por José do Vale Pinheiro Feitosa




Viva junto à alma mais próxima e compreenda que a proximidade é a medida da distância. Que a distância que os separa é este movimento maravilhoso da matéria e da energia. A maravilha é apenas esta surpresa porque esta proximidade é tão diminuta entre os dois e é a inesperada distância.

José do Vale P Feitosa



quarta-feira, 1 de agosto de 2012


Canção da lua que lava



Lua, que lavas teus linhos,
sempre a lavar
numa lixívia de nuvens,
branca, branquinha de espuma,
e escorres tudo lá no alto
para secar;


lua que lavas teus linhos
pelos valados maninhos,
na serra onde vai nevar;


oh lua alagando o mundo
nesta espuma de cegar!


lua que lavas teus linhos
e que os enxáguas
e os pões em qualquer lugar —
nos terraços lageados,
nos velhos muros caiados,
nos laranjais do pomar
ou nos campos orvalhados
onde estão a gotejar —


lua que lavas teus linhos
até nas praias do mar —


vem, lua, e lava minha alma!


Oh lava minha alma em lágrimas,
para que Deus, sol das almas,
venha a enxugar.

Miguel Araújo

terça-feira, 31 de julho de 2012

BB Agência Central agora é Concessionária de Automóveis‏- Colaboração de Geraldo Ananias



No pré-histórico ano de 1963, recém empossado no Banco do Brasil, certo dia ao adentrar os umbrais da vetusta sede da então Agência Central na rua Primeiro de Março, no Rio de Janeiro, de mãos dadas com meu pai, disse-me ele olhando-me nos olhos: "você deve se sentir orgulhoso em ser funcionário deste Banco que é a própria História do Brasil." Tais palavras calaram fundo na alma daquele quase menino, e eu as trouxe no coração pelo resto da vida.
Pois bem. Hoje pela manhã, ao ir à Agência Estilo localizada no mezanino da Agência Central, no Setor Bancário Sul em Brasília, sucessora daquela velha e calejada Agência Central do Rio de Janeiro, e penetrar em seu saguão principal, enorme, tão belo quanto seu antepassado, vi incrédulo, pasmado, chocado, quatro automóveis estacionados em seu centro. Senti-me verdadeiramente tonto. Estaria eu tendo alucinações? fora de meu juízo? algum Mal de Alzheimer estaria acometendo meu sadio cérebro? Desci a escada rolante e verifiquei que realmente haviam transformado o vão central em estacionamento. Lá estavam os carros parados onde já fora o imenso círculo de caixas e plataformas de retaguarda. Descobri de repente que aquilo era um local de venda de automóveis de uma concessionária em Brasília denominada Jorlan. Lá estavam os carros no "show room". Lá estavam as indefectíveis mesas dos vendedores e as belas e gentis recepcionistas. Só faltavam os tradicionai
s cachos de bexigas coloridas. Para ter certeza de que meus olhos não me enganavam, ainda conversei com um vendedor. Era tudo pura verdade.
Quase chorei.
Não que eu tenha algo contra concessionárias de automóveis ou contra seus respeitados trabalhadores. Eles merecem minha admiração e gratidão, pois foi em concessionárias de automóveis que tive muitas alegrias através dos anos ao adquirir, vez por outra, carros zero quilômetro. Ia com minha mulher e meus pequenos filhos e tudo era só alegria.
Mas daí ver uma concessionária transladada para o centro da Agência Central. Sentir um Banco que era do Brasil, parte integrante e indelével de sua História, local onde milhões de pessoas tocavam suas vidas financeiras, faziam seus negócios, alimentavam sonhos e decepções, mas sabiam estar no maior e mais respeitado Banco da América Latina, agora transformado em mera agência de venda de automóveis! Foi uma tristeza indescritível. Senti algo como se a gente entrasse em uma igreja que amávamos, respeitávamos e curtíamos, e lá visse, em pleno altar, montada uma barraca de venda de quitutes de São João, guarnecida por caipiras dançando forró.
Não meus amigos e colegas. Talvez eu esteja caduco, ultrapassado e não compreenda o estranho mundo dos negócios do século XXI. Mas o sentimento foi um só: chafurdaram em solo sagrado.
O BANCO DO BRASIL está diminuído e com ele nossos corações foram enterrados na soleira de uma agência de automóveis.

Cláudio Leuzinger.






segunda-feira, 30 de julho de 2012

 

Tenta Esquecer-me

Mário Quintana
Tenta esquecer-me…
Ser lembrado é como evocar
Um fantasma…
 Deixa-me ser o que sou,
 O que sempre fui, um rio que vai fluindo…
 Em vão, em minhas margens cantarão as horas,
Me recamarei de estrelas como um manto real,
Me bordarei de nuvens e de asas,
Às vezes virão a mim as crianças banhar-se…
Um espelho não guarda as coisas refletidas!
E o meu destino é seguir… é seguir para o mar,
As imagens perdendo no caminho…
Deixa-me fluir, passar, cantar…
Toda a tristeza dos rios
É não poder parar!

 

 

 

Mário Quintana



Mário de Miranda Quintana (Alegrete, 30 de julho de 1906 — Porto Alegre, 5 de maio de 1994) foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro.

Mário Quintana era filho de Celso de Oliveira Quintana e de Virgínia de Miranda, fez as primeiras letras em sua cidade natal, mudando-se em 1919 para Porto Alegre, onde estudou no Colégio Militar, publicando ali suas primeiras produções literárias. Trabalhou para a Editora Globo, quando esta ainda era uma instituição eminentemente gaúcha, e depois na farmácia paterna.

Considerado o "poeta das coisas simples", com um estilo marcado pela ironia, pela profundidade e pela perfeição técnica, ele trabalhou como jornalista quase toda a sua vida. Traduziu mais de cento e trinta obras da literatura universal, entre elas Em Busca do Tempo Perdido de Marcel Proust, Mrs Dalloway de Virginia Woolf, e Palavras e Sangue, de Giovanni Papini.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Vivaldi



Antonio Lucio Vivaldi (Veneza, 4 de março de 1678 — Viena, 28 de julho de 1741) foi um compositor e músico italiano do estilo barroco tardio. Tinha a alcunha de il prete rosso ("o padre vermelho") por ser um sacerdote de cabelos ruivos Compôs 770 obras, entre as quais 477 concertos e 46 óperas. É sobretudo conhecido popularmente como autor da série de concertos para violino e orquestra Le quattro stagioni ("As Quatro Estações")

wikipédia



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Bach



Johann Sebastian Bach (Eisenach, 21 de março de 1685 — Leipzig, 28 de julho de 1750) foi um organista e compositor alemão do período barroco. Mestre na arte da fuga, do contraponto e da música coral, ele é um dos mais prolíficos compositores da história da música ocidental. É, por muitos, considerado como o pai da música.

Devoto admirador de Dietrich Buxtehude, Bach é tido como o maior compositor do Barroco e, por muitos, o maior compositor da história da música, ainda que pouco reconhecido na altura em que viveu. Muitas de suas obras reflectem uma grande profundidade intelectual, uma expressão emocional profunda e, sobretudo, um grande domínio técnico em grande parte responsável pelo fascínio que diversas gerações de músicos demonstraram pelo Pai Bach, especialmente depois de Felix Mendelssohn que foi um dos responsáveis pela divulgação da sua obra, até então bastante esquecida.

Posteriormente, Hans von Bülow faz referência de Bach como um dos "três bês da música" (Bach, Beethoven, Brahms), considerando o seu Cravo Bem Temperado como o Antigo Testamento da Música.

wikipédia

Na Rádio Azul


Notícias - Eleições 07.10 .2012 para Prefeito e Vereadores




Prefeito Marcos Cunha- 13
Vice Pedro Lobo
Noite iluminada, no Crato Tênis Clube.

16.08.2012 no Sesc Crato e dia 18.08 no Terraçus.


quinta-feira, 26 de julho de 2012

Vestibular em Matozinho


Matozinho teve sua primeira escola regular sob a batuta, ou a palmatória,  de D. Filomena Garrido. Sistemática, rigorosa, D. Filó alfabetizou muitas gerações de matozenses,  com a indispensável ajuda de bolos e chulipas. Cabra aprendia o ABC ou largava  o couro das mãos. Até em Piaget ela daria pesqueiro. Só muitos anos depois,  surgiu o primeiro Grupo Escolar que  estendia os estudos  até o Exame de Admissão , o que já era de causar admiração. Já nos anos 70, fundou-se o Colégio Filomena Garrido, em homenagem à primeira educadora da cidade, naquelas alturas já ministrando aulas na corte celeste. O Colégio fez com que os primeiros matozenses conseguissem completar todo o Ensino Médio. Causou certa estranheza, pois, que a partir dos anos 90 começasse uma avalanche de Faculdades a se instalar na ainda pobre e provinciana vila de Matozinho. Primeiro foi uma Faculdade Pública estadual com um nome meio estrambótico : FAVAJU – Faculdades do Vale da Jurumenha. Oferecia alguns poucos cursos como Contabilidade, Pedagogia, Letras, Geografia.  Instalada por Sindé Bandeira, o prefeito, a FAVAJU era pública, mas cobrava uma ajuda de custo aos alunos, para manutenção. Logo depois, começaram a aparecer extensões de outras Faculdades do Estado, todas elas públicas, mas também pagas . E, por fim, instalaram-se mais três Faculdades particulares em Matozinho. Contavam-se, em poucos anos, mais de sete Faculdades oferecendo cursos superiores, numa região pobre e, mais, com altos índices de analfabetismo.
                                               Como era previsível, rápido se estabeleceu uma grande concorrência por alunos. Sindé Bandeira , preocupado com a sobrevivência dos cursos, encaminhou um Decreto-Lei para a Câmara de Vereadores, aprovado por unanimidade, em que tirava a exigência de qualquer histórico escolar para acesso ao Nível Superior. Basta passar no Vestibular, dizia Sindé! Justificava-se dizendo  não podia haver preconceito: a ordem é inclusão, meus amigos ! Mouco, Surdo, Cego, Doido não podem entrar na Faculdade? Por que analfabeto tem que ser discriminado? Que faça o vestibular! E mais, tem que ter uma pessoa para acompanhar e ler as questões e, também, dar uma ajudazinha. A Secretaria de Educação, também, reuniu-se com as diversas Faculdades no sentido de facilitarem um pouco as questões do exame seletivo. Aí apareceram quesitos mais fáceis como : “O Prefeito de Matozinho é Sinderval: a) Fâmula; b) Hino; c) Bandeira; d) Mastro. Abriram-se ainda cursos superiores em áreas mais apetitosas ao povão : “Chapéu, Arupemba, Balaio e Caçuá”; “Landuá Soca-Soca , Bodoque e Baladeira”; “Macramê, Fuxico, Bordado,  e Frivolitê”; “Rosário de Coco, Passa-Raiva, Filhós e Quebra-Queixo”; “Tabaqueiro, Tamanco, Palito e Chapéu de Couro”.
                                               Tomadas as devidas providências,  a vida universitária em Matozinho tem ido de vento em popa. Daqui a mais dois ou três anos vamos ter doutor de sobra na cidade, já vaticinou Zé Fubuia. O Matadouro Municipal está atrás de contratar um auxiliar de limpador de tripa , mas já veio com exigência : só aceita com nível superior e de anelão no dedo!
                                               Mês passado  aconteceu mais um Vestibular Integrado das Faculdades de Matozinho-- INFAME , nos últimos anos trazendo um grande afluxo de pessoas das cidades próximos que perfazem a Grande Matozinho. Em Serrinha dos Nicodemos, Gilberto da Topic fazia contratos com alguns alunos para levar e trazê-los após as provas . Naquele semestre transportou doze estudantes de Serrinha e mais cinco de Aparecida do Norte, um outro arruado, distrito de Matozinho. Conduzia-os pela manhã e trazia-os após as provas. Marcado o dia da publicação do resultado final  do INFAME, os alunos o contrataram novamente para ir até a  FAVAJU , verificar se tinham sido aprovados. O topiqueiro se dirigiu à Secretaria da Faculdade e lá explicou que se chamava Gilberto e tinha vindo de Serrinha dos Nicodemos e Aparecida do Norte a mando de alguns estudantes para saber se tinham passado no Vestibular. Entregou a relação dos alunos   a uma mocinha fardada, com crachá da Faculdade que a identificava como Secretária. A burocrata folheou uma extensa relação de nomes e foi pouco a pouco procedendo à checklist dos vestibulandos. Parou por um momento o caqueado  e voltou a perguntar o nome do motorista.
                               --  Gilberto de Serrinha do Nicodemos e Aparecida, minha senhora !
                               Passados alguns instantes, a mocinha voltou toda sorrisos e avisou:
                               -- Meus parabéns, por coincidência todos foram aprovados ! Aproveite e dê nossas mais profundas congratulações aos novos universitários, em especial ao Sr. Gilberto ,ao Sr. Nicodemos que obtiveram  médias ótimas  e, principalmente à Sra. Aparecida do Norte, ela é cobra : tirou o segundo lugar !

J . Flávio Vieira

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Um Pensamento, apenas. Liduina Vilar.

Eu amo o pouco que me convém. E, assim, levo minha amada vida a outrem. E esse tanto, termina sendo o maior de mim. Um beijo, meus amigos e amigas do Azul Sonhado.


 

ECONOMIA DE COMUNHÃO

Empresas em Comunhão 19:54 @ 02/11/2008 Empresas em Comunhão Aliando o princípio espiritual “Que todos sejam Um” à doutrina da Economia de Comunhão, que envolve já oitocentas empresas em todo o mundo, o Movimento dos Focolares reúne hoje mais de quatro milhões de seguidores. Em Portugal, dez empresas trocam a “cultura do Ter” pela “cultura do Dar”, seguindo preceitos éticos de uma gestão responsável 2 comentários | publicado por Riozo CAMINHAR SOBRE A ECONOMIA COM CORAGEM 22:35 @ 24/10/2008 (http://www.grupos.com.br/blog/economiadecomunhao/permalink/27302.html) A reflexão a seguir deseja mostrar a necessidade de se criar um espaço para dar condições de formar as pessoas, particularmente os executivos que participam da Economia de Comunhão. Diante dos grandes desafios que esse Projeto propõe é necessário que o executivo seja formado nesta visão, para que seja ao mesmo tempo conceitual e prático. Que consiga bons resultados, ser excelente técnico e possa desenvolver todos os aspectos da espiritualidade da unidade nos processos humanos de desenvolvimento. Evidencia-se esta falta de formação, quando observamos o uso de frases como estas: “ninguém é perfeito”, “cada um tem o seu estilo”, “todo mundo faz assim”, “não há clima em nossa empresa para falar essas coisas”, “isso é fora da realidade”, “no nosso país não dá...”, “na teoria, tudo parece bonito, mas no chão da fábrica isso não funciona”, e assim por diante. Ou conclusões como esta: “Ele é um gênio técnico, mas é intratável como ser humano”. Tais premissas muitas vezes são usadas como pretexto, para não optarmos pela experimentação dos princípios da EdC, no dia-a-dia do mundo do trabalho; outras vezes servem para justificar falhas de formação e deficiências administrativas. Essas lacunas na formação geram conflitos internos nas pessoas, porque elas acabam vivendo valores diferentes nas várias atividades do ser humano, dificultando assim o desenvolvimento completo da experiência de Economia de Comunhão. Desse modo, acabamos nos acomodando com essas “deficiências normais” que prejudicam o desenvolvimento da experiência da EdC e tambem o nosso, como pessoa. Por isso precisamos descobrir uma maneira de crescer continuadamente, em formação e educação. Essa formação deve ir além da aquisição de conhecimentos técnicos, que são importantes e indispensáveis, mas não é suficiente; devemos formar a “pessoa por completo”, particularmente o “executivo” a fim de que seja competente em todos os aspectos da vida da empresa, que, na realidade, não deixa de ser uma conseqüência da sua vida pessoal. Essa conscientização e formação contínua nos dariam a sabedoria para implantar os aspectos da espiritualidade da unidade no mundo do trabalho, envolvendo todas as dimensões da vida empresarial, das mais simples, que podem parecer inexpressivas, até as mais complexas. Existirão as dúvidas porque estamos à procura da “verdade”. Na vivência do dia-a-dia da EdC, notamos que o grande inimigo para seu desenvolvimento não é a dúvida e sim o medo. Nós nos sentimos pressionados constantemente pelo medo! Medo de perder as coisas que pensamos que podem nos proporcionar a felicidade; medo de errar, medo de perder a imagem que outras pessoas fazem de nós, ou daquilo que pensamos ser, medo de perder nosso capital, nossas idéias e tudo aquilo que sonhamos ter. Lembro-me que quando nós fizemos essa escolha, de viver a fraternidade na nossa empresa, ou seja, quando optamos por fazer a experiência de EdC, senti medo. Medo e angústia, porque, como um alarme, me vinham idéias que haviam ficado registradas em minha memória, idéias de coisas que vivenciei em outra época. Embora esse medo fosse real, ele foi acionado por coisas que não existiam mais, por fatos registrados em minha memória. Então, não foi a nova escolha que me deu insegurança, mas foram lembranças de um passado que não existia mais. E a coragem de fazer essa escolha me fez observar esse fenômeno com clareza e constatar que havíamos escolhido o caminho certo. Isso me libertou de temores repletos de falsas idéias. Uma das grandes virtudes da Economia de Comunhão é a abertura, que trará liberdade para que essa experiência venha a ser renovada como qualquer organismo vivo que evolui. É importante lembrar também que o grande propulsor dessa experiência é a fé, e as dúvidas que surgem, são elementos que irão fortalece-la e criar vida nova, eliminando o passado e nos colocando no momento presente. Questionemo-nos! É necessário que nos questionemos continuamente e nos desapeguemos de todos os conceitos, de todas as coisas e ideologias, para estarmos abertos à verdade contida na essência da Economia de Comunhão, que tem suas raízes na Fraternidade Universal. Um outro ponto importante para a Economia de Comunhão é o acompanhamento daquilo que acontece nas empresas para que não haja um distanciamento entre a vida e a teoria. Devemos lembrar que todos os trabalhos acadêmicos e teóricos, também são importantes porque nos indicam o caminho, e são necessários para provar premissas diferentes das aceitas pela sociedade. Mas tudo o que acontece nas empresas e nos pólos é o grande instrumento que irá mostrar a possibilidade de uma vida econômica nova porque contém o poder de transformação pelo exemplo. Podemos ilustrar isso com o que aconteceu com Galileu Galilei (1564-1642) no início da Idade Moderna. Ele convidou a sociedade da época a olhar pelo telescópio que havia inventado (era uma luneta montada num tripé). Com isso Galileu foi um dos protagonistas na criação de uma nova física, segundo a qual a Terra girava ao redor do Sol e que era a gravidade que nos mantinha presos à Terra. Entretanto, muitos relutaram a olhar pelo telescópio porque tinham medo de colocar em questionamento aquilo que acreditavam, ou seja, na antiga física que afirmava que a Terra era o centro do universo. Relutaram porque a constatação de que a Terra gira em torno do Sol os obrigava a mudar a concepção que tinham do Universo.

Leão
22/07 a 22/08




Elemento: Fogo
Estrela Regente: Sol
Palavra-chave: Eu sou
Afinidades: Áries, Gêmeos, Libra, Sagitário
Dia da semana: Domingo
Cor: Dourado
Pedra: Diamante
Metal: Ouro
Planta: Crisântemo, Girassol
Órgão: Coração
Função vital: Visão e Cegueira, sentimento
Incenso: Mirra
Anjo: Michael - Salmo 51

O signo de Leão representa a clareza, a firmeza, a nobreza e a vitalidade. Os leoninos são autoconfiantes, honestos, criativos, extrovertidos e conscientes de seus direitos.

Negativamente podem ser orgulhosos, presunçosos, inflexíveis e egocêntricos.

Os leoninos são afetuosos, generosos e gostam de demonstrar seus sentimentos. Têm grande necessidade de aprovação e são suscetíveis à lisonja. Precisam estar em evidência, gostam de ser o centro das atenções.

Têm um forte senso de integridade e presumem que ao outras pessoas sejam iguais. Por isso são muito confiantes e sinceros, e estas características podem provocar dificuldades interpessoais. Também podem ser muito impacientes e, com freqüência, obstinados e irritadiços nas discussões. Quando os leoninos não são autênticos e não satisfazem seu desejo por brilho e reconhecimento, podem desenvolver características de indolência, preguiça, falta de coragem e impetuosidade.

Profissionalmente os leoninos atuam bem em posições de responsabilidade, comando e administração. Podem trabalhar em áreas ligadas à política, bolsa de valores, relações públicas, entretenimento, direção de empresa, ensino e pedagogia. Trabalham bem em áreas que requeiram criatividade, confiram distinção e reconhecimento.

A falta de afeto e a timidez podem diminuir seu alto grau de vitalidade. Com isso podem surgir problemas no coração, na coluna, nas costas e na visão. Os leoninos também são propensos a sofrer acidentes, terem febres altas e doenças súbitas.

Como são muito amorosos e afetuosos, os leoninos gostam de se apaixonar e sentem grande atração pelo sexo e o prazer. No amor são calorosos, românticos e generosos. Conduzem a relação como uma peça teatral, como algo mágico e suntuoso. Amam com classe e sem inibição, certos de que sempre agradarão.




® Mulher Virtual - Todos os direitos

Deserto é miragem
Temos pão e temos alma
Meus olhos é que não sabem chorar
A dor fica cristalizada...
Incomoda como pedra no sapato

Mas o dia está tão azul...
A tristeza arranjou uma rede
Pra se acalentar
“Canto triste” deixou de rolar

Momento de choro
João Pernambuco e Hermínio Bello,
Em “Estrada do sertão”...
Traz gente que vem do mar.

socorro moreira

domingo, 22 de julho de 2012


Na Rádio Azul


Hermínio Bello de Carvalho é demais!!!!!!!!!!!!


Desapreço
Áurea Martins

Autor: Hermínio Bello de Carvalho
Álbum: De Ponta Cabeça
Estilo: Música Brasileira
Gravadora: Biscoito Fino
Ano: 2010



Teu desapreço por mim
Foi algo bem doloroso
Feito um pubhal me cravou
A alma, um olho o pescoço
Arranhadura mais forte
Provocou esse desprezo
E gostei menos de mim
E me unhei pelo avesso
Nem sobrou dentro de mim
O tal cachorro travesso
E o que restou para mim
Nem data, nem endereço
E agora pergunto
Mereço?
Mereço?
Mereço?
Mereço?