por José do Vale Pinheiro Feitosa




Viva junto à alma mais próxima e compreenda que a proximidade é a medida da distância. Que a distância que os separa é este movimento maravilhoso da matéria e da energia. A maravilha é apenas esta surpresa porque esta proximidade é tão diminuta entre os dois e é a inesperada distância.

José do Vale P Feitosa



quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Vovô Natalino e o Natal de Trevas em Matozinho


A notícia chegou em Matozinho ainda pela manhã, quando os burros dos leiteiros ainda cruzavam as ruas, enchendo os bules, de porta em porta. A cidade ficou consternada. Padre Andrelino falecera na capital. Fora pároco de Matozinho , por uns onze meses , em substituição ao Padre Arcelino que adoecera gravemente . A tristeza que se abateu sobre a Vila tinha muitas razões para se multiplicar. Andrelino mal varara os quarenta anos e, na sua passagem meteórica por Matozinho, tinha se irmanado tanto com a cidade que se tornara um matozense honorário, desses que nem precisam receber o título na Câmara Municipal. Por polêmicas ações do seu apostolado, terminara afastado da paróquia e, depois, tido por louco, soube-se ter sido interno em hospital psiquiátrico na capital. O povo nunca se conformou com o triste destino do nosso Arcelino , ainda mais agora quando se divulgou, por baixo dos panos , o motivo do falecimento : suicídio por enforcamento. Caiu, por sobre a cidade, um clima pesado, como todos se sentido atormentados por um novo pecado original. Parecia impensável o trágico fim do sacerdote. Logo ele? Tão alegre , sempre com um sorriso pendente dos lábios, tão repleto de esperanças e idéias novas ! Tão dinâmico e confiante na possibilidade de mudar o curso das coisas e tornar o mundo mais respirável! Por que desistiu de forma tão trágica e categórica?

As rodinhas de praça, as mesas do Bar do Giba e a assembléia da Botica de Janjão até que tentaram trazer uma resposta. As versões, no entanto, são desencontradas e múltiplas , passeiam pelo terreno do homicídio, da psiquiatria, da terapêutica errada e até de uma suposta trama envolvendo grupos de comerciantes e sacerdotes no sentido de por fim à vida dele. Quem sabe , o leitor, não poderia dar uma ajudazinha em desvendar o enigma?

Andrelino assumiu a paróquia de Santa Genoveva e, rapidamente, percebeu-se que era um padre diferente. Criou um Projeto chamado “A Deus o que é de Deus”, administrado pelos próprios diocesanos. Arrecadavam donativos e óbolos que eram doados aos mais carentes, sem qualquer interferência da Diocese. Os administradores descontavam apenas um pequeno valor para manutenção do sacerdote e da Igreja. Acabou com as procissões intermináveis, afastou as beatas do templo e pediu-as se envolverem em movimentos sociais sob pretexto de que ajudar aos mais desfavorecidos já era uma oração. Dispensou, ainda ,as confissões, pedindo aos fiéis que se confessassem diretamente com Deus e suas consciências. Proibiu o corte anual de árvore para montar a bandeira da Santa Genoveva na Festa do Pau da padroeira, aquilo era uma agressão à natureza: montem em cano de PVC! Acabou, também, com as regalias que tinham os matozenses mais ricos: missas domésticas, encomendações especiais, concelebrações em aniversários e solenidades. Vários imóveis doados para Santa Genoveva foram vendidos também , com fins de ajudar às vítimas da inundação do Rio Paranaporã. Cristo não faria isso, perguntou o sacerdote ? Ou ele preferiria ser latifundiário e assistir ao sofrimento e abandono do seu povo ?

No entanto, a gota d´água que entornou o copo do Pe Andrelino, veio no Natal. Taí um consenso , arrancado das rodinhas de bar, praça e botica. É que as mudanças propostas foram enormes, se comparadas aos Natais da tradição. Andrelino brigou com o prefeito Sinderval Bandeira, pois esse criara o que ele chamou de “Natal de Trevas”. Nenhuma iluminaçãozinha na cidade, para lembrar a data, era demais! Em plena época de luzes da China, aquilo era inadmissível! Depois, Andrelino pediu a todos que construíssem árvores de Natal com espécies da própria região : pau d´arco, faveiras, timbaúbas, coração de negro. Pinheiro e Cipreste não tem nada a ver com Matozinho , minha gente ! E mais, não cortassem as árvores que aquilo era uma afronta à vida e a Deus. Desbancou, também, a figura do Papai Noel, um velho broco e cego que só avista criança rica e mais: anda num trenó, puxado por umas tal de rena, no meio da neve. Quem já viu esse tipo de condução? Quem já viu neve? Quem conhece rena, meu povo ? Pode um desgraçado desse vir bater num lugar seco como Matozinho? Mandou buscar, então, uma figura em barro construída por Zé do Carmo, um artesão de Goiânia em Pernambuco, chamada de Vovô Natalino, com cara de nordestino e olhar afável e carinhoso: a partir de hoje, esse é nosso Papai Noel ! O padre, ainda, acabou com o tal de amigo secreto: a partir dali todos os amigos seriam visíveis e declarados. E mais: pediu ( para desespero dos comerciantes )para que a troca de presente cessasse, que aquilo não era coisa de Deus. Trocassem por alimentos e distribuíssem com os pobres, aquilo sim era bem mais condizente com o espírito de Natal. Andrelino lembrou ainda do falso clima de solidariedade quase compulsória desse período. Que as pessoas se tornassem caritativas, mas com espírito libertário: lutassem para que um dia a caridade já não fosse necessária e se substituísse por justiça social. Pediu ainda que a ceia fosse servida na Praça da Sé, numa mesa enorme, lembrando que todos somos irmãos e devemos dividir a mesma mesa. E mais: nada de Panetone, de uvas, de Passas , de Nozes, de vinhos. Vocês acham que foi isso que Cristo comeu na manjedoura? Tragam à nossa mesa o nosso maná do dia a dia : passa-raivas, sequilhos, quebra-queixos, muncunzá, macaúbas, araticum, siriguelas e aluá. É com esse maná que devemos regar o nosso Natal.

O Natal de Trevas , dizem todos, foi o mais iluminado de Matozinho. Logo depois, sabe-se lá porque, Andrelino foi afastado e depois interno no hospício. Aos que lamentaram o enforcamento de Andrelino, alguém lembrou que aquilo nada tinha de estranho: o próprio aniversariante , autor de tantas idéias parecidas, não fora crucificado ? Não era apenas a mesma história que se recontava?

J. Flávio Vieira

Campanha "Queremos seu Cacareco"

Você deve ter em casa aquele cabo velho de USB, o cartão de memória que não usa mais, aquela maquina de fotografar antigona, uma tesoura velha, um gravadozinho, uma extensão...e muitas outras coisas que nunca utiliza....já pensou em doar? Queremos todo os seus cacarecos para construimos o nosso Laboratório de Estudos, Vivencias e Experimentos em Arte Contemporânea.

Sua doação...pode fazer a arte circular coletivamente.....


O amor é preguiçoso. Carece de sono, sonhos, e uma vontade misteriosa de persistir no ramo. Ramo de laranjeira, pés de vento, zero compromisso.

Que 2012 seja um ano amoroso para todo o mundo!

socorro moreira

O programa Anonymus Gourmet é apresentado pelo jornalista, advogado e escritor José Antonio Pinheiro Machado. O personagem Anonymus foi criado por ele em 1982, no livro "O Brasileiro que ganhou o Prêmio Nobel", que tinha como subtítulo "Uma Aventura de Anonymus Gourmet". O Anonymus Gourmet é apresentado desde 5 de abril de 2003 na RBS TV aos sábados pela manhã. O objetivo do programa é sempre apresentar receitas simples, fáceis, baratas e saborosas com um truque ou toque do Anonymus. Os programas fazem parte do Núcleo de Produção da RBS TV, que tem na gerência Alice Urbim. A produção dos programas é de Adam Scheffel e a direção de Vivian Cunha.

Aspectos sentimentais do signo Capricórnio :: Graziella Marraccini ::


Capricórnio é um signo de Terra, Cardeal, governado pelo planeta Saturno (Veja também em: Signos Astrológicos). Como os outros signos de Terra, Capricórnio é ligado aos bens materiais e a todas as coisas terrenas. Na terra ele simboliza a própria Terra, os lugares elevados, as montanhas, e os lugares isolados e inacessíveis. Sendo muito prático, como os outros signos do mesmo elementos, o capricorniano ‘não dá um ponto sem nó’, no sentido que ele ambiciona sempre alguma coisa em troca do que faz.

O símbolo do capricórnio é uma figura ‘meio bode e meio peixe’, o que mostra a ambivalência deste signo, que é a evolução da vida na Água (seu oposto é o signo de Câncer) para subir na Terra. No simbolismo antigo, a cauda do Capricórnio lembra também uma serpente, que é uma das mais antigas representações da sabedoria instintiva, sabedoria da própria terra. Ao mesmo tempo, o seu lado peixe, conhece as profundezas do mar, ou seja, as profundezas da psique e das emoções humanas. Este cabrito montês, trabalhador incansável, perseverante, astuto e ambicioso, é antes de tudo um grande caçador de mistério. Ele consegue controlar com astúcia os meandros da natureza humana, sejam eles interiores e exteriores.

Ele é sem dúvida mestre em guardar segredos. E isto diz respeito aos próprios sentimentos também. Talvez haja ali uma dificuldade de traduzir ‘em miúdos’ algo que não é facilmente controlável, de forma que ao falar de sentimentos, ele precisa saber bem onde põe os pés (ou as patas!).

Ele é muito realista e não fará nada por impulso. O objetivo do capricorniano é sempre o de colocar os pés sobre algo concreto, ‘muito concreto’, portanto fará escolhas razoáveis e seguras. O romance não é para ele. O mito do Deus Saturno nos diz algo sobre este signo. Saturno é um dos Titãs, os deuses da Terra, filhos de Gaia, a Grande Deusa Mãe. Saturno é Kronos na Mitologia Grega, Deus do Tempo, que veio aprisionar seus filhos na cadeia das reincarnações. Do mesmo modo o capricorniano aprisiona a si próprio dentro de muros de trabalho, dever e ambição e passa muito tempo de sua vida somente acumulando responsabilidades e... dinheiro. Em detrimento, as vezes da sua vida sentimental. Porém, ele também aspira o lado espiritual da vida, mas ele irá, também neste campo, tentar alcançar o topo e buscará o autocontrole, a vontade, a estabilidade interiores que o associam à figura do Pai.

O Homem de Capricórnio

Quando jovem, o homem de Capricórnio pode parecer um pequeno cabrito sem rumo, às vezes assoberbado por tantas responsabilidades e poderá parecer até bastante inseguro, especialmente do ponto de vista sentimental. Tendo uma meta terrena para atingir, ele deixa de lado os seus próprios sentimentos e vai seguindo firmemente o caminho traçado pela ‘tradição’. Ele segue o caminho dos antepassados, com passos firmes e tem uma maneira peculiar de demostrar o seu amor. Dificilmente ele dirá "Querida, eu te amo!", naquele tom romântico e meloso dos signos de água. Mas ele demostrará seu amor compartilhando com você seus projetos e construindo com você um futuro firme e garantido. Ele fará seu papel de pai e marido de forma firme e segura, o que é um comportamento tipicamente masculino. O papel da mulher de um capricorniano deverá portanto ser essencialmente feminino. Se ele é o Grande Pai ela deverá ser a Grande Mãe e deverá desempenhar seu papel, dando-lhe, principalmente, filhos... homens! Sim, porque para ele o mundo é masculino e, mesmo respeitando o lado feminino da vida, ele está convencido da supremacia que o universo masculino tem sobre o feminino. O mais difícil nestes relacionamentos, é que esta figura paterna acabe se tornando um pouco tirana, e neste caso a mulher que estará ao lado de um capricorniano não poderá se mostrar mais competente e forte do que ele, pois isto retiraria sua autoridade. A não ser que esta competência seja num campo ‘estritamente feminino’, é claro!

O capricorniano típico é seguro, e se compromete somente se é "para toda a vida". Porém não tente modificá-lo, aceite-o como ele é, e você terá um companheiro seguro e confiável para a vida toda.

A Mulher de Capricórnio

Apesar do mito do Capricórnio ser ligado à figura do Grande Pai, a mulher de Capricórnio não é masculinizada. Muitas vezes elas assumem muito cedo as rédeas de sua vida, e não raramente também aquelas de outros familiares. Mas esta mulher, apesar de forte e segura, possui uma certa dose de feminilidade, de sensibilidade, que tem dificuldade de se expressar abertamente. Sempre bem-vestida e bonita, ela nunca será espalhafatosa mas terá um certo charme, um certo ar de mistério, que consegue ser muito atraente para certos homens. Normalmente a mulher de Capricórnio dará muita importância à sua carreira, mas também poderá ser uma amante e uma esposa dedicada, que ajudará o marido em sua própria carreira, com seus conselhos e seu senso prático, manipulando-o de forma astuciosa para conseguir obter aquele resultado que ela deseja. Como mãe também ela pode ser manipuladora, porque é instintivo nela exercer o poder do comando e o seu desejo de realizar algo é tão forte que, se ela não trabalhar fora, se realizará através dos filhos e do marido.

Acredito que a mulher de Capricórnio deva tentar buscar dentro dela o seu lado feminino escondido, o seu lado Câncer, o seu lado Água. Desta forma ela se tornará mais feminina e terá menos decepções amorosas. Sim, porque a Capricorniana se decepciona facilmente e se queixa muito do fato que os homens não lhe oferecem a necessária ‘segurança’. Isto está ligado ao mito do ‘Pai’ que elas trazem dentro de si. E se esta figura paterna não for bem resolvida, terão problemas nos relacionamentos e se decepcionarão sempre com os homens que considerarão ‘mais fracos’. Com o tempo, elas poderão no entanto desenvolver o seu lado mais caloroso e acolhedor e se tornarem muito sábias.

Capricórnio e o amor

Como já falei, o capricorniano típico não lida bem com sentimentos, que ele considera ‘pouco seguros’. Como ele gosta de pisar em terra firme, buscará relacionamentos estáveis e bem do tipo ‘tradicional’, e aos poucos construirá os alicerces firmes para a sua ascensão social. Não existe pessoa mais segura para companheira do que uma pessoa de capricórnio! No entanto, se você busca emoções, novidades, surpresas, enfim, uma vida cheia de ‘fogo de artifícios’ fique longe dele. Ele lhe oferecerá segurança, conforto material, uma boa posição social, mas nunca grandes surpresas e noitadas loucas! O amor do capricorniano é demostrado no dia à dia, naquilo que ele oferece ao seu companheiro para dar-lhe estabilidade e firmeza. E isto não é pouco, não é?

A PARTÍCULA DE DEUS



Não sei se existe uma partícula de Deus
ou a primeira massa
depois do Big Bang.
Não preciso explicar a origem do universo.
Enquanto se procura o bóson de Higgs
com o Grande Colisor
de Hádrons
de Cern,
eu continuo a me extasiar com as panelas
da cozinha
ou com o infinito das estrelas.





Eu apresento a página branca.

Contra:

Burocratas travestidos de poetas
Sem-graças travestidos de sérios
Anões travestidos de crianças
Complacentes travestidos de justos
Jingles travestidos de rock
Estórias travestidas de cinema
Chatos travestidos de coitados
Passivos travestidos de pacatos
Medo travestido de senso
Censores travestidos de sensores
Palavras travestidas de sentido
Palavras caladas travestidas de silêncio
Obscuros travestidos de complexos
Bois travestidos de touros
Fraquezas travestidas de virtudes
Bagaços travestidos de polpa
Bagos travestidos de cérebros
Celas travestidas de lares
Paisanas travestidos de drogados
Lobos travestidos de cordeiros
Pedantes travestidos de cultos
Egos travestidos de eros
Lerdos travestidos de zen
Burrice travestida de citações
água travestida de chuva
aquário travestido de tevê
água travestida de vinho
água solta apagando o afago do fogo
água mole sem pedra dura
água parada onde estagnam os impulsos
água que turva as lentes e enferruja as lâminas
água morna do bom gosto, do bom senso e das boas intenções
insípida, amorfa, inodora, incolor
água que o comerciante esperto coloca na garrafa para diluir o whisky
água onde não há seca
água onde não há sede
água em abundância
água em excesso
água em palavras.

Eu apresento a página branca.

A árvore sem sementes.

O vidro sem nada na frente.

Contra a água.
Arnaldo Antunes

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

KAHUNA- O GUARDIÃO DO SEGREDO


KAHUNA- O GUARDIÃO DO SEGREDO
[sugestão: comprar livro pela Internet na livraria cultura]
(http://www.xamanismo.com.br/Teia/SubTeia1192456288It008)

A palavra Kahu significa guardião e Huna : segredo. o verdadeiro significado da palavra kahuna é: "Aquele que é um expert em sua profissão"
Os Kahunas eram especialistas em: agricultura, construção de cabanas e barcos, pesca, astronomia, religião, medicina, psicologia e outras áreas do conhecimento. o termo aplicado no que damos hoje o título de Ph.D.
Antes da colonização européia a antiga sociedade havaiana, isolada do resto do mundo, desenvolveu seus sistema religiosos, com uma profunda compreensão espiritual do indivíduo e do universo. O kapu ou tabus regravam a fechada sociedade havaiana, que possuía um profundo senso de família.
TIPOS DE KAHUNAS
Kahuna ha'i'olelo: Especializado em pregações itinerantes
Kahuna ho'oulu ai: Especializado em agricultura
Kahuna kalai: Especializado em gravuras e esculturas
Kahuna kali wa'a: Construtores de canoas
Kahuna kilokilo: Pregadores; interpretam presságios observados do céu.
Kahuna lapa'au: Especializados em medicina e cura
Kahuna pule: Pregadores, pastores, sacerdotes e oradores
Kahuna pale: Especializado em desfazer a magia praticada por um mago negro
Kahuna po'i uhane: mágicas. Místico especializado em atrair e letrado na ciência da mente, aprisionar espíritos.
Kahuna ki'i: Zelador de imagens (totens, estátuas, etc). Sua atribuição era de embalar, envernizar e armazenas as imagens. responsável pelo transporte durante as batalhas à frente do chefe em comando
Kahuna na'au ao: Erudito sacerdote, que instruía iniciados e noviços dentro do conhecimento e práticas.

ARTES PRATICADAS PELOS KAHUNAS

Ho'o-pio-pio: Uso de encantamentos para levar ou trazer a morte, bem como vários eventos mágicos.
Ho'o-una-una: Arte de afastar uma entidade demoníaca espiritual em missão de morte.
Poi-Uhane: Maestria em capturar espíritos.
One-one-ihonua: Maestria em preces especiais de serviço.
Nana-uli: Arte de fazer profecias do tempo.
Kili-kilo: Adivinhação
La'au lapa'au: Sacerdotes da saúde que trabalhavam com ervas. Curavam ossos quebrados e outros traumas instantâneamente ou em alguns dias, através de preces ou processos esotéricos.
Kuhi-kuhi puu-one: Mestre de obra. Instaladores e arquitetos dos heiau ou templos.
Makani: Sacerdote dos ventos, com poderes sonbre espíritos místicos.
Ho'o-noho-noho Eram condutores de espíritos de pessoas falecidas. ajudavam os espíritos a elevarem-se até a divindade.
Kahuna Haapu: Médico
Kahuna Haka: Diagnosticador
Haha paaoao: Pediatra
La'au Kahea: Psicólogo

PRINCÍPIOS EM QUE OS KAHUNAS SE BASEAVAM

A palavra ALOHA é composta de alguns princípios:
A de ala - ver a vida de forma a estar sempre alerta
L de locahi - trabalhar com unidade (corpo,mente e espírito)
O de oiaio - Honestidade
H de ha'aha'a - Humildade
A de ahonui - Paciência e perseverança
Segundo os Kahunas, quando se aprende estes princípios se encontra com Deus.
MANA
Os Kahunas acreditavam que o mana é recebido do céu através da prece. Deve-se rezar constantemente e enviar estas preces para o seu Aumakua , o espírito guardião antepassado. O Aumakua vivendo no Céu, olha por sua criança da Terra e intercede através do seu divino poder espiritual.

DUALIDADE

para os havaianos existem duas grandes forças, a alta (boa, elevada em direção a evolução) e a baixa (baixa vibração, negativa e involutiva). Os termos aqui descritos como negativos ou positivos, está sendo usado sem definir boa ou má e simplesmente como polaridades.
O mundo material é considerado parte negativa. o mundo espiritual é considerado parte positiva. A lei do amor de deus á manifestação da unidade e da harmonia. Quando trouxemos a parte positiva, ou seja, unidade e harmonia, para a parte negativa, que é o mundo material, nós obteremos a verdade. O desejo pessoal é negativo e as leis de Deus são positivas. Quando soubermos unir o desejo pessoal e o amor juntos, aí se fará a luz! Deus nos iluminará e nós desfrutaremos a verdadeira felicidade.

POLARIDADE

Toda a vida é a união das polaridades, positiva e negativa, mas existem dois tipos de forças telúricas ou forças negativas. A polaridade negativa ou telúrica elevada que é representada pelas forças da natureza, trabalha em harmonia e em benefício da humanidade. A polaridade negativa baixa é a força telúrica de destruição e do egoísmo.
Um Kahuna deve conseguir aprender a distinguir entre alta e baixa. Ele deve aprender a controlar a baixa telúrica. Não deve voltar atrás em seu caminho, deixar-se envolver, senão estará abrindo as suas defesas para o ataque da ignorância. Caso isto ocorra ele não escapará dos baixos impulsos ficando doente pelas baixas influências.
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A PSICO-FILOSOFIA HUNA

Jens Federico Weskott
(http://www.stum.com.br/c.asp?i=8655&s=1)

A Psico-filosofia Huna é uma ciência que integra os três níveis de consciência. Torna a pessoa capaz de enviar energia mana do subconsciente ao Superconsciente. Pode efetuar pedidos visando realizações materiais e espirituais. Essa antiga sabedoria era e é praticada pelos kahunas, os mestres espirituais e xamãs curadores do Havaí.
Redescoberto pelo psicólogo americano Max Freedom Long, foi chamada Huna = segredo. Os relatos de Long sobre as realizações ‘mágicas’ dos kahunas revelam uma tradição ancestral. Novos autores desvendaram a ciência ali oculta.
Hoje, o ‘Sistema de Conhecimento Huna’ é um saber com três elementos diferentes: é, ao mesmo tempo, um sistema científico, uma visão de mundo e um método prático baseado em uma filosofia de vida ética.



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KAHUNA HEALING E HO’OPONOPONO
(http://www.portalcosmico.com.br/portal.asp?page=kh)

O Método de Cura Espiritual das Ilhas Polinésias , conhecido como HUNA, significa "segredo" e existe há mais de 5000 anos. É um sofisticado sistema de manipulação de energia com ênfase na conectividade da espiritualidade cósmica do Ser Humano com a Terra, seu corpo e suas emoções. Integra mente, corpo e espírito em ações e materializações para a felicidade pessoal e de nossa "teia-de-vida". Nos ensina a celebrar a vida no plano físico e a ver a espiritualidade em todas as coisas, nas materializações.

Acredita que a chave para viver uma vida integral esta em despertar e integrar nosso Eu Inferior ( Subconsciente ), com o Médio (Consciente ) e o Superior ( Espiritual Ou Superconsciente ). Através dessa integração, Huna esta centrada no Amor e enxerga o Ser Humano, a Natureza e o Divino como partes harmoniosas de uma mesma comunidade cósmica.

Huna nos fornece um conjunto de práticas shamanicas simples mas, profundamente transformacionais, que nos abre e amplia o mundo espiritual.
Historicamente o KAHUNA é o Mestre Espiritual Guardião do conhecimento HUNA e da Tradição. Quando os ingleses se instalaram nas ilhas havaianas a prática HUNA foi proibida e o KAHUNAS tiveram que trabalhar na clandestinidade. Assim, a Sabedoria Espiritual HUNA ficou oculta por muitos anos. Hoje, nessa nova idade do Planeta, a prática HUNA uma vez mais emerge – através de muitos poucos eleitos - para nos ajudar a CURAR a NÓS e ao todo de forma abrangente e total.

Como brilhantemente cita Max Freedom Long:

“Se você não está utilizando o método HUNA, você está trabalhando com um esforço muito maior do que precisaria!”

Pastora

Viva o cordão encarnado!
Viva o cordão azul!

Com as vestes de Diana danço a alegria das cores
Reinvento cantos e louvores
Ofereço incenso e flores.

Teço nos cordões o caminho até o Sagrado:
E o Menino me sorri da manjedoura.
                     (StelaSiebra)


FELIZ NATAL!

Inscrito- Por Socorro Moreira


Curso natural
Certezas não esperam
A dúvida não é incógnita
Claros navegam em águas turvas
Espelhos...Vejo-nos
O tempo é quem dita
A gente copia, e às vezes cria
O acaso alberga insights
Eles chegam em hieróglifos
Viver é decifrar-nos.


Postado por socorro moreira às 22:27 1 comentários
Nossas retrospectivas - Por José de Arimatéa dos Santos

Bolo de Natal






Ingredientes

6 ovos
2 xícaras de açucar
1/2 colher de óleo de milho
2 xícaras de farinha
1/2 xícara de amido de milho
4 colheres de sopa de achocolatado
1 colher de fermento em pó
2 caixinhas de morango
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite
1 canela em pau
3 cravos da índia
1 xícara de água
1 xícara de açucar
500 gramas de chocolate ao leite
1 caixinha de creme de leite
1 colher de mel de laranjeira
1 colher de essência de conhaque
1 xícara de leite
1 litro de chantily
Modo de Preparo

bata no liquidificador os ovos,o açucar,e o óleo, apor 1 minuto,acrescente a farinha de trigo, o leite, o amido de milho, o achocolatado, desligue o liquidificador, e acrescente o fermento em pó. recheio 1 pique os morangos, em cinco,coloque o açucar,a água,os cravos, a canela, misture bem, deixe marinar na geladeira 30 minutos,retire os cravos e a canela, separe a calda do morango, acrescente nos morangos o leite condensado e o creme de leite, reserve recheio 2 derreta o chcolate ao leite,junte o creme de leite,o mel e a essência de conhaque. bata o chantily montagem corte o bolo ao meio camada trufa,morangos,e chantily,cubra o bolo com o restante do chantily,mergulhe alguns morangos no chocolate, e decore em cima do bolo.



Um amor de palavras
Tem doçura nas letras
Tem vontade de viver
Uma frase inteira!

(socorro moreira)




Dedicado a Você
Zizi Possi
Composição: Dominguinhos e Nando Cordel

Vem,
Se eu tiver você no meu prazer
Se pudesse ficar com você
Todo o momento, em qualquer lugar
Ah!
Se no desejo você fosse o amor
Durante o frio fosse o calor
Na minha lua, você fosse o mar
Vem, meu coração se enfeitou de céu
Se embebedou na luz do teu olhar
Queria tanto ter você aqui!
Ah! Se teu amor fosse igual ao meu
Minha paixão ia brilhar, e eu
Completamente ia ser feliz!


Peru de Natal- por José Flávio Vieira



Dr. Túlio Montenegro parou por um momento, no pequeno ambulatório de Cirurgia, observando aquela senhora atarracada e gorducha.Ela entrava para a revisão , com um enorme sorriso estampado no rosto. Em meio àquela simpatia explícita, ele disfarçou um pouco o cansaço e sequer percebeu a enorme caixa que ela trazia nas mãos, amarrada desajeitadamente com cordões. Por um buraco ,no topo, em feitio de periscópio, emergia a cabeça negra e o bico vermelho daquilo que demorou muito a perceber se tratar de um peru.”Taqui queu trouxe pro Senhor, Dr. Túlio” -- foi logo gritando a velha bonachona, desfiando um rosário de agradecimentos, pelo tratamento recebido e pela cura. Dr. Túlio já se acostumara àquilo e agradeceu do fundo do coração pelo presente. Paciente rico sequer retribui o favor, acha que foi tudo obrigação e reclama das mínimas coisas . Aprendera, no entanto, que os pobres mostram-se assim: agradecidos, despojados e são eles que acabam fazendo ou destruindo famas. É que existem tantos e tantos no país e fazem-se tão solidários entre si, que funcionam como uma grande agência publicitária :levam suas mágoas ou agradecimentos de língua em língua, de casa em casa : vox populi, vox dei .Pensou , enquanto a examinava, após um muito obrigado efusivo, na tarefa , digna de Indiana Jones, para transportar aquele presente do interior do estado até à capital. Primeiro a cuidadosa engorda do bicho, forçando milho de goela abaixo, por alguns meses. E o tratamento dos gogos eventuais? Depois a difícil embalagem da ave tão grande, contida dentro de uma caixa de papelão. Sem falar nas dificuldades do transporte do peru, dentro do ônibus, sob protesto do cobrador de dos outros passageiros. Depois ela ainda teve que empreender a caminhada da rodoviária até o hospital , com o peso da penosa grande e gorda e dos anos da carregadora.Aquilo sim, pensou Dr. Túlio com os botões da bata branca, aquilo sim senhor é que era uma retribuição, um reconhecimento pelo trabalho prestado e que gratificava sua alma bem mais que muitos pagamentos de cirurgias de novos ricos.
Depois que a encorpada paciente por fim deixou o consultório, Dr. Túlio acordou para o problema que agora tinha às mãos. Faltavam ainda uns dois meses para o Natal, morava num apartamento confortável e amplo, mas num apartamento ! Não tinha chácaras. Onde diabos iria hospedar aquele bípede por tanto tempo ? Colocou-o na mala do carro e partiu para casa, após o expediente. Ao chegar, já levou uma bronca da mulher pela aquisição de um novo e incômodo hóspede. “Vai melar tudo, não tem lugar para botar este bicho aqui, é melhor dar para o vigia”.Dr. Túlio, pacientemente, explicou à esposa o esforço da senhora para trazer o presente , não parecia justo e cristão livrar-se da lembrança. Finalmente acordaram que o peru ficaria amarrado na área de serviço , esperando para nutrir a ceia de natal dos Montenegro. O bicho acomodou-se por lá. Manteve aquele ar meio passivo, aquele olhar vívido e atravessado e só soltava sua salva de gluglus quando a filha menor de Dr. Túlio, punha-se a incentivar a ave com assovios.A menina, aos poucos foi se afeiçoando ao peru. Sua cachorrinha poodle, Filó, com o passar dos dias, criou uma amizade estreita com o bicho, a tal ponto que só dormia com a cabeça recostada nas suas asas. O afeto da criança terminou por contagiar a babá , a cozinheira e, por fim, a mãe que descobriu a importância da amizade natural que brotou dentro de sua casa e que de alguma maneira contagiou a todos.
Semana antes do Natal, Dr. Túlio Montenegro lembrou-se de um outro desafio. Diferentemente dos perus da Sadia, era preciso matar aquele animal enorme, de véspera. Quem diabos sabia mais fazer isto ? Depois do galeto congelado, do chester temperado, todo mundo desaprendera o ritual macabro : embebedar o peru com aguardente, sangrá-lo friamente , quando já estivesse grogue, pôr na água fervente, despelar e tirar os canhões... Desesperou-se quando descobriu que já não existiam, nesta geração, carrascos de peru! Alguém no hospital informou de uma atendente de enfermagem que era metida em magia negra e que possivelmente ainda devia manter a frieza necessária para tamanho assassinato. Procurou-a e combinou com ela, quase que clandestinamente, como se premeditasse um crime, a possibilidade de realizar este trabalho sujo. Um pouco a contragosto a empreita foi acertada.
Véspera de Natal, a calamidade! Dirigiu-se à área e pediu à cozinheira que colocasse o peru na caixa pois ia levá-lo ao sacrifício. Aí veio a avalanche: a filha começou a chorar e a gritar, a cozinheira e a babá , emburradas adiantaram que não preparariam o peru abatido e a esposa, berrando , avisou logo que se ele inventasse de matar o bichinho, simplesmente não haveria clima nenhum para se fazer a ceia de natal.Até Filó latia sem parar como se acuasse tatu. Dr. Túlio, diante de tantos advogados peruanos, não teve outro jeito, senão recuar. No outro dia, iluminou-se com a certeza de que nunca tinham feito uma ceia mais imersa no espírito natalino. Na área o peru e Filó como que reconstituíam a majestosa cena da manjedoura . Aos amigos e colegas que a partir daí, cientes da história, o perguntavam quando ia matar o peru, ele respondia com o sorriso que havia roubado daquela humilde senhora do interior :
--- O peru, meus amigos, vai morrer de velho, agora ele já é Montenegro !

J. Flávio Vieira

QUE SEJA INFINITO ... por ROSA GUERRERA



Escreveu Vinicius de Moraes que : "O amanhã não gosta de ver ninguém bem"...
E eu por muito tempo discordei dessa frase.
Hoje entendo que realmente é HOJE o dia do presente!!!
Esse presente
que não é barco a vela,
não é mar sem vento,
não é religião dos covardes
nem refúgio dos fracos ...
Esse presente que tem que ser vivido,
por ser o primeiro passo para saborear a vitória ,
ponto de partida para o progresso,
e força para qualquer argumento.
Valeu Vinicius ! E perdoe um dia eu ter discordado de você !
Hoje sei que tudo tem que ser mesmo infinito enquanto dure !

Em tempos de festas...Hoje é dia Deles!

João Marni
Do Vale


Nosso grande abraço!

A Mítica Siqueira Campos… por: José do Vale Feitosa


.Se fosse assim apenas um traço de juventude a história não se moveria. Os mitos seriam os mesmo e dos céus, assim como das dobras do relevo, nenhuma nova divindade sugeriria. Não se entristeçam, velhos companheiros, seus mitos são inigualáveis. Não há motivos, juventude amiga, para que teus mitos, distintos e próprios, também não prevaleçam. A criação dos nossos mitos cursa como é o movimento geral de todas as coisas conhecidas, desconhecidas e por conhecer.

Como a Praça Siqueira Campos. Um mito eterno gerado numa determinada era do século XX. Quando eles usavam chapéus e terno de linho branco, bigodes finos com Clark Gable ou Robert Taylor. Elas com as saias plissadas e rodadas, blusas de tecido fino, cabelos arrumados em ondas, trunfas ou repartidos ao meio. Falo de uma geração após as melindrosas, falo delas como Ava Garden, Susan Hayworth. As palmeiras e pés de benjamins lá já haviam nascido e o Cine Cassino apresentava os cartazes da noite.

A praça era parada de crianças ao dia, trânsito no centro da cidade, mas na noite é que se realizava como mito. Um mito de adultos e jovens. As crianças não pertenciam às luzes artificiais das sombras noturnas. O mito só lhes seria revelado anos após. Quando toda a homeostasia de seu corpo já não fosse a mesma com a qual nascera. A praça só apresentaria seus mistérios luminosos quando todas as relações de espaço, tempo e iniciativa adquirissem novos significados e impostos significantes.

Só quando as canções românticas reverberaram como primavera, e não mais como aquelas desventuras incompreensíveis, a praça Siqueira Campos passou a ter outra constelação de assentimentos. Antes tivera que se aprovar na Admissão ao Ginásio e no seu segundo ano, como um rito de passagem subir seu degrau de meio fio da rua como se pela primeira. Tudo tão diferente daquelas atravessadas rápidas entre a porta do cinema e a porta do veículo até a casa. Naquela noite entronizou-se no salão jamais pensado, mas de algum tempo atrás já sentido.

O mito da Siqueira Campos lhe veio como tudo que é na vida, com a matéria com a qual a própria se faz. Tereza Abath. Colega da minha irmã, menina com a qual brincara e me igualara nos quantus de todas as crianças. Então por trás do que era o mesmo já era uma outra coisa, tão diferente como o é o céu e a terra, o fogo e a água. O primeiro efeito do mito foi pregar meu olhar no dela e desta liga descarregar relâmpagos e trovoadas de corpo abaixo e do chão até a cabeça tonta e desorientada.

As meninas giravam e os rapazes esperavam. A eles a iniciativa de formular um discurso de convencimento e fazer com que elas parassem de girar no ângulo ancho da praça e viesse para o estreito do rodopio a dois. Como lamentei jamais ter formulado aquele discurso, mas sei que ela e o tempo perdoam os noviços dos mitos vivos. Mas não lamentei a quantidade de vezes que desviei, desnecessariamente, o percurso da camionete pela Pedro II só para passar na frente das janelas, mesmo que fechadas, de Suely.

A Praça Siqueira é um mito que impõe. Não se tem vantagem ou desvantagem por tal. Apenas acontece.

Por: José do Vale P. Feitosa.

Por Rosa Maria Guerrera


Como o vento que passa, a águia que voa , o rio que corre ,e o tempo que escoa por entre nossas mãos , mais um ano se passa no calendário da vida.

As perspectivas crescem, os projetos são programados,e as esperanças alçadas em sonhos se dirigem hoje para um ano que nasce cheio de novos desejos e interrogações.

E o ontem vai se distanciando cada vez mais , para dar passagem a horizontes , onde outras estradas e atalhos se abrem em forma de um presente que ontem se chamou futuro.

Que os sorrisos e as alegrias conquistadas sigam lado a lado com todos aqueles que realizaram seus sonhos , e que o amargor da saudade e das dores que possivelmente tenham existido em dias de tristezas e solidão para outros , se transforme em plantios de sementes que enfeitarão com novas flores muitos jardins .

No mais é só colocar no coração::

Mais sorrisos.............Menos dor .......Muita fraternidade .......Mais amor ........Mais perdão .........Mais Fé ........Coragem para lutar ...e Deus cada vez mais nas nossas ações.
Para você e familiares um Natal feliz e um Ano novo de muita paz .
( Rosa Guerrera)

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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

A Privataria Tucana - O Filme

"O livro que desmascarou a imprensa" - Ricardo Kotscho

Do Blog Balaio do Kotscho
O ano em que um livro desmascarou a imprensa

"Se a Gazeta Esportiva não deu, ninguém sabe o que aconteceu" (Slogan de um antigo jornal de São Paulo, nos tempos pré-internet, que ainda inspira muitos jornalistas brasileiros).
***
Daqui a cem anos, quando os historiadores do futuro contarem a história da velha mídia brasileira, certamente vão reservar um capítulo especial para o que aconteceu em 2011. Foi o ano em que um livro desmascarou o que ainda restava de importância e influência da chamada grande imprensa na formação da opinião pública brasileira.
O suicídio coletivo foi provocado pelo lançamento de um livro polêmico, A Privataria Tucana, do premiado repórter Amaury Ribeiro Júnior, com denúncias sobre o destino dado a bilhões de reais na época do processo de privatização promovido nos anos FHC.
Como envolve personagens do alto tucanato em nebulosas viagens de dinheiro pelo mundo, o livro foi primeiro ignorado pelos principais veículos do país, com exceção da revista "Carta Capital" e dos telejornais da Rede Record.
Nos dias seguintes, os poucos que se atreveram a tocar no assunto se limitaram a detonar o livro e o seu autor. Sem entrar no mérito da obra, o fato é que, em poucos dias, A Privataria Tucana alcançou o topo dos livros mais vendidos do país e invadiu as redes sociais, tornando-se tema dominante nas rodas de conversa do Brasil que tem acesso à internet. .
No final de semana, o fenomeno editorial apareceu nas listas de jornais e revistas, mas não mereceu qualquer resenha ou reportagem sobre o seu conteúdo.
Em 47 anos de trabalho nas principais redações da imprensa brasileira, com exceção da revista "Veja", nunca tinha visto nada igual, nem mesmo na época da ditadura militar, quando a gente não era proibido de escrever, apenas os censores não deixavam publicar.
Foi como se todos houvessem combinado que o livro simplesmente não existiria. Esqueceram-se que há alguns anos o mundo foi revolucionado por um negócio chamado internet, em que todos nos tornamos emissores e receptores de informações, tornando-se impossível esconder qualquer notícia.
O que mais me espantou foi o silêncio dos principais colunistas e blogueiros do país _ falo dos profissionais considerados sérios _, muitos deles meus amigos e mestres no ofício, que sempre preservaram sua independência, mesmo quando discordavam da posição editorial da empresa onde estão trabalhando. Nenhum deles ousou escrever, nem bem nem mal, sobre A Privataria Tucana, com a honrosa exceção de José Simão.
Alguns ainda tentaram dar alguma desculpa esfarrapada, como falta de tempo para ler e investigar os documentos publicados no livro, mas a grande maioria simplesmente saiu por aí assobiando e mudando de assunto.
O que aconteceu? Faz algum tempo, as entidades representativas da velha mídia criaram o Instituto Millenium, uma instituição voltada à defesa dos seus interesses e negócios, o que é muito justo.
Sob a bandeira da "defesa da liberdade de expressão", segundo eles sempre ameaçada por malfeitores do PT e de setores do governo federal, os barões da mídia promoveram vários saraus para denunciar os perigos que enfrentavam. O principal deles, claro, era "a volta da censura".
Pois a censura voltou a imperar escandalosamente na semana passada, só que, desta vez, não promovida por orgãos do Estado, mas pelas próprias empresas jornalísticas abrigadas no Millenium, que decidiram apagar do mapa, não uma reportagem ou uma foto, mas um livro.
O episódio certamente será um divisor de águas no relacionamento entre a grande imprensa e seus clientes. Por mais que cada vez menos gente acreditasse nessa conversa, seus porta-vozes sempre insistiam em garantir que a mídia grande era independente, apartidária, isenta, preocupada apenas em contar o que está acontecendo e denunciar os malfeitos do governo, em defesa do interesse nacional e da felicidade de todos.
Agora, caiu definitivamente a máscara. Neste final de semana, ouvi de várias pessoas, em diferentes ambientes, que vão cancelar assinaturas de publicações em que não confiam mais.
Como jornalista ainda apaixonado pela profissão, fico triste com tudo isso, mas não posso brigar com os fatos. Foi vergonhoso ver o que aconteceu e não deu para esconder. Graças à internet, todo mundo ficou sabendo.
E agora? O que vão dizer aos seus ouvintes, leitores e telespectadores?

Oração do Aniversariante

“Concedei, Pai, a graça de olhar em frente, no amanhecer deste dia, agradecer pelo maior presente que já ganhei de tuas mãos: a minha própria vida.
Que ela também seja um presente na vida das outras pessoas e que eu possa fazer dela, além de uma bela dádiva, grande instrumento de aprendizagem.
Que eu possa, daqui para frente, reconstruir a minha história, se for necessário, ou continuar escrevendo-a com base nas tuas santas palavras.
Perdoai-me pelos pecados cometidos ao longo do ano que passou e ajudai-me para que, nesse novo ano de vida, eu possa resistir às tentações que me fazem pecar.
Permita que eu faça como teu amado Filho, que caiu, mas levantou e que eu não esqueça que amanhã haverá sempre um novo dia.
Faz com que meu tempo seja farto de esperança e que o equilíbrio seja a minha palavra de ordem.
Tudo isso para que, chegando meu próximo aniversário, eu possa dizer parabéns para mim mesmo pelos frutos colhidos e muitas felicidades pela vida bem aproveitada, na sua Divina Presença.

Amém!”

ICC ELEGERÁ A NOVA DIRETORIA

Durante todo o dia 30 de dezembro de 2011, em sua sede à Praça Filemon Teles, em Crato, conforme convocação do seu atual presidente, Dr. Manoel Patrício de Aquino, o Instituto Cultural do Cariri permanecerá em Assembléia Geral Extraordinária para eleger sua nova Diretoria relativa ao biênio 2012/2013.

Podem votar e ser votados todos os ocupantes de cadeira do sodalício visando preenchimento dos cargos de Presidente, Vice-Presidente, Secretário-Geral e Tesoureiro, além dos componentes do Conselho Superior.

Desde 8 até 17h, acontecerá a coleta dos votos na composição dos dirigentes da principal instituição lítero-cultural de Crato.

Homenageado do dia: José Flávio Vieira!


..."Existiria a verdade/verdade que ninguém vê..."

DECLARAÇÃO - por Ulisses Germano

QUAL O CONCEITO MODERNO SOBRE MODERNIDADE?

Declaro meu amor a esta cidade
E como a fala é um texo em voz  alta
Vou falar sério do que ainda falta
Pra'este amor ficar mais revigorado
Para que possa ser compartilhado
E expressado como amor maturado

TODAS AS GRANDES CIDADES DO BRASIL SOFRERAM...

Assim como o recreio das Escolas
São miniaturas da sociedade
Os prédios e praças de uma cidade
São as digitais que certifica
Identidade cultural que fica
Saudáveis saudades que a identifica!

...COM A MENTALIDADE TACANHA
A história sempre se repete, sempre!
Algumas, mais iguais que'as outras, ficam
Insistindo em dizer o que ensinam:
"-Retorno com uma roupa diferente
Para que os erros sejam visto de frente
E consertados consequentemente!

A Praça Siqueira Campos
É do povo! É do povo!
Como o ovo é do omelete
É assim que nasce o novo
Na História que se repete!


Sem fazer da razão uma arrogância
Este é meu ato político'amoroso
Não posso aceitar tanta discrepância
Não vejo no ufanismo nenhum gozo
Falo da Antropofagia Banguela
Da pobreza entalada na goela
E do Reino do Poder Orgulhoso


CAFÉ CINELÂDIA - UM ELEFANTE BRANCO

Gomez, Correinha, Mestre Aldenir
E os diletos Irmãos Anicetos
É certo, ninguém pode destruir
Na memória nunca estão quietos
Eles é quem podem nos redimir
CAFETEIRA DO CAFÉ CINELÂNDIA - Foto Rara!

Declaro para os devidos fins,
Não sou candidato a vereador
Nem sei em quem ainda vou votar!
O que sei é que quem governa-a-dor
Pode, quem sabe um dia, melhorar
É só saber que quem se comunica
Nunca, em tempo algum, se entrubica
Pode até ver elefante saltar!

 Ulisses Germano
Crato-CE.

P.S.