por José do Vale Pinheiro Feitosa
Viva junto à alma mais próxima e compreenda que a proximidade é a medida da distância. Que a distância que os separa é este movimento maravilhoso da matéria e da energia. A maravilha é apenas esta surpresa porque esta proximidade é tão diminuta entre os dois e é a inesperada distância.
José do Vale P Feitosa
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Hermann Hesse
Por Nicodemos
pares...
parecidos...
parceiros da Beleza,
"primo da morte, e da morte vencedor"
assim como o Amor...
primos entre si, primos entre nós...
nós que atamos e desatamos
ao prazer dos encontros...
e são tantos...
Por João Nicodemos...
que "já passou" sabendo que
não passa, não passou...
é sempre o mesmo amor
mudando de endereço
mudando de nome
mudando de praça
sempre o mesmo amor
que não passa
não passou...
faz-me rir...
ha ha ha
não passou
nem vai passar...
terça-feira, 28 de junho de 2011
Por Aloísio
Chico Buarque é meu irmão quando diz:
“Madalena foi pro mar
E eu fiquei a ver navios.
Além de tudo
Me deixou mudo
Um violão.
Se todo mundo sambasse,
Seria tão fácil viver.
Logo Eu?
Meu tataravô baiano.
Mas nem as sutis melodias
Merecem, Cecília, teu nome
Te olho
Te guardo
Te sigo
Te vejo dormir.
Luz, quero luz.
E um dia, afinal
Tinham direito a uma alegria fugaz.
Sei que além das cortinas
São palcos azuis.
A todo o pessoal.
Adeus.
E coerentemente assino embaixo”.
Aloísio
Reler a Poesia de Bandeira e Reencontrar a Estrela: A Poesia - Por Stela Siebra Brito
A furta cor de um dia- por Marcos Vinícius Leonel
Brincando como Zé - por Socorro Moreira
BIDU REIS - por Norma Hauer
O êxito como valor de vida - José do Vale Pinheiro Feitosa
Por mais que a ventriloquia dos seguidores de Kátia de Abreu repitam, vender commodities é muito bom para o jogo de capitais, não necessariamente para as pessoas reais. Uma frase escrita por Ignacy Sachs falando sobre as medidas para a segurança alimentar mundial traduz tudo: consolidação de práticas agrícolas socialmente inclusivas e ambientalmente sustentáveis, especialmente da agricultura familiar. Aliás, a contribuição brasileira para o assunto da fome mundial é relevante ao contrário do papel de latifundiários podres de ricos: Josué de Castro é um marco civilizatório para as políticas mundiais. O “Fome Zero” do governo federal tomou assento na FAO e o Brasil continuará a marcar pontos no assunto.
Não tem como negar: os brasileiros passam por um momento de otimismo comparável a outro momento de sua história quando do governo Juscelino Kubistchek. A construção de Brasília, sua arquitetura, a Bossa Nova, o protagonismo do cinema nacional, marcaram muito bem a época. Recente pesquisa entre 147 países demonstra que os brasileiros são os mais otimistas entre todos os países analisados.
Qual a Brasília que se construiu neste atual momento? No planalto central da inexpugnável desigualdade social e econômico construiu-se o mais eficiente programa de redução da desigualdade entre os países emergentes. Não se lembrem dos países centrais, neste a desigualdade não era a questão, só poderemos ser comparados com outros de desigualdades acentuadas como o nosso. A renda per capita do brasileiro cresceu 1,8 pontos percentuais acima da expansão do PIB (Produto Interno Bruto) muito superior aos demais.
A inflação cai. O país cresce. Vira referência para outros povos e alegria frente ao sofrimento de outros. A nossa cultura continua rica e diversificada. Somos protagonistas nas novas redes sociais mundiais. E a Presidenta Dilma acaba de anunciar frente a quinhentos jovens ganhadores de medalhas nas Olimpíadas de Matemática, da qual participaram 20 milhões de jovens, um ambicioso programa de 70 mil bolsas de estudos para brasileiros nas melhores universidades do mundo. As bolsas serão para jovens em estudos de graduação e pós-graduação.
O importante de tudo: o governo brasileiro acompanha o desenvolvimento escolar de milhares de jovens com potencial de servir para uma destas bolsas. Aliás os jovens vencedores das Olimpíadas já estão recebendo uma pequena bolsa da CAPES/CNpQ para desenvolvimento em pesquisa.
Noite de São Pedro !
É hoje o finzinho das festas juninas. Mas esse tempo festivo não se cansa de dançar.Ainda queremos noites estreladas, balões encantados, comida de milho e o forrozim nordestino.
São Pedro em Caririaçu ainda haverá?
São Pedro na AABB do Crato...Quando voltará?
Sopro cinzas no imaginário, arremesso gravetos na brasa...Detono uns foguetes inocentes, como chuvinha, e canto São Pedro, pras alegrias perdurarem.
Fujo de achar que cresci... Bianca e Sofia me ensinam a sorrir!
Poema que virou canção
Caetano Veloso
Composição: Haroldo de Campos
Circuladô de fulô ao deus ao demodará que deus te guie
Porque eu não posso guiá e viva quem já me deu circuladô
De fulô e ainda quem falta me dá soando como um shamisen
E feito apenas com um arame tenso um cabo e uma lata
Velha num fim de festafeira no pino do sol a pino mas para
Outros não existia aquela música não podia porque não
Podia popular aquela música se não canta não é popular
Se não afina não tintina não tarantina e no entanto puxada
Na tripa da miséria na tripa tensa da mais megera miséria
Física e doendo doendo como um prego na palma da mão
Um ferrugem prego cego na palma espalma da mão
Coração exposto como um nervo tenso retenso um renegro
Prego cego durando na palma polpa da mão ao sol
Circuladô de fulô ao deus ao demodará que deus te guie
Porque eu não posso guiá e viva quem já me deu circuladô
De fulô e ainda quem falta me dá
O povo é o inventalínguas na malícia da maestria no matreiro
Da maravilha no visgo do improviso tenteando a travessia
Azeitava o eixo do sol
Circuladô de fulô ao deus ao demodará que deus te guie
Porque eu não posso guiá e viva quem já me deu circuladô
De fulô e ainda quem falta me dá
E não peça que eu te guie não peça despeça que eu te guie
Desguie que eu te peça promessa que eu te fie me deixe me
Esqueça me largue me desamargue que no fim eu acerto
Que no fim eu reverto que no fim eu conserto e para o fim
Me reservo e se verá que estou certo e se verá que tem jeito
E se verá que está feito que pelo torto fiz direito que quem
Faz cesto faz cento se não guio não lamento pois o mestre
Que me ensinou já não dá ensinamento
Circuladô de fulô ao deus ao demodará que deus te guie
Porque eu não posso guiá eviva quem já me deu circuladô
De fulô e ainda quem falta me dá
Procure Uma Estrela
Quando a vida parece não vale a pena ser vivida
E você realmente não se importa quem seja
Quando você se sentir não há ninguém ao seu lado
Procure uma estrela
Quando você sabe que está sozinho e tão solitário
E os seus amigos viajaram para longe
Há alguém esperando para te guiar
Procure uma estrela
Todo o mundo tem sempre uma estrela da sorte
Que brilha lá no céu
Se você faz um desejo para uma estrela da sorte
Você provavelmente encontrará alguém para amar
Um homem rico, homem pobre, um mendigo
Não importa quem você seja
Há uma amiga que está esperando para guiá-lo
Procure uma estrela
Um homem rico, homem pobre, um mendigo
Não importa quem você é
Há uma amiga que está esperando para guiá-lo
Procure uma estrela
Procure uma estrela
Garota, procure uma estrela





