciano que está Presidente da República pessoalmente conduziu sua horda de fanáticos-fundamentalistas-abestados em manifestações desrespeitosas e antidemocráticas, exigindo o fechamento não só do Congresso Nacional, mas, também, do Supremo Tribunal Federal e, de quebra, a volta dos milicos ao poder.

A propósito, antes de ir ao encontro dos seus, no agora famoso “ninho da serpente” o “traste” que está Presidente da República reuniu-se e traçou planos com a sua quadrilha particular-familiar: Eduardo “bananinha” Bolsonaro, Flávio “rachadinha” Bolsonaro e Carlos “bonequinha” Bolsonaro, coincidentemente filhos e ativos conselheiros. Donde podemos supor que todo o script foi ali traçado antecipadamente, como o faz qualquer quadrilha minimamente organizada (tanto, que sequer esqueceram de filmar tudo e disponibilizar na internet).

Agora, o difícil de entender, depois de tão graves ocorrências, de tão explicita manifestação de golpismo, é a “conversa mole”, o “faz-de-conta”, as “babaquices” daqueles que poderiam enquadrar o meliante e comparsas, e que ficam a repetir com eloquência e numa toada só, que “as instituições estão funcionando(como a querer esconder o óbvio ululante: neste momento o Estado Democrático de Direito corre sérios riscos).

Tanto NÃO funcionam que chegamos onde chegamos: um presidente de um país, em plena via pública, provocando, estimulando e incitando sem nenhum constrangimento, seus seguidores a partirem para o confronto com o Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional, ferindo de morte o processo democrático.

Claro que a nossa “rainha da Inglaterra” (o Bozo) se espelha no modus operandi daquele juizeco de primeira instância que pintou e bordou, fez e desfez e cansou de estuprar nosso texto constitucional (lá em Curitiba), sem que o Supremo Tribunal Federal haja encetado qualquer reprovação a tal comportamento. Afinal, deve ter confidenciado o Bozo aos seus botões, se um simplório juiz de piso fez e não foi sequer repreendido, por qual razão eu, o Presidente da República, não posso fazê-lo ??? Pois fez e até agora nada lhe aconteceu.

E o cinismo, falta de vergonha e pudor são tantos, que, dia seguinte, mesmo após as TVs de todo o mundo repercutirem imagem e áudio da “antessala do golpe” (em plena via pública), o canalha-mór vem a público para afirmar que não disse aquilo, que, ao contrário, tem imenso respeito pelas instituições (Supremo e Congresso).

Tal descalabro exige definições imediatas por quem de direito (Judiciário e Legislativo). No horizonte, duas são as saídas a serem adotadas: 01) na área jurídica, o Supremo Tribunal Federal “acordar” do marasmo e covardia em que vive e, com base nas inúmeras ilegalidades cometidas, AFASTAR ou INTERDITAR para o exercício da presidência da república o seu atual e desequilibrado ocupante; 02) no âmbito legislativo, “botar pra andar”, com urgência, os diversos pedidos de abertura do competente processo de IMPEACHMENT, já que motivos não faltam.

De uma coisa tenhamos certeza: devido ao momento delicado e por demais crítico que atravessamos, urge uma tomada de posição definitiva das autoridades competentes, antes que os improdutivos e asquerosos milicos de pijama nos propiciem o caos.

Fora o Bozo e seus filhos milicianos (a cadeia os aguarda).



domingo, 19 de abril de 2020

UTILIDADE PÚBLICA

Senhores:

Embora um tanto quanto extenso É ABSOLUTAMENTE IMPRESCINDÍVEL ler até o final, a fim de se compreender a tragédia que estamos vivenciando.

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TUDO O QUE SE SABE ATÉ AGORA SOBRE O “CORONAVÍRUS”

Pesquisadores médicos estudam tudo o que sabemos sobre o Covid-19. O que eles aprenderam - e é suficiente para deter a pandemia? – Por  Luis Nassif  - 12/04/2020
Os coronavírus causam problemas para a humanidade há muito tempo. Sabe-se que várias versões desencadeiam resfriados comuns e, mais recentemente, dois tipos desencadearam surtos de doenças mortais: síndrome respiratória aguda grave (Sars) e síndrome respiratória do Oriente Médio (Mers).

Mas o impacto foi moderado em comparação com o caos global causado pelo coronavírus que está causando a pandemia do Covid-19. Em apenas alguns meses, provocou bloqueios em dezenas de nações e matou mais de 100.000 vidas. E a doença continua a se espalhar.
Essa é uma conquista extraordinária para uma bola espetada de material genético revestido com produtos químicos gordurosos, chamados lipídios, E QUE MEDE 80 BILHÓES DE BILIONÉSIMOS DE METRO DE DIAMETRO. A humanidade foi abatida por um agressor muito humilde.
Por outro lado, nosso conhecimento sobre o Sars-CoV-2, o vírus que causa o Covid-19, também é notável. Este era um organismo desconhecido pela ciência há cinco meses. Hoje é objeto de estudo em uma escala sem precedentes. Projetos de vacinas proliferam, testes de medicamentos antivirais foram lançados e novos testes de diagnóstico estão aparecendo.
As perguntas são, portanto, diretas: o que aprendemos nos últimos cinco meses e como esse conhecimento pode acabar com essa pandemia?
De onde veio e como infectou primeiro os seres humanos?
O vírus Sars-CoV-2 quase certamente se originou em morcegos, que desenvolveram feroz resposta imune a vírus, descobriram os pesquisadores. Essas defesas levam os vírus a se replicarem mais rapidamente, para que possam superar as defesas imunológicas dos morcegos. Por sua vez, isso transforma o morcego em um reservatório de vírus de rápida reprodução e altamente transmissíveis. Então, quando esses vírus se movem para outros mamíferos, criaturas que não possuem um sistema imunológico de resposta rápida, os vírus se espalham rapidamente para seus novos hospedeiros. A maioria das evidências sugere que o Sars-CoV-2 começou a infectar seres humanos através de uma espécie intermediária, como os pangolins.
“Esse vírus provavelmente pulou de um morcego para outro animal, e esse outro animal provavelmente estava perto de um humano, talvez em um mercado”, diz o virologista Edward Holmes, da Universidade de Sydney. “E se o animal da vida selvagem tem um vírus, é capturado de um morcego e estamos interagindo com ele, há uma boa chance de o vírus se espalhar para a pessoa que manipula o animal. Então essa pessoa vai para casa e a espalha para outra pessoa e nós temos um surto ”.
Quanto à transmissão do Sars-CoV-2, isso ocorre quando as gotas de água que contêm o vírus são expelidas por uma pessoa infectada em uma tosse ou espirro.
Como o vírus se espalha e como afeta as pessoas?
As partículas infectadas pelo vírus são inaladas por outras pessoas e entram em contato com as células que revestem a garganta e a laringe. Essas células têm um grande número de receptores – conhecidos como receptores Ace-2 – em suas superfícies. (Os receptores celulares desempenham um papel fundamental na passagem de substâncias químicas para as células e no desencadeamento de sinais entre as células.) “Esse vírus possui uma proteína de superfície que é preparada para bloquear esse receptor e inserir seu RNA na célula”, diz o virologista Professor Jonathan Ball Universidade de Nottingham.
Uma vez dentro, esse RNA se insere no próprio mecanismo de replicação da célula e faz várias cópias do vírus. Estes explodem para fora da célula e a infecção se espalha. Os anticorpos gerados pelo sistema imunológico do corpo acabam atingindo o vírus e, na maioria dos casos, interrompem seu progresso.
“Uma infecção por Covid-19 geralmente é leve, e esse é realmente o segredo do sucesso do vírus”, acrescenta Ball. “Muitas pessoas nem percebem que estão infectadas e, portanto, andam pelo trabalho, casas e supermercados que infectam outras pessoas”.
Por outro lado, o Sars – que também é causado por um coronavírus – deixa os pacientes muito mais doentes e mata cerca de um em cada dez dos infectados. Na maioria dos casos, esses pacientes são hospitalizados e isso os impede de infectar outros – cortando a cadeia de transmissão. Milder Covid-19 evita esse problema.
Por que o vírus às vezes causa a morte?
Ocasionalmente, no entanto, o vírus pode causar problemas graves. Isso acontece quando ele desce pelo trato respiratório e infecta os pulmões, que são ainda mais ricos nas células com receptores Ace-2. Muitas dessas células são destruídas e os pulmões ficam congestionados com pedaços de células quebradas. Nesses casos, os pacientes precisarão de tratamento em terapia intensiva.
Pior ainda, em alguns casos, o sistema imunológico de uma pessoa entra em ação, atraindo células para os pulmões, a fim de atacar o vírus, resultando em inflamação. Esse processo pode ficar fora de controle, mais células imunes entram e a inflamação piora. Isso é conhecido como uma tempestade de citocinas. (Em grego, “cyto” significa célula e “kino” significa movimento.) Em alguns casos, isso pode matar o paciente.
O motivo pelo qual tempestades de citocinas ocorrem em alguns pacientes, mas não na grande maioria, não é claro. Uma possibilidade é que algumas pessoas tenham versões dos receptores Ace-2 um pouco mais vulneráveis a ataques do coronavírus do que as da maioria das pessoas.
Estamos protegidos por toda a vida se formos infectados?
Os médicos que examinam pacientes em recuperação de uma infecção pelo Covid-19 estão encontrando níveis razoavelmente altos de anticorpos neutralizantes no sangue. Esses anticorpos são produzidos pelo sistema imunológico e revestem um vírus invasor em pontos específicos, bloqueando sua capacidade de invadir as células.
“Está claro que respostas imunológicas estão sendo montadas contra o Covid-19 em pessoas infectadas”, diz o virologista Mike Skinner, do Imperial College London. “E os anticorpos criados por essa resposta fornecerão proteção contra futuras infecções – mas devemos observar que é improvável que essa proteção seja vitalícia”.
Em vez disso, a maioria dos virologistas acredita que a imunidade contra o Covid-19 durará apenas um ano ou dois. “Isso está alinhado com outros coronavírus que infectam seres humanos”, diz Skinner. “Isso significa que, mesmo que a maioria das pessoas acabe sendo exposta ao vírus, ainda é provável que se torne endêmica – o que significa que veríamos picos sazonais de infecção por essa doença. Teremos alcançado um estado estacionário em relação ao Covid-19. ”
O vírus estará conosco por algum tempo, em suma. Mas poderia mudar sua virulência? Alguns pesquisadores sugeriram que poderia se tornar menos mortal. Outros argumentaram que poderia sofrer mutação para se tornar mais letal. Skinner é duvidoso. “Temos que considerar essa pandemia da perspectiva do vírus”, diz ele. “Está se espalhando pelo mundo muito bem. Está indo bem. Então, por que deveria mudar?
No final, será o desenvolvimento e a implantação de uma vacina eficaz que nos libertará da ameaça do Covid-19, diz Skinner.
Quando vamos receber uma vacina?
Na sexta-feira, a revista Nature informou que 78 projetos de vacinas foram lançados em todo o mundo – com outros 37 em desenvolvimento. Entre os projetos em andamento, está um programa de vacinas que está em fase de testes na Universidade de Oxford, outros dois em empresas de biotecnologia dos EUA e mais três em grupos científicos chineses. Muitos outros desenvolvedores de vacinas dizem que planejam iniciar testes em humanos este ano.
Essa resposta notável gera esperanças de que uma vacina contra o Covid-19 possa ser desenvolvida em um tempo bastante curto. No entanto, as vacinas exigem estudos de segurança e eficácia em larga escala. Milhares de pessoas receberiam a vacina em si ou um placebo para determinar se as primeiras eram eficazes na prevenção da infecção pelo vírus que teriam encontrado naturalmente. Isso, inevitavelmente, é um processo demorado.
Como resultado, alguns cientistas propuseram uma maneira de acelerar o processo – expondo deliberadamente voluntários ao vírus para determinar a eficácia de uma vacina. “Essa abordagem não apresenta riscos, mas tem o potencial de agilizar os testes de vacinas candidatas por muitos meses”, diz Nir Eyal, professor de bioética da Rutgers University.
Os voluntários teriam que ser jovens e saudáveis, ele enfatiza: “A saúde deles também seria monitorada de perto e eles teriam acesso a terapia intensiva e a todos os medicamentos disponíveis”. O resultado poderia ser uma vacina que salvaria milhões de vidas por estar pronta para uso em um tempo muito mais curto do que aquele que passou por ensaios padrão da fase três.
Mas infectar deliberadamente pessoas – em particular voluntários que receberiam uma vacina placebo como parte do estudo – é controverso. “Isso terá que ser pensado com muito cuidado”, diz o professor Adam Finn, da Universidade de Bristol. “Os jovens podem aproveitar a oportunidade para participar de um teste, mas esse é um vírus que mata um jovem estranho. Ainda não sabemos o porquê. No entanto, os ensaios da fase três ainda estão longe, então temos tempo para considerar a ideia com cuidado.”

sexta-feira, 17 de abril de 2020

DO NAZISMO AOS DIAS ATUAIS: "A ESCOLHA DE SOFIA" - José Nilton Mariano Saraiva

Sarcástica e desumana, a expressão “Arbeit Match Frei” (o trabalho liberta) ainda hoje é mantida no portão principal do ex campo de concentração de Auschwitz (Polônia), onde milhões de judeus foram dizimados pelos nazistas, como a nos querer lembrar dos horrores ali ocorridos, a mando de Adolf Hitler (um austríaco que levou o povo alemão ao deboche mundial).  .

Como se sabe, à época milhões de judeus foram trucidados sem dó nem piedade, choro ou vela, pelo simples fato de... serem judeus, em razão do ódio visceral e doentio lhes dedicado pelo carrasco nazista/austríaco.

O resto, todo mundo lembra: depois de toda a carnificina perpetrada, covarde e frouxo como todo ditador o é, o “besta-fera” findou por suicidar-se, quando na iminência de ser preso e, certamente, enforcado a posteriori (como o foram muitos dos seus principais auxiliares).

A reflexão tem algo a ver com o Brasil dos dias atuais, onde um miliciano analfabeto e adepto da tortura (e certamente admirador de Hitler) expõe toda a sua ojeriza a um segmento populacional que, em condições normais, mereceria ser homenageado pelos relevantes serviços prestados à nação: seus sofridos aposentados.

Assim, para assessorá-lo, só gente do mesmo naipe e ideologia, como restou comprovado agora, com o convite ao oncologista paulista Nelson Teich para o Ministério da Saúde, que já informou ter um “alinhamento completo” com o novo chefe.

Pois bem, dentre as posições que guardam similitude com as do chefe, há que se destacar o “preconceito arraigado”, pois, tal qual Hitler fizera lá atrás ao “premiar” os judeus com a morte, agora o senhor Nelson Teich (à falta de judeus em quantidade por essas bandas), anuncia que os aposentados da nação sem maiores perspectivas, igualmente receberão atendimento “prioritário” para morrer (já que estão perto de), porquanto aos adolescentes (com uma vida toda pela frente) serão destinados os escassos recursos existentes (e inexiste dinheiro para ambos).

Tem-se aqui, pois, 80 anos após, e sem nenhum constrangimento, a transmutação da famosa “Escolha de Sofia” dos nazistas (quem merece ou não ser mandado para morrer), para gáudio do senhor Paulo Guedes (que foi quem indicou o senhor Nelson Teich para a função).

Alfim, convém não olvidar que chegamos a essa situação política extrema em razão da omissão criminosa (à época) do tal Supremo Tribunal Federal.


quinta-feira, 16 de abril de 2020

DE UMA "OUTRA GALÁXIA" - José Nilton Mariano Saraiva


Circunscrever a tragédia que se abate sobre os (outrora) alegres italianos e espanhóis a uma mera questão territorial e/ou climática, como o preconizado dias atrás pelo analfabeto miliciano que desgraçadamente está presidente da república, não só é de uma rasteirice obtusa como também irresponsabilidade elevada ao cubo.
No entanto, esse louco que “está” presidente do Brasil (apoiado por empresários gananciosos e comprovadamente descompromissados com o país), está arrastando propositadamente sua horda de fanáticos/fundamentalistas a que, daqui a pouco, nos equiparemos a italianos e espanhóis em termos de vulnerabilidade e sofrimento atrozes.
Isso porque, metade do mundo e a outra banda sabem que cortar a “cadeia de transmissão” do coronavírus, através do isolamento social da população, até prova em contrário (E ELA ABSOLUTAMENTE INEXISTE) é o meio mais eficiente e eficaz de se enfrentar a pandemia que assusta e apavora o mundo, conforme recomendação da Organização Mundial de Saúde-OMS.
No entanto, trafegando perigosamente na contramão da história e do bom senso, por aqui o incentivo é para que as pessoas saiam de casa, confraternizem-se e aglomerem-se sem maiores preocupações ou receios, como se o nosso Brasil se localizasse em “uma outra galáxia” e, consequentemente, imune esteja aos males que toda a humanidade vivencia (quando, na realidade, a previsão, macabra mas realista, é de que a partir do próximo mês de maio tenhamos 250 óbitos diários, só no Ceará).

Por tudo isso, parece inquestionável que, pra colocar ordem na casa e impingir um quê de respeitabilidade/credibilidade ante a população, tornando-a parceira no enfrentamento da crise, bem que o nosso sempre omisso Supremo Tribunal Federal poderia deixar de lado a prolixidade e covardia que ostenta, assumindo de vez as rédeas na condição de protagonista na resolução do impasse.
E isso implica, necessariamente em, assumindo legalmente sua condição de “guardião da Constituição Federal”,  AFASTAR o “traste” que aí está, já que provado restou não ter a mínima condição de gerir coisa alguma.  
Até mesmo porque, na perspectiva de continuar a omitir-se vergonhosamente, como o fez até aqui, o Supremo Tribunal Federal - MERECE E DEVE - ser considerado copartícipe (cúmplice) do genocídio que está às nossas portas.



terça-feira, 14 de abril de 2020

INTERDIÇÃO, JÁ - José Nilton Mariano Saraiva

Todos sabemos (e não é preciso se ser nenhum expert), que o nosso Supremo Tribunal Federal e o atual Procurador Geral da República são o retrato emblemático e cristalino da frouxidão, covardia e omissão, principalmente quando têm que decidir questões polêmicas e de interesse nacional (especialmente  quando em cena figuram atores da arena política de certa proeminência). Alguma dúvida é só atentar para o histórico recente daquele corte, quando bandidos de alta periculosidade foram deixados livres, leves e soltos para continuarem a agir impunemente, apesar de comprovadamente infratores da lei.

Pois bem, agora mesmo, quando o mundo todo trava esse enfrentamento terrível contra a pandemia provocada pelo fatal coronavírus e por aqui temos na chefia do executivo um banana, irresponsável e leviano, secundado por um poder legislativo repleto de picaretas e cheio de conivências e conveniências, era a hora, sim, do Poder Judiciário (à frente o Supremo Tribunal Federal) assumir o protagonismo da cena, sem que isso caracterizasse interferência indevida.

Pra começar, e até pra dissipar de vez as suspeitas existentes, por que não OBRIGAR (sob a égide de penalidades severas) o hospital (de Brasília) que realizou exames e detectou infecção de COVID 19 nos integrantes da comitiva presidencial que esteve nos Estados Unidos dias atrás, de divulgar a relação completa dos infectados, já que na lista inicial divulgada ficaram em aberto duas vagas (presumivelmente do presidente e sua esposa) ???

Afinal, se comprovado que o presidente foi infectado (embora assintomático),  e mesmo assim não se cansa de sair às ruas para confraternizar com correligionários (beijos, cumprimentos e abraços), sob o pueril argumento de ter um histórico de atleta, estaria caracterizado, sim, “crime de responsabilidade” e com características dolosas (pelo menos) e, assim,  deveria ser INTERDITADO para o exercício do cargo (porquanto atentando contra a saúde pública, repita-se). Simples assim. E incontestável.

O próprio Código Penal, no seu capítulo III, que trata ‘Dos Crimes Contra a Saúde Pública’, no artigo 268 (infração de medida sanitária preventiva) define como crime “infringir determinação do poder público destinada a impedir introdução ou propagação de doenças contagiosas”.

Se o não desfraldar tal bandeira não é omissão, covardia e frouxidão, como podemos caracterizá-la ???

De outra parte, esperar que os mafiosos com assento no Congresso Nacional (Câmara e Senado) tomem a iniciativa mais adequada para a situação – impetração do competente pedido de IMPEACHMENT – seria uma espécie de “sonho de verão” (e, definitivamente, não temos isso por aqui).


domingo, 12 de abril de 2020

O "GENÉRICO" DE HITLER VENCERÁ E NÓS OUTROS TEREMOS COMO "COVEIRO" O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL ??? - José Nilton Mariano Saraiva


O “GENÉRICO DE HITLERVENCERÁ E NÓS OUTROS TEREMOS COMO “COVEIRO” O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL ??? - José Nilton Mariano Saraiva
Antes desses tempos pavorosos que a humanidade atravessa por conta do tal “coronavírus”, aqui em nossa aldeia (Brasil) já havíamos experimentado momentos difíceis e tempestuosos em razão da quebra do ordenamento jurídico nacional por parte de uma cambada de iluminados, irresponsáveis e despreparados integrantes do Ministério Público Federal (com origem no Paraná e sob o comando de um sofrível juizeco de primeira instância), sem que o nosso Supremo Tribunal Federal (teoricamente o guardião da Constituição Federal) atentasse para as nefastas consequências que dali adviriam caso não houvesse um enfrentamento imediato.
Como não o fez, restou a fortíssima e fundada suspeita de que haja sido partícipe ativo, sim senhor, do golpe objetivando derrubar/nocautear nosso adolescente processo democrático, através da retirada de uma presidenta eleita e consagrada pelo voto popular.
Então, livre e desimpedida de prestar contas a quem quer que seja, a agora “marombada” quadrilha liderada pelo juizeco literalmente passou a administrar o país, findando por interferir decisivamente na eleição presidencial seguinte.
O resultado não poderia ser mais catastrófico para o país: Jair Messias Bolsonaro (um genérico com validade vencida), do satânico Adolf Hitler, ascendeu ao poder.
Tudo isso (é bom que se repita sempre, ad nauseam) com a ajuda decisiva e deletéria do covarde e omisso Supremo Tribunal Federal.
À frente, nuvens negras e ameaçadoras surgiram no horizonte quando, antes mesmo de assumir, em discurso para empresários americanos, lá mesmo na terra que adora (tanto que, sempre e sempre bate continência para a bandeira americana) Bolsonaro afirmou com todas as letras que viera “pra destruir tudo que está ai”. E está cumprindo pari-passu o que prometeu.
Hoje, com o advento do assustador e letal “coronavírus”, nos quatro cantos do mundo governos responsáveis tratam de adotar as medidas extremas, mas necessárias, recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) visando pelo menos minorar seus efeitos deletérios.
A exceção é o Brasil, ou mais especificamente, Bolsonaro, que, insurgindo-se e indo de encontro ao que todo o mundo está a praticar, se porta como se fora o dono de uma verdade única e absoluta, tanto quanto suicida. Só que esse trafegar na contramão certamente atingirá em cheio todos nós, brasileiros.
Seria esta a hora, pois, do Supremo Tribunal Federal, deixando de lado os “atalhos” que sempre encontra quando tem que tomar uma decisão importante, se redimir de tanta covardia e omissão. Afinal, é o interesse público que há de se considerar.
Assim, num primeiro momento, tendo em vista a relevância e interesse público (de mais de 200 milhões de brasileiros), o Supremo Tribunal Federal deveria acionar o hospital que detectou a infecção do coronavírus em mais de 20 pessoas da comitiva de Bolsonaro que esteve nos Estados Unidos, OBRIGANDO-O (o hospital) a nominar todos os infectados (afinal, o referido deixou de citar especificamente dois nomes, que, suspeita-se, sejam Bolsonaro e esposa).
Fato é que, presumivelmente infectado e assintomático (mas com o hospital lhe dando cobertura), o irresponsável “BolsoNero” não deixa de confraternizar com seus fanáticos simpatizantes, espalhando o vírus por onde anda (crime de responsabilidade).
Esperar alguma atitude do poder legislativo (Câmara e Senado) repleto de bandidos e picaretas e descompromissados com o país, através da aprovação de um processo de impeachment, é malhar em ferro frio (antes disso todos nós já estaremos “confortavelmente acomodados nos respectivos tronos”, só que cobertos e recobertos por sete palmos de terra).
A saída teria, pois, obrigatoriamente que ser jurídica; motivos não faltam, a partir do crime de responsabilidade, tentativa de genocídio (doloso), incitamento à desobediência e mais uma miscelânea de situações facilmente identificáveis até mesmo por qualquer calouro das nossas salamancas.
Portanto, ou o Supremo Tribunal Federal deixa de lado os seus “escrúpulos seletivos” (basta lembrar do marginal Aécio Neves, até hoje em liberdade com a complacência de Suas Excelências) e encara com a seriedade devida o quadro atual, ou o “genérico do Hitler”, ao perecer, irá satisfeito e rindo de todos nós, já que na companhia de milhões de inocentes (que terão como “coveiro” o Supremo Tribunal Federal).
A hora é agora (aliás, já passou).

terça-feira, 7 de abril de 2020

"BOZO" - A NOSSA "RAINHA DA INGLATERRA" - José Nilton Mariano Saraiva



Como é do conhecimento de metade do mundo e da outra banda, nos regimes monárquicos reis ou rainhas e respectivas famílias não fazem absolutamente nada (sequer enfiarem um prego numa barra de sabão), a não ser despudoradamente sugarem e se locupletaram do dinheiro público. E o exemplo emblemático, porque hoje uma potência mundial (sem interferência da monarquia), é a Inglaterra, onde, aliás, a prole real é por demais numerosa.

Pois bem, cansado da “ociosidade-muito-bem-remunerada”, um dos príncipes (candidato a rei daqui a 200 anos), num átimo de honestidade e desprendimento, resolveu tomar uma atitude inédita: renunciou à mordomia e anunciou sua intenção de se mandar para um outro país (provavelmente o Canadá), onde procurará exercer alguma atividade que lhe propicie sobreviver à custa do próprio suor (esse pelo menos foi corajoso, ao contrário do irmão, pais e avós, todos parasitas).

A reflexão é só pra lembrar que, por aqui, acaba de ser implantado o regime monárquico à brasileira: é que, como o Bozo e filhos, além de não entenderem de porra nenhuma, vivem a comprar briga com o resto do mundo (além de participarem ativamente de uma tal “rachadinha”), os milicos que lhe dão sustentação já comunicaram a algumas chancelarias do mundo que, a partir de agora, o general Braga Neto é o novo “ACTING PRESIDENT” (presidente em exercício) do Brasil.

E a materialização de tal ato não demorou nem um pouco: ainda agora, quando o Bozo pretendeu (e anunciou em off) demitir “ex-officio” um dos ministros que discordam frontalmente das suas orientações no tocante ao combate ao coronavírus (Luís Henrique Mandetta, da Saúde) a área militar do governo (à frente o novo “acting president”) o desmoralizou publicamente ao não aceitar sua decisão. E o Bozo, reconhecendo sua insignificância e despreparo, calado estava calado ficou (vai ter que aguentar, sem nem miar, o Ministro da Saúde pintar e bordar, mandar e desmandar, fazer e desfazer, sem lhe dá a mínima satisfação). Haja humilhação.

O problema é que os milicos, em assim procedendo, abriram o flanco para um questionamento por demais pertinente: como vivemos num presidencialismo e o poder executivo está a cargo do presidente e do seu vice, a figura do “acting president” não existe juridicamente.

Além do que, segundo especialistas, tal figura... “subverte o pouco que existia das instituições, fecha o autoritarismo neo-militar no Brasil e consolida o sucesso do método das ‘aproximações sucessivas’ que parece ser tudo o que os militares aprendem na academia”.

Saudações, pois, à nossa “rainha da Inglaterra”.

domingo, 5 de abril de 2020

"CAVALO DE PAU " - José Nilton Mariano Saraiva


Na ascensão à Presidência da República do “traste” que aí está, dentre outras pelo menos duas importantes instituições federais foram protagonistas decisivas e determinantes para o descalabro atual: o Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional.
O Supremo Tribunal Federal (onde tudo realmente começou), ao covardemente permitir (com receio da reação popular) que um deslumbrado e incompetente juiz de primeira instância (Sérgio Moro) passasse por cima de todo vasto ordenamento jurídico pátrio (já que atropelando diuturnamente o contido na Constituição Federal), objetivando e conseguindo, a posteriori, influir na eleição presidencial, ao condenar, sem qualquer prova material, o então favorito às eleições presidenciais, Lula da Silva, alijando-o do páreo e abrindo caminho para a “excrescência” que temos hoje no comando do país.
Pois bem, covardes e prolixos, mas certamente conscientes do que estava sendo feito, Suas Excelências contribuíram, sim, e decisivamente, para a perpetração do golpe (lembram-se do “com o Supremo, com tudo” de Romero Jucá ???), tanto que, após, quando o juizeco “criou asas” e peitou acintosamente o próprio Supremo Tribunal Federal, um dos seus integrantes, Gilmar Mendes (que particularmente contribuiu muito ao barrar a investidura de Lula da Silva à Casa Civil da presidente Dilma Rousseff), deitou falação e reconheceu que aquela corte houvera, sim, sido cúmplice de Sérgio Moro e sua quadrilha, ao aceitar passivamente todas as ilegalidades por ele perpetradas ao longo da tal operação Lava Jato.
Para os que seletivamente não lembram, ipsis litteris: É um grande vexame e participamos disso. Somos cúmplices dessa gente. Homologamos delação. É altamente constrangedor e temos que dizer: nós falhamos; a República de Curitiba nada tem de republicana, era uma ditadura completa. Assumiram papel de imperadores absolutos. Gente com uma mente muito obscura, Gente ordinária. Se achavam soberanos. Gente sem nenhuma maturidade, Corrupta na expressão do termo. Violaram o Código de Processo Penal”.
De outra parte, no picadeiro armado do outro lado da Praça dos Três Poderes, em Brasília, os nauseabundos pilantras com assento no Congresso Nacional (Câmara e Senado) foram partícipes ativos do espetáculo circense de quinta categoria que findou por catapultar do poder uma presidenta da República democraticamente eleita (Dilma Rousseff), por supostos crimes de responsabilidade, nunca comprovados.
Fato é que, com a exclusão de Lula da Silva, um medíocre e aventureiro deputado do baixo clero (de produtividade zero em 30 anos de mandato), aposentado do exército por insubordinação e indisciplina, defensor incondicional da tortura e da milícia, além de apoiado por fundamentalistas religiosos (evangélicos) acabou surpreendendo e “chegando lá”.
O resultado é o que estamos a assistir: um país transformado numa autêntica “casa se mãe Joana”, onde só quem não manda é quem deveria mandar, o próprio presidente.
Sem governo, sem comando, sem controle, sem uma liderança firme que o conduza a um porto seguro, o Brasil de hoje em muito se assemelha a um imenso transatlântico à deriva, no meio de tempestades colossais, que tendem a arremessá-lo às rochas.
Para livrar-se da catástrofe iminente, seria fundamental que as duas instituições que colaboraram decisivamente para o estágio atual (Supremo Tribunal Federal e Congresso Nacional), engatassem um “cavalo-de-pau” em sua trajetória de covardia e omissão, e se redimissem ante a nação através do impeachment (Congresso) ou do impedimento puro e simples (Supremo).
Afinal, se por incompetência ou questão de caráter o doido varrido que está Presidente da República dia a dia comete as maiores barbaridades, se já provou por A + B que está pouco ligando para o constitucionalmente estabelecido, se insiste, persiste e não desiste em delegar aos deslumbrados filhos milicianos poderes inadmissíveis, se não tem a mínima aptidão para o exercício da função, se desrespeita sistematicamente os demais poderes constituídos, por qual razão não afastá-lo de pronto, antes que seja tarde demais ???
Com o Supremo e o Congresso a palavra final.






quarta-feira, 1 de abril de 2020

DE "CARONA" NO "CORONA" - José Nilton Mariano Saraiva

DE “CARONA” NO “CORONA” – José Nilton Mariano Saraiva
O poder, avassalador e destrutivo do temível “coronavírus” é algo inquestionável e digno do mais horripilante filme de terror; e a velocidade com que se propaga, simplesmente assustadora; tanto, que mais de 180 países já confirmaram sua letal presença consequências advindas (a propósito, numa obra premonitória do cinema, anos atrás foi lançado o filme americano Pandemia”, estrelado pelo excelente Dustin Hofman, retrato emblemático do que estamos vivenciando – vale a pena conferir).
No momento, a suspeita lançada por um respeitável cientista sanitário é que, por experimentar mutações ininterruptas, desconhecidas e estranhas, ainda não decifradas (desde que surgiu no Brasil e até essa data, já foram milhares) existe a possibilidade, sim, de que o “cononavírus” tenha sido produzido artificialmente (isso mesmo, em laboratório), pelo próprio homem, em razão da guerra entre nações, em busca do privilégio de dominar o mundo (algo difícil de acreditar, mas não impossível).
Se verdadeira ou não tal hipótese (que deverá constar em algum documento “ultra-secreto”, que a humanidade só tomará conhecimento daqui a 50 anos, quando nós e os seus idealizadores já teremos “embarcado”), o fato é que a “coisa” saiu totalmente de controle, a ponto de o possível país produtor e difusor (teoricamente os Estados Unidos, que o teria lançado na China, a fim de descredenciá-la junto ao mundo) ter sido acidentalmente “beneficiado” por seus efeitos, já que tende a se tornar o “líder” no número de mortos.
Por ser algo “novo” e em mutação contínua, a verdade é que a comunidade científica mundial tem tido enormes dificuldades em encontrar um antídoto capaz de, pelo menos, barrar sua geométrica expansão; assim, diante do “apetite” do vírus, aventou-se, recentemente, a ideia de que a medicação usada no tratamento da malária poderia ser usada pra tal fim e a torcida é grande para que dê certo (embora haja fundados receios dos efeitos colaterais e, consequentemente, da sua aplicabilidade).
Fato é que, nos quatro cantos do mundo governos responsáveis e preocupados com o seu povo tomam medidas de toda espécie visando encontrar uma solução para o gravíssimo problema, a começar pela convocação de cientistas não só sanitaristas, mas das mais diversas áreas e países, para que, unidos e trabalhando diuturnamente, tentem encontrar uma solução, uma escapatória qualquer; ao mesmo tempo, o chamamento incessante à sociedade para que se mantenha calma e coesa na obediência das determinações das autoridades competentes, é uma prioridade (isolamento social é a mais efetiva).
No Brasil, cujas rédeas foram equivocadamente entregues a um quarteto de milicianos (os Bolsonaros - 00, 01, 02 e 03), a situação é calamitosa e por uma razão simplória: como não entendem nada de nada, irresponsavelmente entregaram a um economistazinho de quinta categoria, de conceitos do tempo do bumba, o comando do país.
Despreparado, num momento tão crítico, quando a situação se complica dia-a-dia, referida figura, através de chantagem explícita aos membros do congresso nacional, literalmente pega “carona” no “corona” e trata de deitar falação sobre a necessidade de serem aprovadas uma série de reformas por ele propostas, que teriam o poder de resolver tudo, mas cujo objetivo maior, na realidade, é acabar com os pobres deste país. 
Será que após essa o povo aprenderá a lição ???