por José do Vale Pinheiro Feitosa
Viva junto à alma mais próxima e compreenda que a proximidade é a medida da distância. Que a distância que os separa é este movimento maravilhoso da matéria e da energia. A maravilha é apenas esta surpresa porque esta proximidade é tão diminuta entre os dois e é a inesperada distância.
José do Vale P Feitosa
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Dia de Reis
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Arrastão

Pois é, amigos, já tínhamos várias expressões para caracterizar as coisas, quando andam fora do prumo : “mais desmantelado que vôo de Anum”, que “queda de helicóptero” , que “rastro de carroça”. A partir dessa semana, acrescentamos mais uma ao nosso dicionário : “mais troncho que Greve de Polícia Militar” ! Já sabíamos de alguns outros desmantelos em movimentos paredistas , como Greve de Coveiros e de Médicos; mas o que aconteceu na última terça-feira foi bem além da nossa imaginação. De repente, talvez impelidos pelas fofocas disseminadas pelos próprios grevistas, estabeleceu-se o pânico: as cidades esvaziaram, o comércio fechou , o povo trancou-se em casa como se esperasse a chegada de um tufão. Junto à boataria generalizada , os espertalhões aproveitaram para pequenos furtos e para alguns crimes mais cabeludos. Até o Governador, insone, na madrugada, assinou rapidamente o aumento dos Policiais, aqueles mesmos que meses atrás tinham sido orientados a sapecar o cassetete na cabeça dos professores que lutavam também por melhores condições de trabalho. A data de três de janeiro será lembrada como o dia em que o Ceará parou.
No Crato, a coisa não foi brincadeira, amigos! Ninguém quis ficar de portas escancaradas. Até o Restaurante Guanabara, de Nenen , mais aberto que coração de mãe , e que há mais de vinte anos nem portas tem , deu um jeito de fechar : parece que botaram barricadas na entrada. Dr. Dedé cria um passarinho chamado “Abre-e-Fecha “, pois desde esse dia, me contou ele, depois do pânico, o bichinho, estressado, só Fecha, não abre mais de jeito nenhum, com medo dos bandidos. A Escola Aprendizes do Samba, do Alto da Penha, depois do sujigamento da terça-feira resolveu, este ano, não mais sair com um Carro Abre-Alas, trocou por um Carro Alegórico Fecha-Alas. Até os pequis maduros, na feira, no dia do pega-prá-capar, não abriam nem com golpes de marreta. E ,segundo as lavadeiras do Coqueiro, nunca na vida tinham visto tanta cueca e calcinha borradas. Foi um dia de juízo ou da falta de. Vejam essa : Nas Casas Populares, a única bodega que não fechou foi a de Pedro Belarmino. O velho fincou pé e disse que não abria nem para o “trem carregado de pólvora e com um doido em cima da carga fumando charuto”. No outro dia, quando as coisas se acalmaram, os vizinhos foram conversar com ele, impressionados com tamanha fortaleza. O velho , então, explicou tudo: tim-tim por tim-tim . Era homem de muita fé e tinha ali, na bodega, guardadinho, um protetor que lhe dava forças para ele nada temer. Acossado pela curiosidade dos vizinhos resolveu mostrar , devotamente, a sua proteção. Dirigiu-se para a porta aberta do estabelecimento e informou com convicção inabalável : --- Meu protetor está aqui atrás : Santo Inácio de Loyola ! Fechou a porta para apresentá-lo aos curiosos vizinhos. Lá, no entanto, só estava o pequeno altarzinho por ele construído, nada do Santo ! Num é que até ele tinha fugido , também, na terça-feira, com medo dos bandidos !
A história mais curiosa , no entanto, ocorreu com um professor da rede pública do Seminário : Florêncio Tupinambá. Estava dando aula, na tarde do dia fatídico, quando estourou a conversa do risco iminente de arrastão. Foram todos liberados e saíram em desabalada carreira para casa. Florêncio, no entanto, tinha uma gambiarra, ali pras bandas das “Cacimbas” e resolveu, pela proximidade, ir para lá. Terminou dormindo com a amante : um pouco por medo, um pouco pelo sabor do fruto proibido. De manhãzinha, ouviu no noticiário de Vicelmo a notícia de que a greve tinha acabado. E agora? Como voltaria para casa? Que explicações dar à mulher que era um misto de Diana Bobitt e Sherlock Holmes ? Criou, então, uma versão fantasiosa e dirigiu-se para casa. Em lá chegando, encontrou a residência cheia de amigos e vizinhos, a mulher e os filhos chorando, todos pensaram no pior. Tupinambá fez cara de vítima e disse que tinha sido assaltado e depois seqüestrado, quando vinha no dia anterior para casa. Em meio à apreensão da família, a versão foi engolida pela mulher sem engulhos. Acalmados os ânimos, Florêncio tomou o café farto que a esposa preparou e resolveu tomar um banho, sob pretexto de que passara a noite preso no matagal e estava um lixo. Na realidade, tentava apagar algum derradeiro vestígio que por acaso tivesse sobrado das presepadas da noite anterior. No quarto escuro, tirou os sapatos e jogou sobre a cama as meias, a calça, a camisa e a cueca. Dirigiu-se pelado ao banheiro. Quando saiu do banho , encontrou a mulher de mão de pilão em punho e , aos gritos, cobriu-o de porrada. Apanhou mais que galinha prá largar o choco. Só já no hospital , em meio à enxurrada de gazes e esparadrapos, descobriu como o plano fabuloso tinha ido de água abaixo. No afã de voltar para casa, pela manhã, ao invés de por a cueca, vestira a calcinha da namorada como peça íntima. Terminou a calcinha cheia de babados e bicos sendo flagrada pela jaracuçu da esposa, em cima da cama, enquanto tomava banho.
No dia seguinte, quando a comissão de professores da sua escola o foi visitar ( ainda penalizada pelo seqüestro) , o encontrou ainda de cara inchada e olhos de guaxinim. Perguntaram os colegas como tinha sido a greve, Florêncio disse que não tinha sorte com movimento paredista: era aquela a segunda vez que apanhava. Quando os colegas quiseram saber quem tinha sido o responsável, dessa vez, por aquela surra homérica, ele desconfiado, apontou para a mulher que preparava, com cara de poucos amigos, o almoço, na cozinha e acusou baixinho, com medo que ela ouvisse :
--- O governador, amigos, o outro governador ali !
J. Flávio Vieira
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Torta espelhada
Foto: Josemar do Carmo
para a massa
300g de bolacha maria ou de maisena
2 colheres (sopa) de margarina
6 colheres (sopa) de leite
para o creme
1 lata de leite condensado
1 copo de leite
2 colheres (sopa) de maisena
2 gemas
1 caixinha de creme de leite
para a cobertura
2 bandejas de morango
2 pacotes de gelatina de morango
300ml de água fervente
300ml de água gelada
1- Comece fazendo a massa, que será a base da Torta Espelhada. Bata no liquidificador, aos poucos, a bolacha. A ideia é que ela vire uma farinha. Com toda as bolachas trituradas, adicione a margarina e o leite. Misture bem até obter uma massa homogênea.
2- Coloque a massa em uma forma de fundo removível. Cubra todo o fundo. Com as mãos, aperte a massa para que fique bem compacta. Leve ao forno preaquecido (180°) por, em média, 10 minutos, ou até ficar dourada.
3- Dissolva o pó de gelatina na água quente. Em seguida, adicione a água fria. Leve a gelatina para a geladeira.
4- Para fazer o creme, misture, em uma panela, o leite condensado, as gemas, a maisena e o leite. Leve ao fogo, mexendo sempre, até engrossar. Tire a panela do fogo e misture o creme de leite. Mexa bem.
5- Hora de montar a torta. Por cima da massa de bolacha, coloque todo o creme. Cubra com os morangos previamente cortados. Por cima de tudo, entra a gelatina, que já deve estar firme para não ter risco de escorrer. Leve a torta para a geladeira por, no mínimo, duas horas. Antes de servir, ainda gelada, desenforme. Está pronta!
MEDITANDO ... por Rosa Guerrera
Alguma coisa ficou a ser dita.
Alguma coisa que nasceu repentinamente
E morreu antes de ser realizada.
Eu sei que alguma coisa ficou perdida
Num lago distante
Numa nuvem passageira
Num rio que secou
Num grito que morreu na garganta.
Alguma coisa que era pesada
Demais para um sonho,
E ingênua demais para a vida ...
Alguma coisa minha que até hoje
Não consegui encontrar .
rosa guerrera
Carmen Costa por Norma Hauer
Destino do leitor - Rejane Gonçalves
Pular nuvens
As cores das nuvens colorem meus sentimentos, ouço uma melodia trazendo um alento, faz parte da vida, estancar as feridas.
Descanso meu sorriso dentro do teu, desejo forte que embriaga a fantasia, peço calma ao firmamento, pois sobrevivo aos temporais, que se desfaz nos quintais de anos atrás.
Cantarolando para encontrar um lenitivo de vontade em buscar essa tal felicidade, mas que se encontra tão longe das cidades.
Vou acalentar meu choro, sufocar e sentir a dor, que em outrora já se fez fugaz, pulando nuvens busco um sonho, que valha a pena.
O poeta Buler-Bule - Emerson Monteiro
Além de cordelista, Bule-Bule exercita seus talentos na qualidade de compositor, dançador de chula, repentista, ator, cantador, folclorista, e lembrar o valor especial do poeta qual figura valiosa no trato de alma dada ao serviço de ações beneméritas, ativo colaborador de obras assistenciais com arte e consciência.
De fama já conhecia Bule-Bule, nos meus tempos baianos, presença definitiva dos terreiros brincantes e espetáculos culturais da Boa Terra. E desta vez ouvi a verve espontânea que lhe caracteriza a inspiração e a correção no jeito dos assuntos, filosofia dotada da plena sabedoria, em experiência e dedicação do gênero que abraça ao talento, heróis do cotidiano original do povo nordestino.
Grata surpresa, portanto, reservara a manhã desse dia, o quarto do ano novo de 2012, ao deparar poeta e gênio autêntico de nossa espécie, dessas pessoas que às vezes imaginávamos existir, antes mesmo de avistá-las no desfiladeiro dos profetas sóbrios da forma, dos versos, cantos e falas.
Bule-Bule virá, no mês de março, ao Cariri, quando cumprirá pauta no Espaço Cultural do Banco do Nordeste, em Juazeiro do Norte, oportunidade rara de testemunhar a feitura especial do que produz, mundo vasto da riqueza intuitiva do Sertão, retrato natural do universo em expressão inextinguível.
São tantos os cordéis desse autor, cujos títulos bem demonstram os temas neles praticados, a saber: Quatro touros endiabrados e um vaqueiro corajoso; Duelo de bruxos, ou o Pombo e o gavião; A tragédia de três amantes; Irmã Dulce da Bahia, Santa mãe de todos nós; O tremendo duelo de Quirino Beiçola com Tomaz Tribuzana; O encontro da aranha com o reumatismo; Peço pra não acabar o Raso da Catarina; Judite, a mulher divina que salvou o marginal; Bimba espalhou capoeira nas praças do mundo inteiro; e Chora o Nordeste com a morte de Rodolfo Cavalcanti; dentre outros, vários e muitos, do Cantador do Sertão, como assim o denominam perante os meios artísticos brasileiros.
Juazeiro e Crato (CE) sofrem arrastões e comerciantes fecham lojas
O comércio do centro das cidades, de bairros da periferia e de áreas nobre das cidades fecharam as portas temerosos por conta de arrastões que estariam acontecendo em toda região. O Sindicato dos Trabalhadores em Correios, Telégrafos e Similares do Estado do Ceará (Sintect-CE) também informou que os carteiros foram tirados das ruas. Além disso, alguns postos de saúde encerraram o atendimento.
Segundo o comando grevista, 100% dos policiais e bombeiros de Crato e Juazeiro do Norte estão parados – não há estimativa sobre o Estado. O governo não divulga sua estimativa nem para a capital nem para o Estado. A Polícia Civil ainda trabalha normalmente.
O clima é de muita apreensão na população, e alguns populares dizem que a situação está igual aos tempos de Lampião: bandido faz o que bem entende, e o povo nada pode fazer."
Portal Belmonte
Gabriela Mistral
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria.
Pára de ter tanto medo de mim.
Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz...
Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti.
Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.
Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho.
Por Gabriela Mistral
É a noite desamparo
das montanhas ao oceano.
Porém eu, a que te ama,
eu não sinto a solidão.
É todo o céu desamparo,
mergulha a lua nas ondas.
Porém eu, a que te embala,
eu não sinto a solidão.
É o mundo desamparo,
triste a carne em abandono
Porém eu, a que te embala,
eu não sinto a solidão.
Evasivas - por Socorro Moreira
Indiferente, o sentimento se acanha
Despido da alegria
Se veste da tristeza do dia
De mãos dadas com o pensamento
O silêncio festeja a saudade fragmentada
Em sonhos que não vivem.
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A festa acabou mais cedo
Faltou luar
E a canção do mar
A gente não escuta
Do lado de cá ...
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Tu me acenas
Teu olhar dirige o meu tato
Por aqui, devagar...
O caminho mais calmo
É sempre o mais longo
O mais intenso ...
Por lá tu me acompanhas
Com passos curtos, arfantes
Tens meus sustos
Seguras meu coração cansado
E aos poucos vou retornando à paz
E essa estrada infinda
De novo se avizinha
No rosa sonhado
Um perfume de amor
Se espalha
Nas cobertas alheias
Que nos aconchegam
Da janela pequenina
Escapa correndo
O cheiro do cigarro.
¿Qué debo hacer cuando no tienes?
El mal tiempo que le llevó de mí?
Ojalá pudiera ser tu maestro allí!
Me gustaría que pudieras tenerte
obligar a que me
En mí corazón hay fuego
No me ves ahora?
Que la oscuridad te escondes?
¿Sería usted capaz de mirar ahora?
Mantener en mis ojos, así
Es como un sueño ...un deseo
quiero tener sí
¿Quién te llevó de mí?
¿Qué extraña fuerza que me quitaron?
No fué capaz de tener su amor
No me siento su olor
usted no tiene más
Ai!soy muerto al finál
Wilton Dedê
03/12/2012
(foto internet)
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Notas!!!
Queremos um Rei! - Por Carlos Eduardo Esmeraldo
A formação do povo judeu ocorreu através do agrupamento de famílias nômades que se uniam em clãs e depois em tribos. Para sobreviverem, esses grupos peregrinavam juntos, compartilhando suas crenças e costumes até se fixaram em áreas e espaços desocupados nas regiões montanhosas da terra por ele dita prometida.As "Doze Tribos de Israel" foi provavelmente a mais bem sucedida e duradoura experiência socialista que a humanidade conheceu. Resistiu durante mais de duzentos anos aos ataques das cidades-estados, coisa que se mostrou improvável de ocorrer nas repúblicas ditas socialistas do século XX com relação ao poderio econômico e bélico formado pelo atual sistema capitalista hegemônico.
As tribos constituíam uma sociedade igualitária com partilha de bens, tendo como preocupação principal a sobrevivência dos seus membros. Esses gozavam dos mesmos direitos e tinham deveres iguais. Uma sociedade em que cada tribo tinha autonomia suficiente, não existia a figura de um poder centralizador, nem governo, nem câmaras legislativas, constituição, poder judiciário ou qualquer outro tipo de legislação que não a observância à lei de Javé, isto é: aos dez mandamentos. Não havia um exército constituído que pudesse defender as tribos dos constantes ataques dos exércitos das cidades-estados equipados com armas e carros de guerra na região que também era habitada por filisteus, amorreus, heteus, cananeus e outros povos fixados nas terras da Cisjordânia e Transjordânia no país de Canaã.
As tribos possuíam apenas um "conselho de anciões" formado pelos chefes dos clãs que dirimia as dúvidas entre pessoas e entre as próprias tribos e mediava pequenas questões. Na defesa dos ataques e invasões inimigas existia a figura do "juiz", bem diferente das funções dos juízes atualmente existentes. Nas tribos, os juízes eram líderes que surgiam espontaneamente quando alguma tribo era invadida por povos inimigos. Eles lideravam a reação e a luta em defesa do povo. Entre os mais destacados juizes estão Otoniel, Débora, Barac, Gedeão, Jefté, Sansão e o profeta Samuel.
Numa sociedade exclusivamente rural, a terra era propriedade de todos e distribuídas por sorteio. Não havia cobrança de impostos, taxas e outros tributos necessários à sustentação do poder. Aqueles que se colocavam à serviço da comunidade o faziam em benefício dos membros de cada tribo. Todos trabalhavam e o excedente da produção individual era distribuído igualmente com aqueles que produziam menos, devido às constantes épocas de estiagem ou à infertilidade dos solo. Essa partilha se verificava inclusive entre as tribos cujas colheitas não fossem suficientes.
As tribos como organização social entraram em crise devido aos constantes ataques promovidos pelos reis das cidades-estados, o surgimento do arado, que possibilitou o aumento da produção agrícola e o surgimento de classes ricas. Com o advento da pecuária bovina, as terras antes próprias para o plantio de grãos foram destinadas à produção de pastagens. Essas causas fizeram com que os mais ricos exercessem pressões junto ao profeta Samuel no sentido de que fosse escolhido um rei para Israel. À principio o profeta foi contra a monarquia. "Vocês querem um rei? Pois este é o direito do rei que governará vocês: ele convocará os filhos de vocês para cuidar dos carros e cavalos dele, e correr à frente do seu carro. Ele os obrigará a ararem a terra dele, a fazerem a colheita para ele, a fabricarem armas de guerras e as peças dos seus carros. As filhas de vocês serão convocadas para trabalharem como perfumistas, cozinheiras e padeiras. Ele tomará os campos, as vinhas de vocês, e as dará aos oficiais e ministros. Os melhores servos e servas, os bois e jumentos de vocês ele os tomará para que fiquem a serviço dele e cobrará, como tributo, a décima parte dos rebanhos. E vocês mesmos serão transformados em escravos dele. Quando isso acontecer, vocês se queixarão do rei que escolheram. Nesse dia, porém, Javé não dará nenhuma resposta a vocês." (1Sm 8, 10-18)
O povo não deu ouvidos ao profeta: "Não tem importância. Teremos um rei que nos governará e seremos como as outras nações. Nosso rei nos governará, irá à nossa frente para comandar nossas guerras." Era o fim do sistema das tribos em Israel. A monarquia em Israel iniciou-se com rei Saul, solidificou-se com o Rei Davi e teve seu apogeu com o Rei Salomão.
Por Carlos Eduardo Esmeraldo
Fonte de Pesquisa: Bíblia Sagrada - Edição Pastoral - Paulus Editora e "Coleção Bíblia em Comunidade", Vol 4 - As famílias se organizam em grupos, Edições Paulinas, 4a Edição - 2004.











